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Comando do PPS de São Caetano vai passar para um dos vereadores

Sigla define nova comissão provisória entre hoje e amanhã; suplentes também terão espaço


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

21/06/2013 | 07:00


O PPS de São Caetano define novo comando entre hoje e amanhã. A presidência da sigla sairá das mãos do grupo do ex-deputado estadual Marquinho Tortorello para ficar com um dos dois vereadores do partido, Marcel Munhoz e Carlos Humberto Seraphim.

A definição foi tomada anteontem em reunião do coordenador regional da sigla, o deputado estadual Alex Manente, com a bancada popular-socialista. A decisão foi para contemplar os dois vereadores que aumentaram a representatividade política da sigla, conquistando seus primeiros mandatos no pleito de 2012.

O comando será repartido entre a dupla. Em caso de Munhoz assumir agora, ele permanecerá até 2014 para dar lugar a Seraphim. “Estamos conversando para definir quem vai assumir o posto primeiro e vamos montar uma comissão provisória”, explicou Munhoz.

Primeiro e segundo suplentes, respectivamente, o ex-vereador Maurílio Pompílio e Olyntho Voltarelli também vão fazer parte da cúpula partidária. “Será uma comissão com sete integrantes, que vai contemplar o grupo político do PPS. Temos o entendimento de que todos são importantes. Temos que valorizar os suplentes”, disse Munhoz.

Esse novo comando também terá espaço para o atual mandatário, Reinaldo Raboni, ligado a Marquinho. “Ele também fará parte da direção”, adiantou Munhoz. O bloco do ex-deputado e a bancada de vereadores, influenciada por Alex Manente, já chegaram a ter desentendimentos. Marquinho, inclusive, chegou a acusar Alex de direcionar as atividades do PPS para se autopromover.

A sigla foi a terceira na contagem total do pleito do ano passado, com 11.485 votos, atrás apenas do PTB e PSD. Atualmente, os parlamentares tentam se acomodar na bancada de sustentação do prefeito Paulo Pinheiro (PMDB), mas ainda não obtiveram resposta do peemedebista.

Em contrapartida, o partido passa por processo de fusão com o PMN em âmbito nacional, que criaria a MD (Mobilização Democrática) e pode transformar o planejamento em obsoleto. Apesar de oficializada em cartório, a união das siglas ainda não é reconhecida pela Justiça Eleitoral. A especulação é de que o novo partido visa postergar a janela de 30 dias que será aberta para migração de políticos que já detêm mandatos eletivos. Quando a nova legenda for oficializada, outra comissão provisória terá de ser definido.
 



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