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'Denúncias chacoalharam governo', diz diretor do IML


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

30/10/2004 | 13:27


O novo diretor do IML (Instituto Médico-Legal) de Santo André, Vladimir Alves dos Reis, admite que as denúncias feitas pelo Diário sobre a falta de estrutura e funcionários no instituto serviu para "abrir os olhos e chacoalhar o governo do Estado". O médico já trabalha como legista há 15 anos em Santo André.

"Fui convidado a assumir o cargo de diretor e não pensei duas vezes para aceitar. Quero mudar a idéia que a população tem de IML. Espero que com as reformas que estão sendo feitas no prédio e melhorias nos equipamentos possamos dar melhor atendimento ao povo." Para o novo diretor, o principal problema que a unidade de Santo André enfrenta é a deterioração da imagem da instituição. A seguir, trechos da entrevista.

DIÁRIO - O que mudará no IML de Santo André?

VLADIMIR ALVES DOS REIS - A principal mudança é que atenderemos a população 24 horas ininterruptas. Aliás, isso já está acontecendo. A idéia é de que as obras da reforma sejam entregues dentro de, no máximo, 15 dias.

DIÁRIO - Como será a escala de plantão dos médicos e funcionários?

REIS - Haverá um rodízio entre todos os funcionários da região. Isso facilitará o atendimento. Todos os médicos, inclusive os diretores de cada unidade, farão plantão em Santo André.

DIÁRIO - Por que a unidade de Santo André foi escolhida para ficar aberta 24 horas?

REIS - Pela localização geográfica e pela demanda de pessoas que atendemos diariamente. Estamos acostumados com um volume maior de trabalho, já que a população de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são atendidas em Santo André.

DIÁRIO - Os funcionários reclamam da falta de segurança durante a madrugada. Como esse problema será resolvido?

REIS - A Superintendência (da Polícia Técnico-Científica) já está pensando nisso. Vamos ter reuniões com a Guarda Municipal, com o comando da Polícia Militar e com o delegado seccional (Luiz Alberto de Souza Ferreira) para decidirmos qual será a melhor forma de termos um posto de segurança. Isso não é só por causa dos funcionários, mas também pelas pessoas que precisarem do IML durante a madrugada.

DIÁRIO - Quais são as providências que a Superintendência vai tomar sobre a falta de equipamentos e pessoal?

REIS - Por enquanto, não foi falado nada sobre equipamentos. Primeiro vamos estruturar os plantões 24 horas e terminar as reformas. Depois, vamos pleitear novos equipamentos. A idéia é modernizar as dependências. Quem sabe a nossa unidade não se transforma em modelo para outros locais?



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'Denúncias chacoalharam governo', diz diretor do IML

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

30/10/2004 | 13:27


O novo diretor do IML (Instituto Médico-Legal) de Santo André, Vladimir Alves dos Reis, admite que as denúncias feitas pelo Diário sobre a falta de estrutura e funcionários no instituto serviu para "abrir os olhos e chacoalhar o governo do Estado". O médico já trabalha como legista há 15 anos em Santo André.

"Fui convidado a assumir o cargo de diretor e não pensei duas vezes para aceitar. Quero mudar a idéia que a população tem de IML. Espero que com as reformas que estão sendo feitas no prédio e melhorias nos equipamentos possamos dar melhor atendimento ao povo." Para o novo diretor, o principal problema que a unidade de Santo André enfrenta é a deterioração da imagem da instituição. A seguir, trechos da entrevista.

DIÁRIO - O que mudará no IML de Santo André?

VLADIMIR ALVES DOS REIS - A principal mudança é que atenderemos a população 24 horas ininterruptas. Aliás, isso já está acontecendo. A idéia é de que as obras da reforma sejam entregues dentro de, no máximo, 15 dias.

DIÁRIO - Como será a escala de plantão dos médicos e funcionários?

REIS - Haverá um rodízio entre todos os funcionários da região. Isso facilitará o atendimento. Todos os médicos, inclusive os diretores de cada unidade, farão plantão em Santo André.

DIÁRIO - Por que a unidade de Santo André foi escolhida para ficar aberta 24 horas?

REIS - Pela localização geográfica e pela demanda de pessoas que atendemos diariamente. Estamos acostumados com um volume maior de trabalho, já que a população de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são atendidas em Santo André.

DIÁRIO - Os funcionários reclamam da falta de segurança durante a madrugada. Como esse problema será resolvido?

REIS - A Superintendência (da Polícia Técnico-Científica) já está pensando nisso. Vamos ter reuniões com a Guarda Municipal, com o comando da Polícia Militar e com o delegado seccional (Luiz Alberto de Souza Ferreira) para decidirmos qual será a melhor forma de termos um posto de segurança. Isso não é só por causa dos funcionários, mas também pelas pessoas que precisarem do IML durante a madrugada.

DIÁRIO - Quais são as providências que a Superintendência vai tomar sobre a falta de equipamentos e pessoal?

REIS - Por enquanto, não foi falado nada sobre equipamentos. Primeiro vamos estruturar os plantões 24 horas e terminar as reformas. Depois, vamos pleitear novos equipamentos. A idéia é modernizar as dependências. Quem sabe a nossa unidade não se transforma em modelo para outros locais?

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