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Kuroda diz que combate à mentalidade deflacionária depende de melhora do mercado



27/02/2015 | 05:08


O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, afirmou nesta sexta-feira que os "fortes níveis de velocidade e impulso" do mercado financeiro japonês são necessários para combater a mentalidade deflacionária do país. Na quinta-feira, a Bolsa de Tóquio fechou no seu maior patamar em 15 anos e, para Kuroda, isso não significa que o mercado de ações esteja "superaquecido", embora tenha dito que está sempre atento a essa possibilidade.

Em discurso, o presidente do BoJ acrescentou que as medidas de relaxamento monetário adotadas no fim de outubro passado, que elevaram para 80 trilhões de ienes o volume anual de compra de ativos do banco central, acabaram com as dúvidas do mercado de que o BoJ poderia não estar combatendo a tendência deflacionária de forma séria.

"O BoJ não vai hesitar em tomar medidas adicionais para atingir a meta de inflação de 2,0% ao ano caso isso se mostre necessário", declarou. Em janeiro deste ano, o índice de preços ao consumidor do Japão desacelerou para alta de 0,2% na comparação anual, descontando os efeitos do aumento de imposto de abril do ano passado, ante avanço de 0,5% em dezembro. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Kuroda diz que combate à mentalidade deflacionária depende de melhora do mercado


27/02/2015 | 05:08


O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, afirmou nesta sexta-feira que os "fortes níveis de velocidade e impulso" do mercado financeiro japonês são necessários para combater a mentalidade deflacionária do país. Na quinta-feira, a Bolsa de Tóquio fechou no seu maior patamar em 15 anos e, para Kuroda, isso não significa que o mercado de ações esteja "superaquecido", embora tenha dito que está sempre atento a essa possibilidade.

Em discurso, o presidente do BoJ acrescentou que as medidas de relaxamento monetário adotadas no fim de outubro passado, que elevaram para 80 trilhões de ienes o volume anual de compra de ativos do banco central, acabaram com as dúvidas do mercado de que o BoJ poderia não estar combatendo a tendência deflacionária de forma séria.

"O BoJ não vai hesitar em tomar medidas adicionais para atingir a meta de inflação de 2,0% ao ano caso isso se mostre necessário", declarou. Em janeiro deste ano, o índice de preços ao consumidor do Japão desacelerou para alta de 0,2% na comparação anual, descontando os efeitos do aumento de imposto de abril do ano passado, ante avanço de 0,5% em dezembro. Fonte: Dow Jones Newswires.

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