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Santo André vai ganhar primeiro espaço cowork

Formato possibilita a profissionais compartilharem experiências


Leone Farias

23/09/2012 | 07:00


A tendência do cowork - conceito que consiste em reunir pessoas (principalmente profissionais liberais) que trabalham de forma independente, mas compartilham ideias e trocam informações e experiências em um mesmo espaço - começa a crescer na região. Na sexta-feira, será inaugurada a Idekos Cowork, primeira experiência do tipo em Santo André.

Esse modelo de trabalho surgiu nos Estados Unidos, se difundiu pelo mundo e desembarcou no Brasil há alguns anos. A sócia-diretora da Idekos, Katia Angelini, cita que a ideia de montar a empresa surgiu depois que ela participou de evento em Curitiba (PR), onde conheceu o formato. "Pensei: ‘por que não fazer algo parecido?' Sempre trabalhei com profissionais freelancer, autônomos, faltava um espaço para reuni-los", afirma.

Para viabilizar o empreendimento colaborativo, Katia fez pesquisa com 35 pessoas de diversas profissões (diretores comerciais, químicos, economistas, consultores, publicitários e outros). "Cerca de 90% concordam com a importância de se criar uma rede de contatos física", acrescenta. Seu espaço, que tem 130 metros quadrados e capacidade para 20 profissionais, contará com sala com mesa de trabalho comum, área de descontração e copa e cozinha. A Idekos vai ainda oferecer palestras, de acordo com o interesse dos integrantes. O custo para usufruir da estrutura - que inclui ainda sistema wifi, cotas de impressão e a possibilidade de ter telefone de contato comercial - varia de acordo com o plano de horas: vai de R$ 100 (sem acesso à mesa de trabalho) até R$ 1.000 por mês.

EM SÃO CAETANO - Inaugurado no fim de 2011, a Beehouse, de São Caetano, foi a primeira do Grande ABC no conceito do cowork. Seu espaço, ao todo 280 m², que inclui sala com mesa compartilhada, sala de reuniões e copa, é configurado para 46 estações de trabalho. Atualmente, tem dez estações disponíveis. Os custos também são flexíveis: partem de R$ 600 e vão até R$ 1.200, no caso de salas separadas por vidros.

A administradora, Luciana Pegorin, afirma que, com o surgimento de mais escritórios com esse modelo de trabalho, a tendência é de fortalecimento desse nicho de mercado. E ressalta outras vantagens, como fazer contratos de locação de curta duração. "Às vezes, o escritório da pessoa está em reforma e ela precisa de um espaço temporário, ou então vem de outro Estado para um projeto". Além disso, ela atesta que os contatos entre profissionais de áreas diferentes instalados na Beehouse já propiciou negócios entre eles.

 

 



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