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Sto.André reabrirá UPA no Centro em dezembro

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Área central passará a ter três equipamentos destinados ao atendimento de urgência e emergência


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

07/06/2018 | 07:00


 A região central de Santo André ficará com três equipamentos, bem próximos um do outro, para atendimento de urgência e emergência. Isso porque, até dezembro, está prevista a reabertura a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Centro, localizada na Rua Coronel Agenor de Camargo, a 300 metros do CHM (Centro Hospitalar Municipal) e a 1,8 quilômetro da UPA instalada na antiga Faisa (Fundação de Assistência à Infância de Santo André), ao lado do Paço.

O equipamento está desativado desde 2016, quando foi transferido para novas instalações, na Praça 4º Centenário. No ano passado, a ideia da então secretária de Saúde da cidade, Ana Paula Peña Dias, era que o prédio abrigasse a UBS (Unidade Básica de Saúde) Centro, atualmente sediada na Rua Campos Sales, em imóvel alugado. A proposta tinha por objetivo gerar economia de R$ 54.830,10 por ano, valor gasto com o aluguel. Também havia o argumento de que a melhor utilidade para o espaço seria na expansão da estratégia de Saúde da Família, uma vez que próximo à antiga UPA Centro já existem dois equipamentos da rede de urgência e emergência. O Ministério da Saúde, no entanto, não permitia a mudança de objeto, até que, há duas semanas, decreto presidencial liberou que UPAs que estão sem oferecer os serviços à população poderiam atender como outros estabelecimentos de Saúde. A administração, porém, antes mesmo dessa liberação, mudou de ideia.

“Quando assumi, fiz avaliação rápida e entendi que o melhor era manter como UPA”, falou o secretário de Saúde Márcio Chaves, à frente da Pasta desde dezembro. O município passará a contar com quatro UPAs.

A ideia é que a retomada da UPA Centro dê suporte aos equipamentos da rede municipal de Saúde, especialmente ao CHM, com o objetivo de desafogar parte do atendimento do pronto-socorro local.

Na visão da aposentada Cristina Lima Peduto, 64 anos, a volta do funcionamento da unidade atenderá a essa expectativa. “A outra UPA próxima daqui e o CHM estão sempre muito cheios, vai ser muito bom voltar a funcionar aqui.”

SITUAÇÃO

Para retomar o atendimento, o imóvel precisará passar por reforma, que ainda não está ocorrendo. Do tempo em que o prédio está ocioso, o teto e as paredes se deterioraram e a fachada sofreu pichações.

Abandonadas também estão duas centrais de vácuo clínicos, equipamentos que beneficiam a aspiração dos pacientes que estão em alguma condição de risco. As portas dos compartimentos onde ambos ficam, na parte externa do prédio, foram abertas e servem de abrigo para pessoas em situação de rua, já que peças de roupa, calçados e papelão se encontram espalhados pelo local. Na aparelhagem, é possível ver que um motor e algumas peças foram furtados.

Ainda na área da unidade, há colchões e grande quantidade de lixo.

O Diário procurou a Prefeitura para questionar quando o local terá a reforma iniciada, qual será o investimento necessário e se há outra proposta de imóvel próprio para sediar a UBS Centro, para que a mesma deixe o aluguel. A administração municipal, porém, afirmou que não seria possível retornar as informações até o fechamento desta edição.

Em obras, unidade do Jd.Sto.André está programada para setembro

A UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Santo André, que foi fechada em setembro para reforma, será entregue quando completar um ano de obras, conforme previsão da Prefeitura.

O equipamento teve os serviços interrompidos, junto a outros seis postos de Saúde, como parte do projeto QualiSaúde, que propõe, além de intervenções na estrutura física, também modernização em toda a rede.

De acordo com a administração, após a remoção do mobiliário e de equipamentos médicos, para então, diagnosticar outros problemas ocultados por esses aparatos, o projeto de revitalização foi definido e deu-se início ao processo licitatório para contratação de empresa e execução do serviço. As obras tiveram início em março, pela Nobre Correia Engenharia e Construção. O investimento será de R$ 603.119.

Na UPA Jardim Santo André, a média diária é de 260 atendimentos. Enquanto não é reaberta, pacientes da área em situação de urgência e emergência se dirigem ao Pronto Atendimento da Vila Luzita. O deslocamento traz ainda mais desconforto a quem já não está bem e precisa de auxílio médico. “Sem a UPA aqui está horrível, pois é muito longe ter de ir até a Vila Luzita. Se for caminhando, leva uns 40 minutos. Com a pessoa passando mal, fica difícil”, falou a dona de casa Silvia Maria de Souza, 53 anos.

“Precisa ficar pronta logo, pois faz falta para muita gente”, frisou o aposentado Miguel Lino Macedo, 70.

