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França aposta em geração de ouro

Auréllen Durand/FFF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Uma das favoritas ao título da Copa do Mundo da Rússia, seleção mistura jogadores experientes com jovens talentos


João Victor Romoli
Especial para o Diário

07/06/2018 | 07:00


Vice-campeã da última Eurocopa, a França chega para a Copa do Mundo da Rússia como uma das favoritas ao título. Isso porque a seleção aposta na mistura de atletas experientes com jovens talentos, apelidados no país como geração de ouro.

A campanha dos franceses para chegar ao Mundial, aliás, mostra o poder de seu futebol. A equipe estava no Grupo A das Eliminatórias, e venceu sete dos dez jogos disputados, terminando na primeira colocação, com 23 pontos. Ainda foram dois empates e uma derrota.

Considerada por muitos como a melhor geração do país formada desde o título de 1998, a equipe comandada por Didier Deschamps tem, diferentemente da maioria das seleções, fartura de opções em todos os setores. No ataque, porém, é onde a qualidade predomina. Os já reconhecidos Griezmann e Giroud se juntam aos jovens Mbappé, Dembelé, Lemar e Tolisso em elenco que não conta com protagonista, algo que é visto de forma positiva pela comissão técnica.

Nomes como Lloris, Varane, Kanté, Pogba e Matuidi trazem equilíbrio ao time e segurança à defesa, que conta com a liderança do goleiro e a experiência do zagueiro do Real Madrid. deixando evidente a qualidade do elenco, que tem boa parte técnica e velocidade.

A força dessa nova geração é tão grande que atletas como Rabiot, Payet, Martial e Lacazette ficaram de fora da lista de convocados. Outro que não tem a falta sentida é o atacante Benzema, que não é chamado desde 2015, quando se envolveu em polêmica em caso de extorsão com um vídeo íntimo.

Principalmente por possuir essas promessas, a França tem a seleção mais cara da Copa do Mundo, segundo o Transfermarket – site alemão especializado em futebol. A equipe vale 1,08 bilhão de euros (R$ 4,73 bilhões). A quantia equivale ao preço de construção de quatro estádios para a Copa deste ano, os de Kaliningrado, Rostov, Saransk e Samara. Ou seja, é possível erguer quatro arenas com o valor dos jogadores da seleção francesa. Espanha e Brasil vêm em seguida na lista de elencos mais valiosos.

TIME BASE: Lloris; Sidibé, Varane, Umtiti e Mendy; Kanté, Matuidi e Pogba; Griezmann, Mbappé e Giroud.

Peru confia em Guerrero para surpreender na Copa do Mundo

De volta à Copa do Mundo após 36 anos, o Peru tem no atacante Guerrero a grande esperança para surpreender na competição e conseguir, pelo menos, avançar às oitavas de final. Sob efeito suspensivo, já que conseguiu liminar para atuar mesmo estando afastado por doping, ele chega com rótulo de herói, uma vez que também é o capitão da seleção.

A relação dos 23 ainda tem o lateral Trauco, do Flamengo, e o meia Cueva, do São Paulo.

TIME BASE: Gallese; Advíncula, Ramos, Santamaría e Trauco; Tapia, Yotún, Edison Flores e Cueva; Carrillo e Guerrero.

Com Eriksen, Dinamarca quer recuperar prestígio da seleção de 1990

A Dinamarca tenta nesta Copa resgatar o apelido de Dinamáquina, que ganhou em 1990. A seleção, que se classificou na repescagem das Eliminatórias, aposta principalmente no meia Eriksen, do Tottenham.

O camisa 10 é visto como um dos melhores finalizadores de fora da área e foi o responsável por levar a equipe ao Mundial. A parte negativa é a defesa, que sofre com contra-ataques.

TIME BASE: Schmeichel; Dalsgaard, Kjaer, Christensen e Larsen; Kvist, Delaney, Krohn-Dehli e Eriksen; Poulsen e Jorgensen.

Coadjuvante e com Cahill, Austrália busca apagar má impressão de 2014

A Austrália tentará apagar a má impressão deixada no último Mundial, em 2014, quando foi eliminada com três derrotas em três jogos. Para isso, o técnico Van Marwijk quer aproveitar o fato de não ter pressão no grupo, já que é considerada coadjuvante até em seus próprio país.

O destaque vai para o atacante Tim Cahill, 38 anos, maior artilheiro da história da seleção, com 50 gols, que vai disputar sua quarta Copa do Mundo consecutiva.

