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Mercado de luxo deve crescer até 50% no mundo neste ano

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


22/08/2021 | 07:30


O início da pandemia fez o mercado de luxo recuar em todo o mundo. As empresas da área encolheram 40% em 2020, indo de um faturamento de R$ 966 bilhões em 2019 para R$ 581 bilhões. O luxo pessoal caiu 22% e o de experiência, o mais afetado pelas restrições, praticamente à metade. Em 2021, no entanto, o mercado começou a se recuperar e o Boston Consulting Group (BCG) projeta crescimento entre 41% a 50%, no comparativo com 2020.

No Brasil, porém, o movimento deve ser contrário. Apesar de o consumidor ter deixado de comprar fora do País num momento inicial e movimentado as grife locais, agora as lojas devem desacelerar as vendas.

"Há uma perspectiva no mundo de repatriação de consumo de luxo: as pessoas deixam de comprar fora de seus países", diz Flavia Gemignani, diretora do BCG. "O Brasil é o único, dos dez países que pesquisamos, que tem a tendência oposta."

Em 2020 e parte de 2021, as vendas em shoppings de luxo aumentaram no País. "Foi associado ao consumo que, antes, era feito fora do Brasil."

Segundo o relatório, a recuperação do segmento de luxo no mundo pode não ser suficiente para que retorne aos níveis de antes da pandemia ainda em 2021. Mesmo com o crescimento, o mercado deve ficar entre 10% a 15% abaixo do resultado de 2019. A recuperação só deve ocorrer em 2022, com crescimento de 5% na comparação com 2019, o que representaria mais de ? 1 trilhão em faturamento. O BCG projeta ainda que o mercado de luxo pode faturar ? 1,22 trilhão em 2025, caso seja mantido o ritmo de crescimento a partir de 2021.

Um dos motores da recuperação são os millennials e a geração Z. É a população que mais acredita na recuperação da economia: 53% dizem que será rápida, contra 20% das outras gerações. As faixas etárias mais jovens representaram 39% do consumo de luxo em 2019. Em 2025, serão pelo menos 60%.

O BCG também credita o crescimento ao que chama de efeito rebote: o desejo de consumir o que foi reprimido durante a pandemia. Para a consultoria, China e Estados Unidos vão liderar a retomada.

Para o estudo, o BCG consultou 12 mil consumidores dos 10 principais mercados de luxo do mundo, incluindo o Brasil, com gasto médio de cerca de ? 33 mil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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