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Argentina não deve liberar mercado de carros com Brasil


Da AFP

30/08/2004 | 13:13


O secretário argentino da Indústria, Alberto Dumont, afirmou que Buenos Aires não deve chegar a um acordo de livre mercado de carros com o Brasil, previsto para 2006, um dos setores que mais discussões gerou no comércio entre os dois maiores sócios do Mercosul.

"Há um bom clima nas negociações entre os dois países, mas na atual situação, a Argentina não deve chegar a um acordo de livre mercado no setor automobilístico", informou Dumont em uma entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal El Cronista.

Dumont disse que apesar das normas que atualmente regem o comércio bilateral do setor, que "deveriam de algum modo dar garantias ante disparidades, o Brasil parece ser o único beneficiado".

Segundo ele, entre 1993 e 1994, "a participação do Brasil representava 20% do mercado argentino e agora chega a 60%". No entanto, a incidência dos carros argentinos no país vizinho foi de "2% em 1994, 11% em 1998 e agora é menor, 3%".

"Ou seja, a Argentina parece ter contribuído para o desenvolvimento do mercado de seu principal sócio, mas se alguém observa quanto o mercado brasileiro contribuiu para o desenvolvimento automobilístico local, percebe que não foi tanto", disse.



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Argentina não deve liberar mercado de carros com Brasil

Da AFP

30/08/2004 | 13:13


O secretário argentino da Indústria, Alberto Dumont, afirmou que Buenos Aires não deve chegar a um acordo de livre mercado de carros com o Brasil, previsto para 2006, um dos setores que mais discussões gerou no comércio entre os dois maiores sócios do Mercosul.

"Há um bom clima nas negociações entre os dois países, mas na atual situação, a Argentina não deve chegar a um acordo de livre mercado no setor automobilístico", informou Dumont em uma entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal El Cronista.

Dumont disse que apesar das normas que atualmente regem o comércio bilateral do setor, que "deveriam de algum modo dar garantias ante disparidades, o Brasil parece ser o único beneficiado".

Segundo ele, entre 1993 e 1994, "a participação do Brasil representava 20% do mercado argentino e agora chega a 60%". No entanto, a incidência dos carros argentinos no país vizinho foi de "2% em 1994, 11% em 1998 e agora é menor, 3%".

"Ou seja, a Argentina parece ter contribuído para o desenvolvimento do mercado de seu principal sócio, mas se alguém observa quanto o mercado brasileiro contribuiu para o desenvolvimento automobilístico local, percebe que não foi tanto", disse.

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