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Vereador deve ser vice do PT em São Bernardo

Marinho afunila disputa na chapa governista entre Rafael, Miaguti, Tavares e Cabrera


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

05/04/2015 | 07:00


O posto de candidato à vice na chapa do PT de São Bernardo para a sucessão municipal do ano que vem tem a concorrência dos vereadores aliados Rafael Demarchi (PSD), Mauro Miaguti (DEM), José Walter Tavares (PCdoB) e Antonio Cabrera (PSB).

O prefeito Luiz Marinho (PT) tem seu favorito para encabeçar o projeto: o secretário de Serviços Urbanos, Tarcisio Secoli (PT). Porém, adiou o anúncio esperando que Tarcisio comece a pontuar melhor nas pesquisas de intenções de voto.

A escolha de um vice da Câmara serve para contrapor o perfil técnico de Tarcisio, que nunca concorreu a cargo público. Caso o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT) fosse o eleito do Paço, a estratégia mudaria.

A futura chapa mostra também que Marinho apresentará à sociedade de São Bernardo candidatos com menos estofo político do que em 2008. À época, Marinho veio como postulante ao Paço como ex-ministro do Trabalho e da Previdência Social. Seu vice era Frank Aguiar (PMDB), então deputado federal e artista renomado.

Entre os possíveis postulantes a vice, o favoritismo fica com Rafael Demarchi e Mauro Miaguti, que, por desempenharem funções na mesa diretora da Câmara, conseguiram obter confiança dos petistas.

Os parlamentares também desfrutam de vantagens por conta de suas bases eleitorais. Rafael tem ao seu favor sua atuação no setor comercial, ala jovem, além de sobrenome tradicional na cidade. Para Miaguti, sua forte atuação no ramo empresarial desponta como item significativo no processo.

A favor de Tavares e Cabrera pesa o desejo de petistas em composição com suas legendas, o PCdoB e PSB, respectivamente.

O embate será definido após escolha do candidato a prefeito, porém, comenta-se que dificilmente o quadro será alterado, desconstruindo assim projeções como a possível migração partidária do ex-prefeito e presidente da Fundação Criança, Mauricio Soares (PT), para preencher posto. Além de minar as pretensões do secretário de Relações Internacionais do município, o ex-vereador Tunico Vieira (PMDB), e do vereador Ramon Ramos (PDT).

Em janeiro, o peemedebista, em entrevista ao Diário, se autocredenciou como candidato ao posto de número dois da chapa governista após ter sido preterido em 2012 por Frank. Já Ramon tentava se respaldar pela notoriedade alcançada no período pré-eleição à presidência da Câmara, quando tinha maioria da preferência entre a base governista, mas recuou de última hora para apoiar José Luis Ferrarezi (PT).

De certo é novamente a adoção do PT pelo modelo de chapa mista, utilizado por Luiz Marinho nos pleitos de 2008 e 2012. Nos bastidores, a possibilidade de composição única da legenda chegou a ser discutida, mas foi prontamente descartada.



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Vereador deve ser vice do PT em São Bernardo

Marinho afunila disputa na chapa governista entre Rafael, Miaguti, Tavares e Cabrera

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

05/04/2015 | 07:00


O posto de candidato à vice na chapa do PT de São Bernardo para a sucessão municipal do ano que vem tem a concorrência dos vereadores aliados Rafael Demarchi (PSD), Mauro Miaguti (DEM), José Walter Tavares (PCdoB) e Antonio Cabrera (PSB).

O prefeito Luiz Marinho (PT) tem seu favorito para encabeçar o projeto: o secretário de Serviços Urbanos, Tarcisio Secoli (PT). Porém, adiou o anúncio esperando que Tarcisio comece a pontuar melhor nas pesquisas de intenções de voto.

A escolha de um vice da Câmara serve para contrapor o perfil técnico de Tarcisio, que nunca concorreu a cargo público. Caso o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT) fosse o eleito do Paço, a estratégia mudaria.

A futura chapa mostra também que Marinho apresentará à sociedade de São Bernardo candidatos com menos estofo político do que em 2008. À época, Marinho veio como postulante ao Paço como ex-ministro do Trabalho e da Previdência Social. Seu vice era Frank Aguiar (PMDB), então deputado federal e artista renomado.

Entre os possíveis postulantes a vice, o favoritismo fica com Rafael Demarchi e Mauro Miaguti, que, por desempenharem funções na mesa diretora da Câmara, conseguiram obter confiança dos petistas.

Os parlamentares também desfrutam de vantagens por conta de suas bases eleitorais. Rafael tem ao seu favor sua atuação no setor comercial, ala jovem, além de sobrenome tradicional na cidade. Para Miaguti, sua forte atuação no ramo empresarial desponta como item significativo no processo.

A favor de Tavares e Cabrera pesa o desejo de petistas em composição com suas legendas, o PCdoB e PSB, respectivamente.

O embate será definido após escolha do candidato a prefeito, porém, comenta-se que dificilmente o quadro será alterado, desconstruindo assim projeções como a possível migração partidária do ex-prefeito e presidente da Fundação Criança, Mauricio Soares (PT), para preencher posto. Além de minar as pretensões do secretário de Relações Internacionais do município, o ex-vereador Tunico Vieira (PMDB), e do vereador Ramon Ramos (PDT).

Em janeiro, o peemedebista, em entrevista ao Diário, se autocredenciou como candidato ao posto de número dois da chapa governista após ter sido preterido em 2012 por Frank. Já Ramon tentava se respaldar pela notoriedade alcançada no período pré-eleição à presidência da Câmara, quando tinha maioria da preferência entre a base governista, mas recuou de última hora para apoiar José Luis Ferrarezi (PT).

De certo é novamente a adoção do PT pelo modelo de chapa mista, utilizado por Luiz Marinho nos pleitos de 2008 e 2012. Nos bastidores, a possibilidade de composição única da legenda chegou a ser discutida, mas foi prontamente descartada.

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