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Nova R1 é ainda mais 'bruta'


Do Diário do Grande ABC

28/04/2010 | 07:00


Chega às concessionárias da Yamaha a versão 2010 da motocicleta superesportiva YZF-R1 (R$ 64.218), inspirada - e muito parecida - com a magrela pilotada pelo monstro das duas rodas na MotoGP, o italiano Valentino Rossi.

Nova dos pés à cabeça, a R1 traz motor mais potente com inovações mecânicas, três mapas eletrônicos de desempenho, embreagem deslizante e novo quadro de alumínio.

Mas a grande novidade é o propulsor de quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida que manteve a mesma capacidade cúbica do anterior: 998 cm³. Mas as semelhanças com o motor que equipa sua antecessora param por aí. Tudo - do virabrequim ao cabeçote - é novo. Aliás, o virabrequim do tipo crossplane, como os utilizados nos motores V8, é a grande novidade - originário do motor da YZR M1 do Doutor Rossi.

O torque da nova R1 está ligeiramente superior, porém mais constante: agora são 11,8 mkgf a 10.000 rpm, contra os 11,5 mkgf do modelo anterior - isso sem a indução direta de ar que atua em altas velocidades. A potência também aumentou timidamente sem a indução de ar. Subiu dos 180 cv para 182 cv a 12.500 rpm.

Outras novidades do modelo 2010 são a adoção de embreagem deslizante, bastante útil nas reduções bruscas de marcha antes de contornar, e três mapas de ignição do motor. Utilizado pela primeira vez em moto de série da Yamaha, o sistema de escolha de mapeamento do motor, chamado de D-mode Map, oferece três diferentes modos: standard para diversos tipos de pilotagem; modo A para respostas mais esportivas; e o modo B, para respostas mais gentis do acelerador.

As características do modelo anterior, tais como acelerador eletrônico e dutos de admissão variáveis, também equipam a YZF-R1 2010. Tudo controlado por moderno módulo eletrônico.

Mas as alterações não ficaram apenas no motor. O quadro em alumínio também é diferente. Além de apresentar melhor equilíbrio entre rigidez e flexibilidade, ficou mais compacto.

Suspensões, freios, pneu traseiro com nova medida 190/55-17 e o até então inédito amortecedor de direção eletrônico foram projetados para melhorar mais essa superesportiva de 1.000 cm³.



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Nova R1 é ainda mais 'bruta'

Do Diário do Grande ABC

28/04/2010 | 07:00


Chega às concessionárias da Yamaha a versão 2010 da motocicleta superesportiva YZF-R1 (R$ 64.218), inspirada - e muito parecida - com a magrela pilotada pelo monstro das duas rodas na MotoGP, o italiano Valentino Rossi.

Nova dos pés à cabeça, a R1 traz motor mais potente com inovações mecânicas, três mapas eletrônicos de desempenho, embreagem deslizante e novo quadro de alumínio.

Mas a grande novidade é o propulsor de quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida que manteve a mesma capacidade cúbica do anterior: 998 cm³. Mas as semelhanças com o motor que equipa sua antecessora param por aí. Tudo - do virabrequim ao cabeçote - é novo. Aliás, o virabrequim do tipo crossplane, como os utilizados nos motores V8, é a grande novidade - originário do motor da YZR M1 do Doutor Rossi.

O torque da nova R1 está ligeiramente superior, porém mais constante: agora são 11,8 mkgf a 10.000 rpm, contra os 11,5 mkgf do modelo anterior - isso sem a indução direta de ar que atua em altas velocidades. A potência também aumentou timidamente sem a indução de ar. Subiu dos 180 cv para 182 cv a 12.500 rpm.

Outras novidades do modelo 2010 são a adoção de embreagem deslizante, bastante útil nas reduções bruscas de marcha antes de contornar, e três mapas de ignição do motor. Utilizado pela primeira vez em moto de série da Yamaha, o sistema de escolha de mapeamento do motor, chamado de D-mode Map, oferece três diferentes modos: standard para diversos tipos de pilotagem; modo A para respostas mais esportivas; e o modo B, para respostas mais gentis do acelerador.

As características do modelo anterior, tais como acelerador eletrônico e dutos de admissão variáveis, também equipam a YZF-R1 2010. Tudo controlado por moderno módulo eletrônico.

Mas as alterações não ficaram apenas no motor. O quadro em alumínio também é diferente. Além de apresentar melhor equilíbrio entre rigidez e flexibilidade, ficou mais compacto.

Suspensões, freios, pneu traseiro com nova medida 190/55-17 e o até então inédito amortecedor de direção eletrônico foram projetados para melhorar mais essa superesportiva de 1.000 cm³.

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