 

 



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Sto.André reabrirá UPA no Centro em dezembro

Área central passará a ter três equipamentos destinados ao atendimento de urgência e emergência

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

07/06/2018 | 07:00


 A região central de Santo André ficará com três equipamentos, bem próximos um do outro, para atendimento de urgência e emergência. Isso porque, até dezembro, está prevista a reabertura a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Centro, localizada na Rua Coronel Agenor de Camargo, a 300 metros do CHM (Centro Hospitalar Municipal) e a 1,8 quilômetro da UPA instalada na antiga Faisa (Fundação de Assistência à Infância de Santo André), ao lado do Paço.

O equipamento está desativado desde 2016, quando foi transferido para novas instalações, na Praça 4º Centenário. No ano passado, a ideia da então secretária de Saúde da cidade, Ana Paula Peña Dias, era que o prédio abrigasse a UBS (Unidade Básica de Saúde) Centro, atualmente sediada na Rua Campos Sales, em imóvel alugado. A proposta tinha por objetivo gerar economia de R$ 54.830,10 por ano, valor gasto com o aluguel. Também havia o argumento de que a melhor utilidade para o espaço seria na expansão da estratégia de Saúde da Família, uma vez que próximo à antiga UPA Centro já existem dois equipamentos da rede de urgência e emergência. O Ministério da Saúde, no entanto, não permitia a mudança de objeto, até que, há duas semanas, decreto presidencial liberou que UPAs que estão sem oferecer os serviços à população poderiam atender como outros estabelecimentos de Saúde. A administração, porém, antes mesmo dessa liberação, mudou de ideia.

“Quando assumi, fiz avaliação rápida e entendi que o melhor era manter como UPA”, falou o secretário de Saúde Márcio Chaves, à frente da Pasta desde dezembro. O município passará a contar com quatro UPAs.

A ideia é que a retomada da UPA Centro dê suporte aos equipamentos da rede municipal de Saúde, especialmente ao CHM, com o objetivo de desafogar parte do atendimento do pronto-socorro local.

Na visão da aposentada Cristina Lima Peduto, 64 anos, a volta do funcionamento da unidade atenderá a essa expectativa. “A outra UPA próxima daqui e o CHM estão sempre muito cheios, vai ser muito bom voltar a funcionar aqui.”

SITUAÇÃO

Para retomar o atendimento, o imóvel precisará passar por reforma, que ainda não está ocorrendo. Do tempo em que o prédio está ocioso, o teto e as paredes se deterioraram e a fachada sofreu pichações.

Abandonadas também estão duas centrais de vácuo clínicos, equipamentos que beneficiam a aspiração dos pacientes que estão em alguma condição de risco. As portas dos compartimentos onde ambos ficam, na parte externa do prédio, foram abertas e servem de abrigo para pessoas em situação de rua, já que peças de roupa, calçados e papelão se encontram espalhados pelo local. Na aparelhagem, é possível ver que um motor e algumas peças foram furtados.

Ainda na área da unidade, há colchões e grande quantidade de lixo.

O Diário procurou a Prefeitura para questionar quando o local terá a reforma iniciada, qual será o investimento necessário e se há outra proposta de imóvel próprio para sediar a UBS Centro, para que a mesma deixe o aluguel. A administração municipal, porém, afirmou que não seria possível retornar as informações até o fechamento desta edição.

Em obras, unidade do Jd.Sto.André está programada para setembro

A UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Santo André, que foi fechada em setembro para reforma, será entregue quando completar um ano de obras, conforme previsão da Prefeitura.

O equipamento teve os serviços interrompidos, junto a outros seis postos de Saúde, como parte do projeto QualiSaúde, que propõe, além de intervenções na estrutura física, também modernização em toda a rede.

De acordo com a administração, após a remoção do mobiliário e de equipamentos médicos, para então, diagnosticar outros problemas ocultados por esses aparatos, o projeto de revitalização foi definido e deu-se início ao processo licitatório para contratação de empresa e execução do serviço. As obras tiveram início em março, pela Nobre Correia Engenharia e Construção. O investimento será de R$ 603.119.

Na UPA Jardim Santo André, a média diária é de 260 atendimentos. Enquanto não é reaberta, pacientes da área em situação de urgência e emergência se dirigem ao Pronto Atendimento da Vila Luzita. O deslocamento traz ainda mais desconforto a quem já não está bem e precisa de auxílio médico. “Sem a UPA aqui está horrível, pois é muito longe ter de ir até a Vila Luzita. Se for caminhando, leva uns 40 minutos. Com a pessoa passando mal, fica difícil”, falou a dona de casa Silvia Maria de Souza, 53 anos.

“Precisa ficar pronta logo, pois faz falta para muita gente”, frisou o aposentado Miguel Lino Macedo, 70.

 

 

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