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Protesto em favor das CPIs ganha ares de oposição



10/12/2005 | 08:07


O evento promovido sexta-feira em apoio às comissões parlamentares de inquérito (CPIs) pelo Movimento da Indignação à Ação, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo e outras entidades, adquiriu um tom de oposição ao governo. Durante o encontro, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), representantes de diversos partidos apresentaram as queixas em relação à gestão federal.

Era esperado o comparecimento do líder do PT no Senado e presidente da CPI dos Correios, Delcídio Amaral (RS), mas, com o cancelamento da presença dele, a legenda ficou sem nenhum representante no ato.

Na ocasião, o relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), não poupou a administração federal, ao afirmar que há uma indignação em referência à forma como são tratadas as investigações de casos de corrupção.

"Há uma orquestração no sentido de fazer-nos acreditar que as pessoas estão sendo condenadas, injustamente", afirmou, ressaltando que há uma ''zomba'' ao trabalho das comissões. "Quando isso vem da autoridade superior do País, não basta a indignação, é preciso a ação", afirmou.

Segundo Serraglio, as CPIs em andamento têm mantido uma postura diferenciada sobre a outras comissões instauradas, anteriormente, no que se refere à transparência e à união de força das diferentes siglas para dar esclarecimentos ao fatos. "Nós fizemos a CPI um teatro transparente", disse.

O senador Romeu Tuma (PFL-SP), que compareceu ao evento como representante da CPI dos Bingos, ressaltou que a comissão tem enfrentado muitas dificuldades no relacionamento com o Poder Executivo. "Alguns membros do governo têm tentado achincalhar (a atividade das CPIs), mas nós temos de ser indiferentes a isso", disse.



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Protesto em favor das CPIs ganha ares de oposição


10/12/2005 | 08:07


O evento promovido sexta-feira em apoio às comissões parlamentares de inquérito (CPIs) pelo Movimento da Indignação à Ação, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo e outras entidades, adquiriu um tom de oposição ao governo. Durante o encontro, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), representantes de diversos partidos apresentaram as queixas em relação à gestão federal.

Era esperado o comparecimento do líder do PT no Senado e presidente da CPI dos Correios, Delcídio Amaral (RS), mas, com o cancelamento da presença dele, a legenda ficou sem nenhum representante no ato.

Na ocasião, o relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), não poupou a administração federal, ao afirmar que há uma indignação em referência à forma como são tratadas as investigações de casos de corrupção.

"Há uma orquestração no sentido de fazer-nos acreditar que as pessoas estão sendo condenadas, injustamente", afirmou, ressaltando que há uma ''zomba'' ao trabalho das comissões. "Quando isso vem da autoridade superior do País, não basta a indignação, é preciso a ação", afirmou.

Segundo Serraglio, as CPIs em andamento têm mantido uma postura diferenciada sobre a outras comissões instauradas, anteriormente, no que se refere à transparência e à união de força das diferentes siglas para dar esclarecimentos ao fatos. "Nós fizemos a CPI um teatro transparente", disse.

O senador Romeu Tuma (PFL-SP), que compareceu ao evento como representante da CPI dos Bingos, ressaltou que a comissão tem enfrentado muitas dificuldades no relacionamento com o Poder Executivo. "Alguns membros do governo têm tentado achincalhar (a atividade das CPIs), mas nós temos de ser indiferentes a isso", disse.

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