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UE volta a ameaçar o Sudão com sanções pela crise de Darfur


Da AFP

04/09/2004 | 14:53


A UE (União Européia) voltou a ameaçar neste sábado o governo sudanês com sanções se não houver mais atitude para controlar as milícias janjawid (pró-governo) na região ocidental de Darfur.

Os europeus concordam com o recente informe do enviado da ONU ao Sudão, Jan Pronk, no qual se notifica os avanços na distribuição de ajuda humanitária e segurança nos acampamentos de refugiados, mas questiona uma situação preocupante principalmente pela "falta de progresso no desarmamento e controle dos janjawid", destacou o ministro holandês das Relações Exteriores, Bernard Bot.

Bot, cujo país preside atualmente a UE, declarou que os europeus "continuarão pressionando o governo sudanês para que cumpra" as determinações do Conselho de Segurança da ONU e se não for assim, não se descarta a possibilidade de fazer sanções.

Os ministros da UE, reunidos neste sábado na cidade holandesa de Valkenburg (sul), pediram à Comissão Européia que elabore a lista de possíveis sanções, que poder incluir um embargo de petróleo e derivados.

No dia 30 de julho, o Conselho de Resolução da ONU adotou uma resolução na qual dava ao governo sudanês 30 dias para restabelecer a ordem em Darfur sob pena de sanções.

O ministro holandês destacou que além de manter o diálogo e a pressão sobre o governo sudanês, os europeus vão continuar enviando ajuda humanitária e alguns dirigentes foram convidados a visitar o país.

Darfur é palco de uma grave crise humanitária. Mais de 1,4 milhão de pessoas são afetadas pela guerra civil que começou há 18 meses e já causou entre 30 e 50 mil mortes, além de forçar 180 mil pessoas a se refugiarem no Chade, segundo a ONU.



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