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Santo André mantém triste sina e se afunda na lanterna do Paulista


Nelson Cilo
Enviado a Guaratinguetá

25/02/2007 | 19:04


Triste ritual. A derrota do Santo André para o Guaratiguta por 1 a 0 neste domingo à tarde no Vale do Paraíba significou o oitavo tropeço do time no Campenoto Paulista e complicou ainda mais o futuro de quem não sai da lanterna. Foram apenas dois empates do estadual.

O Santo André precisava a todo custo da vitória, mas o técnico Leandro Campos preferiu adotar um sistema mais cauteloso. Na prática, ele não tinha como inventar nenhuma forma mágica. Da Gaia, Galeano e Luiz Henrinque compunham o trio de zaga. Pará e Alexandre ocupavam as alas.

Uma das novidades era a presença do garoto William como volante. Makelelê e Léo completavam o meio. Sandro Gaúcho e Catatau batalhavam entre os zagueiros.

Logo na primeira tentativa do Santo André, Pará levantou da esquerda na cabeça de Sandro Gaucho, que desviou rente à trave. Aos 10, o goleiro Sérgio impediu que o time local chegasse à rede.

É verdade que o Santo André queria atacar. No entanto, o esquema de Leandro Campos ficava atento à movimentação constante de um adversário que procurava tomar as iniciativas.

Nada mais natural para quem atuava em casa, o Guaratinguetá impunha alguma rotatividade no ambiente doméstico. O Santo André rondava pelas verticais e achava o pouco espaço diante um rígido bloqueio montado pelo rival. Se a equipe do Grande ABC parava na forte marcação do lado de lá, o Guaratinguetá insistia e também esbarrava na violência dos visitantes.

Faltavam alternativas ofensivas. O duelo estava restrito ao meio-campo. O jeito era arriscar de longa distância, tanto é que Pará, aos 30, quase pegou o goleiro Édson Bastos de surpresa. Em seguida, o Guaratinguetá criou duas boas chances – uma delas na cobrança da falta que passou de raspão.

Às vezes, o Santo André recuava naturalmente para neutralizar a pressão, mas logo topava o confronto.

Makelelê surgia como um dos ponto de ligação. De repente, o meia Léo virava atacante para fortalecer na frente.

Aos cinco minutos da etapa complementar, Júnior, de cabeça, marcou após cruzamento. O nocaute estava consumado, com o Santo André na lona: 1 a 0.



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