TIME BASE: Ryan; Risdon, Sainsbury, Milligan e Behich; Mooy, Luongo e Rogic; Leckie, Kruse e Nabbout. <TL> 



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França aposta em geração de ouro

Uma das favoritas ao título da Copa do Mundo da Rússia, seleção mistura jogadores experientes com jovens talentos

João Victor Romoli
Especial para o Diário

07/06/2018 | 07:00


Vice-campeã da última Eurocopa, a França chega para a Copa do Mundo da Rússia como uma das favoritas ao título. Isso porque a seleção aposta na mistura de atletas experientes com jovens talentos, apelidados no país como geração de ouro.

A campanha dos franceses para chegar ao Mundial, aliás, mostra o poder de seu futebol. A equipe estava no Grupo A das Eliminatórias, e venceu sete dos dez jogos disputados, terminando na primeira colocação, com 23 pontos. Ainda foram dois empates e uma derrota.

Considerada por muitos como a melhor geração do país formada desde o título de 1998, a equipe comandada por Didier Deschamps tem, diferentemente da maioria das seleções, fartura de opções em todos os setores. No ataque, porém, é onde a qualidade predomina. Os já reconhecidos Griezmann e Giroud se juntam aos jovens Mbappé, Dembelé, Lemar e Tolisso em elenco que não conta com protagonista, algo que é visto de forma positiva pela comissão técnica.

Nomes como Lloris, Varane, Kanté, Pogba e Matuidi trazem equilíbrio ao time e segurança à defesa, que conta com a liderança do goleiro e a experiência do zagueiro do Real Madrid. deixando evidente a qualidade do elenco, que tem boa parte técnica e velocidade.

A força dessa nova geração é tão grande que atletas como Rabiot, Payet, Martial e Lacazette ficaram de fora da lista de convocados. Outro que não tem a falta sentida é o atacante Benzema, que não é chamado desde 2015, quando se envolveu em polêmica em caso de extorsão com um vídeo íntimo.

Principalmente por possuir essas promessas, a França tem a seleção mais cara da Copa do Mundo, segundo o Transfermarket – site alemão especializado em futebol. A equipe vale 1,08 bilhão de euros (R$ 4,73 bilhões). A quantia equivale ao preço de construção de quatro estádios para a Copa deste ano, os de Kaliningrado, Rostov, Saransk e Samara. Ou seja, é possível erguer quatro arenas com o valor dos jogadores da seleção francesa. Espanha e Brasil vêm em seguida na lista de elencos mais valiosos.

TIME BASE: Lloris; Sidibé, Varane, Umtiti e Mendy; Kanté, Matuidi e Pogba; Griezmann, Mbappé e Giroud.

Peru confia em Guerrero para surpreender na Copa do Mundo

De volta à Copa do Mundo após 36 anos, o Peru tem no atacante Guerrero a grande esperança para surpreender na competição e conseguir, pelo menos, avançar às oitavas de final. Sob efeito suspensivo, já que conseguiu liminar para atuar mesmo estando afastado por doping, ele chega com rótulo de herói, uma vez que também é o capitão da seleção.

A relação dos 23 ainda tem o lateral Trauco, do Flamengo, e o meia Cueva, do São Paulo.

TIME BASE: Gallese; Advíncula, Ramos, Santamaría e Trauco; Tapia, Yotún, Edison Flores e Cueva; Carrillo e Guerrero.

Com Eriksen, Dinamarca quer recuperar prestígio da seleção de 1990

A Dinamarca tenta nesta Copa resgatar o apelido de Dinamáquina, que ganhou em 1990. A seleção, que se classificou na repescagem das Eliminatórias, aposta principalmente no meia Eriksen, do Tottenham.

O camisa 10 é visto como um dos melhores finalizadores de fora da área e foi o responsável por levar a equipe ao Mundial. A parte negativa é a defesa, que sofre com contra-ataques.

TIME BASE: Schmeichel; Dalsgaard, Kjaer, Christensen e Larsen; Kvist, Delaney, Krohn-Dehli e Eriksen; Poulsen e Jorgensen.

Coadjuvante e com Cahill, Austrália busca apagar má impressão de 2014

A Austrália tentará apagar a má impressão deixada no último Mundial, em 2014, quando foi eliminada com três derrotas em três jogos. Para isso, o técnico Van Marwijk quer aproveitar o fato de não ter pressão no grupo, já que é considerada coadjuvante até em seus próprio país.

O destaque vai para o atacante Tim Cahill, 38 anos, maior artilheiro da história da seleção, com 50 gols, que vai disputar sua quarta Copa do Mundo consecutiva.

TIME BASE: Ryan; Risdon, Sainsbury, Milligan e Behich; Mooy, Luongo e Rogic; Leckie, Kruse e Nabbout. <TL> 

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