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Sindserv de S. Bernardo publica edital para nova eleição

Com orientação do MP, entidade conduzirá o processo para definir direção


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

14/07/2016 | 07:00


O Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo publicou ontem edital para convocação da terceira eleição que definirá novo corpo diretivo para os próximos quatros anos. Depois de dois pleitos que culminaram em intervenção do MPT (Ministério Público do Trabalho), a entidade homologa de forma oficial regras ao processo, que será em 17 e 18 de agosto.

Na publicação, ficou estabelecido que as candidaturas à presidência tem, a partir de ontem, cinco dias úteis para homologarem as chapas. Pelas regras, 18 urnas eletrônicas ficarão em locais fixos para o período de eleição, não havendo mais urnas itinerantes. A votação ocorrerá das 7h às 20h nos dois dias. O MPT coordenará o processo e atuará como árbitro em eventuais questionamentos, como ocorreu nas disputas anteriores. No dia 20, o sindicato irá eleger grupo com cinco nomes que fará parte da comissão eleitoral. Todos os servidores com mais de seis meses de vínculo empregatício podem concorrer a nomeação, também supervisionado pelo órgão.

Atual presidente da entidade e postulante à reeleição pela chapa 1, Giovani Chagas acredita que a disputa novamente se dará somente com a chapa 2, liderada pelo oposicionista Marcelo Gonçalves Siqueira. “Não estou captando nenhuma movimentação, além das já conhecidas. De qualquer forma, vamos seguir o regulamento. Esse período de inscrição é importante também, porque os postulantes podem, eventualmente, trocar integrantes. No nosso caso (chapa de situação), estão sendo analisadas algumas modificações”, argumentou Chagas.

A decisão da intervenção do MPT foi oficializado no mês passado, após concordância dos postulantes, em reunião comandada pela juíza Roseli Yayoi Francis Matta, da 3ª Vara do Trabalho de São Bernardo. No encontro ficou acordado que as ações impetradas ao longo do imbróglio serão anuladas.

HISTÓRICO
Em setembro, o bloco de oposição, encabeçado por Siqueira, superou o grupo situacionista por 51 votos de diferença, obtendo 1.039 adesões (51,26% dos válidos) nas urnas contra 988 sufrágios (48,74%). O resultado foi questionado dias depois por Chagas, que denunciou fraude na lista de votantes. A comissão eleitoral, formada por maioria ligada à atual direção, acatou a representação. A segunda eleição foi feita em novembro e terminou com vitória da situação. Na ocasião, foi a vez da oposição denunciar desaparecimento de uma das urnas de votação. O caso foi parar na polícia. A comissão, contudo, homologou a vitória de Chagas, que permanece no cargo. 



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