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No Nacional feminino, bola diminui e pontos também


Raphael Ramos
Especial para o Diário do Grande ABC

21/11/2004 | 11:26


No primeiro campeonato após a determinação da Fiba (Federação Internacional de Basquete) para que as equipes femininas jogassem com uma bola menor, do tamanho da categoria mirim masculina, o Nacional viu sua média de pontos diminuir. Em relação ao primeiro turno do ano passado, as equipes pontuaram 7% a menos. Nas 28 partidas do primeiro turno da competição em 2003, foram anotados 4.071 pontos. Neste ano, o número caiu para 3.809.

Antes, nos campeonatos entre mulheres, a bola utilizada era a mesma do masculino e pesava entre 567g e 650g, com circunferência de 74,9cm a 78cm. Agora, a bola pesa entre 510g e 570g e é menor (de 72 cm a 74cm).

No entanto, atletas e treinadores acreditam que a redução do poder ofensivo das equipes se deve à prioridade à defesa. “O primeiro impacto sempre é difícil, mas agora as atletas já se adaptaram à mudança. Não vejo problema no tamanho da bola. Acredito que a defesa mais forte é que pode ser a justificativa para a queda no número de pontos”, afirmou o técnico do Santa Maria/ São Caetano, Norberto Borracha.

No caso de São Caetano, a baixa na quantidade de cestas foi praticamente insignificante, apenas 3%. No primeiro turno do Nacional de 2003, a equipe anotou 468 pontos em sete jogos. Agora, 454.

Para Santo André, a queda foi maior (7%). O time, que havia feito 511 pontos nos sete primeiros jogos em 2003, marcou 475 este ano. Nos cálculos não está incluída a partida contra Uberaba realizada no dia 24 de ou-stubro, válida pelo segundo turno, já que Americana, o real adversário do time mineiro naquela data, atrasou o seu retorno da Rússia, onde disputou o Mundial Interclubes.

Para a pivô Simone, de Santo André, a queda na pontuação não tem relação com o tamanho da bola. “Não se compara a força do masculino com a nossa. Essa bola nova encaixa melhor na mão e agora não precisamos ficar nos matando para dar um arremesso. Sem contar que as defesas estão muito mais violentas”, disse.



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No Nacional feminino, bola diminui e pontos também

Raphael Ramos
Especial para o Diário do Grande ABC

21/11/2004 | 11:26


No primeiro campeonato após a determinação da Fiba (Federação Internacional de Basquete) para que as equipes femininas jogassem com uma bola menor, do tamanho da categoria mirim masculina, o Nacional viu sua média de pontos diminuir. Em relação ao primeiro turno do ano passado, as equipes pontuaram 7% a menos. Nas 28 partidas do primeiro turno da competição em 2003, foram anotados 4.071 pontos. Neste ano, o número caiu para 3.809.

Antes, nos campeonatos entre mulheres, a bola utilizada era a mesma do masculino e pesava entre 567g e 650g, com circunferência de 74,9cm a 78cm. Agora, a bola pesa entre 510g e 570g e é menor (de 72 cm a 74cm).

No entanto, atletas e treinadores acreditam que a redução do poder ofensivo das equipes se deve à prioridade à defesa. “O primeiro impacto sempre é difícil, mas agora as atletas já se adaptaram à mudança. Não vejo problema no tamanho da bola. Acredito que a defesa mais forte é que pode ser a justificativa para a queda no número de pontos”, afirmou o técnico do Santa Maria/ São Caetano, Norberto Borracha.

No caso de São Caetano, a baixa na quantidade de cestas foi praticamente insignificante, apenas 3%. No primeiro turno do Nacional de 2003, a equipe anotou 468 pontos em sete jogos. Agora, 454.

Para Santo André, a queda foi maior (7%). O time, que havia feito 511 pontos nos sete primeiros jogos em 2003, marcou 475 este ano. Nos cálculos não está incluída a partida contra Uberaba realizada no dia 24 de ou-stubro, válida pelo segundo turno, já que Americana, o real adversário do time mineiro naquela data, atrasou o seu retorno da Rússia, onde disputou o Mundial Interclubes.

Para a pivô Simone, de Santo André, a queda na pontuação não tem relação com o tamanho da bola. “Não se compara a força do masculino com a nossa. Essa bola nova encaixa melhor na mão e agora não precisamos ficar nos matando para dar um arremesso. Sem contar que as defesas estão muito mais violentas”, disse.

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