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Ministério cria rede para organizar produção de remédio



04/06/2005 | 08:14


Depois da crise no abastecimento de medicamentos antiretrovirais e da troca de farpas entre governo e laboratórios, o Ministério da Saúde criou a Rede Brasileira de Produção Pública de Medicamentos. A idéia é que a entidade organize o sistema de produção de drogas usadas em programas públicos de saúde e racionalize a forma de obter matérias-primas e a distribuição de medicamentos. "Hoje, mesmo de forma involuntária, laboratórios oficiais acabam competindo entre si, produzindo as mesmas drogas", afirma o diretor da área de política de medicamentos do Ministério da Saúde, Dirceu Barbano.

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Um comitê gestor, formado por representes do ministério, \r\nde laboratórios oficiais e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se \r\nencarregará do levantamento, da definição de prioridades e de apontar os ajustes \r\nna produção. Barbano afirma que laboratórios dispostos a participar da rede \r\nterão algumas vantagens.

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Lula não aceita reforma como solução para crise

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Da AE

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou a sugestão \r\nfeita pelos líderes, vice-líderes e coordenadores da bancada do PT na Câmara \r\npara que faça uma reforma ministerial como solução da crise surgida com a \r\nabertura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Correios. Numa reunião \r\nsecreta realizada na Granja do Torto, que começou às 21 horas e se estendeu até \r\na uma hora da manhã, o presidente disse aos participantes que não há crise no \r\ngoverno nem no país. Como quase toda reunião secreta realizada em Brasília, esta \r\ntambém vazou.

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"Companheiro, não fale em crise. Isso quem fala é a \r\noposição e a imprensa, que maximizam problemas. E a oposição, claro, tenta tirar \r\nproveito para a campanha eleitoral do ano que vem", disse Lula, assim que um dos \r\nparlamentares citou a palavra crise. O presidente afirmou ainda que não vê \r\nmotivos para fazer uma reforma ministerial agora, porque isto daria à oposição \r\nargumentos para dizer que ele está com problemas de governabilidade. Antes, no \r\nentanto, em conversa com o PMDB, Lula sondou a cúpula do partido aliado para \r\nsaber como o Senado reagiria à indicação de um novo presidente do Banco \r\nCentral.",1]);//-->

A participação na rede não será obrigatória. Ela ficará responsável pela análise da produção de cada laboratório e pela definição do que cada um deve produzir. Barbano garante, no entanto, que tal iniciativa não vai ferir a autonomia das instituições.

Um comitê gestor, formado por representes do ministério, de laboratórios oficiais e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se encarregará do levantamento, da definição de prioridades e de apontar os ajustes na produção. Barbano afirma que laboratórios dispostos a participar da rede terão algumas vantagens.



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Ministério cria rede para organizar produção de remédio


04/06/2005 | 08:14


Depois da crise no abastecimento de medicamentos antiretrovirais e da troca de farpas entre governo e laboratórios, o Ministério da Saúde criou a Rede Brasileira de Produção Pública de Medicamentos. A idéia é que a entidade organize o sistema de produção de drogas usadas em programas públicos de saúde e racionalize a forma de obter matérias-primas e a distribuição de medicamentos. "Hoje, mesmo de forma involuntária, laboratórios oficiais acabam competindo entre si, produzindo as mesmas drogas", afirma o diretor da área de política de medicamentos do Ministério da Saúde, Dirceu Barbano.

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Um comitê gestor, formado por representes do ministério, \r\nde laboratórios oficiais e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se \r\nencarregará do levantamento, da definição de prioridades e de apontar os ajustes \r\nna produção. Barbano afirma que laboratórios dispostos a participar da rede \r\nterão algumas vantagens.

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Lula não aceita reforma como solução para crise

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Da AE

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou a sugestão \r\nfeita pelos líderes, vice-líderes e coordenadores da bancada do PT na Câmara \r\npara que faça uma reforma ministerial como solução da crise surgida com a \r\nabertura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Correios. Numa reunião \r\nsecreta realizada na Granja do Torto, que começou às 21 horas e se estendeu até \r\na uma hora da manhã, o presidente disse aos participantes que não há crise no \r\ngoverno nem no país. Como quase toda reunião secreta realizada em Brasília, esta \r\ntambém vazou.

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"Companheiro, não fale em crise. Isso quem fala é a \r\noposição e a imprensa, que maximizam problemas. E a oposição, claro, tenta tirar \r\nproveito para a campanha eleitoral do ano que vem", disse Lula, assim que um dos \r\nparlamentares citou a palavra crise. O presidente afirmou ainda que não vê \r\nmotivos para fazer uma reforma ministerial agora, porque isto daria à oposição \r\nargumentos para dizer que ele está com problemas de governabilidade. Antes, no \r\nentanto, em conversa com o PMDB, Lula sondou a cúpula do partido aliado para \r\nsaber como o Senado reagiria à indicação de um novo presidente do Banco \r\nCentral.",1]);//-->

A participação na rede não será obrigatória. Ela ficará responsável pela análise da produção de cada laboratório e pela definição do que cada um deve produzir. Barbano garante, no entanto, que tal iniciativa não vai ferir a autonomia das instituições.

Um comitê gestor, formado por representes do ministério, de laboratórios oficiais e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se encarregará do levantamento, da definição de prioridades e de apontar os ajustes na produção. Barbano afirma que laboratórios dispostos a participar da rede terão algumas vantagens.

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