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PT de Mauá voltará a pedir que Donisete saia com chapa pura

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após Betão indicar apoio ao impeachment de Dilma, petismo resgatará debate sobre aliança


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/05/2016 | 07:00


Após o vereador de Mauá Alberto Betão Pereira Justino (PTB), indicado internamente pelo prefeito Donisete Braga (PT) como potencial candidato a vice em sua chapa, ala interna no PT mauaense deverá defender que a legenda resgate o debate sobre a legenda sair ou não com chapa pura na eleição de outubro.

O PT de Mauá se reúne hoje para debater sobre a substituição da presidência do diretório na cidade. após a morte da dirigente Severina Ramalho, há duas semanas. No encontro. porém, petistas tendem a colocar o debate a vice na mesa.

A definição de que o companheiro de chapa de Donisete pudesse ser de fora do petismo já havia sido superada na legenda. O martelo foi batido em março, quando abriram mão da disputa interna pelo cargo os três petistas que pleiteavam a vaga de vice, a ouvidora municipal Celma Dias – mulher do ex-prefeito Oswaldo Dias (PT) –, o vereador licenciado e atual superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Paulo Suares, e o sindicalista Ivo Motta.

Diante do recuo, Donisete apresentou internamente o nome do Betão. A escolha teve resistência por parte de petistas, mas o governo ainda enxergava espaço para convencer a militância. Recente declaração de Betão ao Diário favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) mexeu com o cenário no PT mauaense. Ex-vice-prefeito pela legenda, Paulo Eugenio Pereira Junior criticou o posicionamento do parlamentar. “É inadmissível que tenhamos um (candidato a) vice que defenda o golpe”, criticou o petista nas redes sociais. No encontro, a estratégia de defensores do nome de Betão será questionar a veracidade das falas dadas ao Diário. O parlamentar, porém, desconversou todas as vezes que foi questionado se entendia que a presidente cometeu crime de responsabilidade.

“Não aprovo e não aprovarei na convenção um vice que defenda o golpe”, sentenciou Paulo Eugenio. Para Oswaldo Dias, a escolha pelo nome de Betão foi “prematura”. “O (candidato a) vice tem que ser escolhido perto da convenção”. disse.<EM> 



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