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Barcelona humilha Real e Ronaldinho dá show


Renan Cacioli
Do Diário do Grande ABC

20/11/2005 | 09:39


O jogo do ano, O clássico do planeta, O duelo dos melhores. Todas estas definições foram utilizadas durante a semana para apresentar o clássico entre Real Madrid e Barcelona, sábado à noite, no estádio Santiago Bernabéu, casa dos madrilenhos. Passados os 90 minutos do confronto, a certeza amarga que os torcedores dos galácticos tiveram de engolir: todos os adjetivos ficaram reservados ao baile de bola que Ronaldinho Gaúcho deu, marcando duas vezes. O incontestável 3 a 0 no placar levou os catalães à liderança do Campeonato Espanhol, com 25 pontos, quatro à frente do Real.

Antes do apito inicial, o tenor Plácido Domingo deu as boas vindas aos astros de um grande clássico, exemplificado nas escalações recheadas de craques. Se Frank Rijkaard arriscou e montou a linha de frente do Barça com o jovem argentino Messi além do camaronês Eto’o e do brasileiro Ronaldinho Gaúcho, no lado merengue Vanderlei Luxemburgo optou por Robinho, Raúl e Ronaldo.

Com a bola rolando, foi o Barcelona quem partiu primeiro pra cima da defesa adversária. Na primeira oportunidade, aos 10 minutos, Ronaldinho lançou Eto‘o, que chutou para fora, à esquerda de Casillas. Na segunda chance do camaronês no jogo, ele não perdoou e marcou o gol aos 14 minutos, provocando ainda mais a ira da torcida do Real, que a cada toque do jogador africano na bola imitava o som de macacos.

Intimidado pela rapidez do contra-ataque catalão, o Real exagerava no número de passes com medo de perder a bola, e passou toda a etapa inicial sem exigir do goleiro Valdés uma defesa sequer. Pior: ainda viu Messi quase ampliar o placar aos 30, ao ter seu chute espalmado por Casillas, à queima-roupa. Nos acréscimos, Eto‘o teve outra boa oportunidade, que o goleiro madrilenho salvou novamente e impediu desastre maior no Santiago Bernabéu.

Ao perceber que nada mudara no segundo tempo, Vanderlei Luxemburgo aproveitou a deixa de uma contusão de Raúl para colocar Guti no jogo. Em vão. Logo na seqüência, Ronaldinho Gaúcho driblou dois marcadores e bateu na saída de Casillas. Um golaço. Sem alternativas a não ser abrir sua equipe, Luxemburgo ainda trocou Pablo García por Júlio Baptista. Mas a humilhação dos donos da casa sofreria novo golpe, aos 32, em outra obra prima de Gaúcho que mereceu aplausos até mesmo da torcida local.



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Barcelona humilha Real e Ronaldinho dá show

Renan Cacioli
Do Diário do Grande ABC

20/11/2005 | 09:39


O jogo do ano, O clássico do planeta, O duelo dos melhores. Todas estas definições foram utilizadas durante a semana para apresentar o clássico entre Real Madrid e Barcelona, sábado à noite, no estádio Santiago Bernabéu, casa dos madrilenhos. Passados os 90 minutos do confronto, a certeza amarga que os torcedores dos galácticos tiveram de engolir: todos os adjetivos ficaram reservados ao baile de bola que Ronaldinho Gaúcho deu, marcando duas vezes. O incontestável 3 a 0 no placar levou os catalães à liderança do Campeonato Espanhol, com 25 pontos, quatro à frente do Real.

Antes do apito inicial, o tenor Plácido Domingo deu as boas vindas aos astros de um grande clássico, exemplificado nas escalações recheadas de craques. Se Frank Rijkaard arriscou e montou a linha de frente do Barça com o jovem argentino Messi além do camaronês Eto’o e do brasileiro Ronaldinho Gaúcho, no lado merengue Vanderlei Luxemburgo optou por Robinho, Raúl e Ronaldo.

Com a bola rolando, foi o Barcelona quem partiu primeiro pra cima da defesa adversária. Na primeira oportunidade, aos 10 minutos, Ronaldinho lançou Eto‘o, que chutou para fora, à esquerda de Casillas. Na segunda chance do camaronês no jogo, ele não perdoou e marcou o gol aos 14 minutos, provocando ainda mais a ira da torcida do Real, que a cada toque do jogador africano na bola imitava o som de macacos.

Intimidado pela rapidez do contra-ataque catalão, o Real exagerava no número de passes com medo de perder a bola, e passou toda a etapa inicial sem exigir do goleiro Valdés uma defesa sequer. Pior: ainda viu Messi quase ampliar o placar aos 30, ao ter seu chute espalmado por Casillas, à queima-roupa. Nos acréscimos, Eto‘o teve outra boa oportunidade, que o goleiro madrilenho salvou novamente e impediu desastre maior no Santiago Bernabéu.

Ao perceber que nada mudara no segundo tempo, Vanderlei Luxemburgo aproveitou a deixa de uma contusão de Raúl para colocar Guti no jogo. Em vão. Logo na seqüência, Ronaldinho Gaúcho driblou dois marcadores e bateu na saída de Casillas. Um golaço. Sem alternativas a não ser abrir sua equipe, Luxemburgo ainda trocou Pablo García por Júlio Baptista. Mas a humilhação dos donos da casa sofreria novo golpe, aos 32, em outra obra prima de Gaúcho que mereceu aplausos até mesmo da torcida local.

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