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Em decadência e fora do PSB, Gilson não descarta candidatura

Ex-prefeito alega estar de ressaca política, porém afirma que surpresa pode acontecer


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

05/04/2015 | 07:00


Poucos dias após sair do PSB, partido que estava desde 2009, o ex-prefeito de Diadema Gilson Menezes fez mistério quanto ao seu futuro político, porém, não descartou ser um nomes que tentarão o comando do Paço na sucessão de 2016.

“Estou um pouco afastado, de ressaca política neste momento. Contudo, até o meio do ano devo concluir meu posicionamento sobre eleição e discutir com algum partido. Pode ser qualquer caminho, uma surpresa, verdadeira incógnita”, afirmou o político, de 65 anos.

Prefeito de Diadema nas gestões de 1983 a 1988, pelo PT, e 1997 a 2000, pelo PSB, Gilson revelou sondagens de outras siglas para bancar empreitada. Contudo, despistou sobre possíveis projeções. “Existem conversas e já recebi convites. Estou analisando e conversando com a minha base. Tudo ocorrerá no momento oportuno”, comentou. Uma das legendas é o PDT.

Entretanto, apesar de se colocar ainda com peso no jogo político eleitoral da cidade, Gilson coleciona fracassos. A derrocada começou em 2000, quando sequer foi ao segundo turno em sua tentativa de reeleição e foi o primeiro prefeito da história do Grande ABC a não renovar o mandato. Em 2010, quando estava como vice-prefeito diademense, recebeu somente 3.583 votos em candidatura a deputado estadual. Dois anos depois, naufragou juntamente com Mário Reali (PT) na chapa governista que perdeu para o então vereador de oposição Lauro Michels (PV).

A redução de forças foi sentida neste ano com o alijamento do debate do PSB municipal para a eleição de 2016. Gilson ficou fora de todas as reuniões internas e da discussão sobre lançamento da pré-candidatura do vereador Vaguinho do Conselho ao Paço.

ANÁLISE
Em relação ao atual panorama político, que mostra o retorno do também ex-prefeito José Filippi Júnior (PT), que comanda a Secretaria de Saúde da Capital, no embate pelo comando do Executivo da cidade, Gilson é sucinto. “Isso que tem de analisar é o PT. Se eles acham uma boa, tudo bem.”

O ex-prefeito não poupou críticas a Lauro Michels. Segundo ele, o verde tem deixado a desejar em serviços primordiais, como a Saúde. “Está aquém do que prometeu, principalmente nos equipamentos de Saúde. De verdade, torço que ele reaja. Que pelo menos no apagar das luzes possa proporcionar algo melhor para a cidade.”



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Em decadência e fora do PSB, Gilson não descarta candidatura

Ex-prefeito alega estar de ressaca política, porém afirma que surpresa pode acontecer

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

05/04/2015 | 07:00


Poucos dias após sair do PSB, partido que estava desde 2009, o ex-prefeito de Diadema Gilson Menezes fez mistério quanto ao seu futuro político, porém, não descartou ser um nomes que tentarão o comando do Paço na sucessão de 2016.

“Estou um pouco afastado, de ressaca política neste momento. Contudo, até o meio do ano devo concluir meu posicionamento sobre eleição e discutir com algum partido. Pode ser qualquer caminho, uma surpresa, verdadeira incógnita”, afirmou o político, de 65 anos.

Prefeito de Diadema nas gestões de 1983 a 1988, pelo PT, e 1997 a 2000, pelo PSB, Gilson revelou sondagens de outras siglas para bancar empreitada. Contudo, despistou sobre possíveis projeções. “Existem conversas e já recebi convites. Estou analisando e conversando com a minha base. Tudo ocorrerá no momento oportuno”, comentou. Uma das legendas é o PDT.

Entretanto, apesar de se colocar ainda com peso no jogo político eleitoral da cidade, Gilson coleciona fracassos. A derrocada começou em 2000, quando sequer foi ao segundo turno em sua tentativa de reeleição e foi o primeiro prefeito da história do Grande ABC a não renovar o mandato. Em 2010, quando estava como vice-prefeito diademense, recebeu somente 3.583 votos em candidatura a deputado estadual. Dois anos depois, naufragou juntamente com Mário Reali (PT) na chapa governista que perdeu para o então vereador de oposição Lauro Michels (PV).

A redução de forças foi sentida neste ano com o alijamento do debate do PSB municipal para a eleição de 2016. Gilson ficou fora de todas as reuniões internas e da discussão sobre lançamento da pré-candidatura do vereador Vaguinho do Conselho ao Paço.

ANÁLISE
Em relação ao atual panorama político, que mostra o retorno do também ex-prefeito José Filippi Júnior (PT), que comanda a Secretaria de Saúde da Capital, no embate pelo comando do Executivo da cidade, Gilson é sucinto. “Isso que tem de analisar é o PT. Se eles acham uma boa, tudo bem.”

O ex-prefeito não poupou críticas a Lauro Michels. Segundo ele, o verde tem deixado a desejar em serviços primordiais, como a Saúde. “Está aquém do que prometeu, principalmente nos equipamentos de Saúde. De verdade, torço que ele reaja. Que pelo menos no apagar das luzes possa proporcionar algo melhor para a cidade.”

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