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Presidente do BC da Austrália prevê mais desemprego para o país



13/02/2015 | 05:49


Após a taxa de desemprego da Austrália subir em janeiro para o seu maior nível em mais de 12 anos, a 6,4%, o presidente do banco central australiano (Reserve Bank of Australia, RBA), Glenn Stevens, afirmou nesta quinta-feira que "a tendência é de que a taxa cresça ainda mais, caso a economia não apresente um crescimento mais robusto", em discurso a parlamentares.

O resultado de janeiro surpreendeu o mercado, que esperava uma leve alta para 6,2%, de 6,1% em dezembro do ano passado. A surpresa elevou a expectativa por novos cortes na taxa básica de juros do país. No início do mês, o RBA reduziu a taxa em 0,25 ponto porcentual, para 2,25% ao ano, depois de mais de um ano sem alterações. Agora, espera-se uma nova redução em abril, para o que seria a mínima histórica de 2,0% ao ano.

O último corte do banco central foi realizado em resposta à desaceleração da inflação ao consumidor, que no último trimestre do ano passado registrou alta anualizada de 1,7%, ante aumento de 2,3% no trimestre anterior. A meta do RBA é atingir algo entre 2,0% e 3,0%.

Com o aumento do desemprego, a economia parece precisar de mais estímulos. Em relatório recente, o banco central estimou que a taxa de desemprego pode subir a máximo 6,5% em um horizonte que abrange os próximos dois anos.

Em seu discurso, Stevens declarou que a redução de juros "não é mais uma ferramenta tão eficaz quanto foi no passado". "Há uma década, havia um desejo maior das famílias de tomar emprestado e gastar, o que era um estímulo para a demanda na economia. Hoje, só um canal pode ser pouco eficaz", disse. Com informações da Dow Jones Newswires



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Presidente do BC da Austrália prevê mais desemprego para o país


13/02/2015 | 05:49


Após a taxa de desemprego da Austrália subir em janeiro para o seu maior nível em mais de 12 anos, a 6,4%, o presidente do banco central australiano (Reserve Bank of Australia, RBA), Glenn Stevens, afirmou nesta quinta-feira que "a tendência é de que a taxa cresça ainda mais, caso a economia não apresente um crescimento mais robusto", em discurso a parlamentares.

O resultado de janeiro surpreendeu o mercado, que esperava uma leve alta para 6,2%, de 6,1% em dezembro do ano passado. A surpresa elevou a expectativa por novos cortes na taxa básica de juros do país. No início do mês, o RBA reduziu a taxa em 0,25 ponto porcentual, para 2,25% ao ano, depois de mais de um ano sem alterações. Agora, espera-se uma nova redução em abril, para o que seria a mínima histórica de 2,0% ao ano.

O último corte do banco central foi realizado em resposta à desaceleração da inflação ao consumidor, que no último trimestre do ano passado registrou alta anualizada de 1,7%, ante aumento de 2,3% no trimestre anterior. A meta do RBA é atingir algo entre 2,0% e 3,0%.

Com o aumento do desemprego, a economia parece precisar de mais estímulos. Em relatório recente, o banco central estimou que a taxa de desemprego pode subir a máximo 6,5% em um horizonte que abrange os próximos dois anos.

Em seu discurso, Stevens declarou que a redução de juros "não é mais uma ferramenta tão eficaz quanto foi no passado". "Há uma década, havia um desejo maior das famílias de tomar emprestado e gastar, o que era um estímulo para a demanda na economia. Hoje, só um canal pode ser pouco eficaz", disse. Com informações da Dow Jones Newswires

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