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Em pouco mais de 2 anos, patrocinadora coloca quase um time inteiro no Palmeiras



12/05/2017 | 07:00


A chegada do técnico Cuca ao Palmeiras, nesta semana, incrementou a participação da patrocinadora Crefisa na montagem do elenco para a temporada de 2017. O pagamento de R$ 1,5 milhão em luvas para a assinatura do contrato do treinador levou a empresa a atingir cerca de R$ 82 milhões em investimento para montar o plantel atual.

A parceria do Palmeiras com a Crefisa começou em 2015 e já rendeu a contribuição para a vinda de oito jogadores. Um deles, o atacante paraguaio Lucas Barrios, tinha o salário mensal de R$ 1 milhão pago pela patrocinadora e saiu em fevereiro para reforçar o Grêmio. O zagueiro Vitor Hugo foi outro contratado com a ajuda da empresa e deve ser o próximo a sair: tem negociação adiantada com a Fiorentina, da Itália.

O investimento contemplou quase um time inteiro, com sete jogadores mais o treinador. O pacote da Crefisa colocou no elenco atual um lateral-direito, dois zagueiros, um volante, um meia e dois atacantes. O valor mais alto foi o empenhado pelo atacante colombiano Borja. O custo inclui os R$ 33 milhões pagos na transferência, fora bancar parte do salário dele.

A patrocinadora master aumentou a participação em reforços no começo deste ano. A troca na presidência do clube, com a saída de Paulo Nobre e a vinda de Maurício Galiotte, deixou a cúpula alviverde mais próxima da empresa. O casal de donos da Crefisa, Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, ainda conseguiram em fevereiro se eleger conselheiros do Palmeiras.

A presença maciça da empresa gerou principalmente as chegadas de Borja e do meia venezuelano Guerra, campeões da Copa Libertadores de 2016 pelo Atlético Nacional, de Medellín (Colômbia), mais a manutenção de jogadores do ano passado. O clube pode comprar os 50% dos direitos econômicos restantes do atacante Dudu por R$ 11,5 milhões e pagar R$ 6,7 milhões em 40% do lateral-direito Fabiano, que atuava emprestado pelo Cruzeiro no ano passado.

A empresa renovou no começo deste ano o contrato de patrocínio master com o Palmeiras por mais duas temporadas. Neste ano vai investir R$ 72 milhões e em 2018 o valor vai saltar para R$ 78 milhões.

Apesar das contribuições, ainda a escolha e a condução das conversas por reforços é conduzida pelo departamento de futebol do Palmeiras. A Crefisa apenas é acionada em um segundo momento para viabilizar a transferência com a compra de propriedades de marketing.



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Em pouco mais de 2 anos, patrocinadora coloca quase um time inteiro no Palmeiras


12/05/2017 | 07:00


A chegada do técnico Cuca ao Palmeiras, nesta semana, incrementou a participação da patrocinadora Crefisa na montagem do elenco para a temporada de 2017. O pagamento de R$ 1,5 milhão em luvas para a assinatura do contrato do treinador levou a empresa a atingir cerca de R$ 82 milhões em investimento para montar o plantel atual.

A parceria do Palmeiras com a Crefisa começou em 2015 e já rendeu a contribuição para a vinda de oito jogadores. Um deles, o atacante paraguaio Lucas Barrios, tinha o salário mensal de R$ 1 milhão pago pela patrocinadora e saiu em fevereiro para reforçar o Grêmio. O zagueiro Vitor Hugo foi outro contratado com a ajuda da empresa e deve ser o próximo a sair: tem negociação adiantada com a Fiorentina, da Itália.

O investimento contemplou quase um time inteiro, com sete jogadores mais o treinador. O pacote da Crefisa colocou no elenco atual um lateral-direito, dois zagueiros, um volante, um meia e dois atacantes. O valor mais alto foi o empenhado pelo atacante colombiano Borja. O custo inclui os R$ 33 milhões pagos na transferência, fora bancar parte do salário dele.

A patrocinadora master aumentou a participação em reforços no começo deste ano. A troca na presidência do clube, com a saída de Paulo Nobre e a vinda de Maurício Galiotte, deixou a cúpula alviverde mais próxima da empresa. O casal de donos da Crefisa, Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, ainda conseguiram em fevereiro se eleger conselheiros do Palmeiras.

A presença maciça da empresa gerou principalmente as chegadas de Borja e do meia venezuelano Guerra, campeões da Copa Libertadores de 2016 pelo Atlético Nacional, de Medellín (Colômbia), mais a manutenção de jogadores do ano passado. O clube pode comprar os 50% dos direitos econômicos restantes do atacante Dudu por R$ 11,5 milhões e pagar R$ 6,7 milhões em 40% do lateral-direito Fabiano, que atuava emprestado pelo Cruzeiro no ano passado.

A empresa renovou no começo deste ano o contrato de patrocínio master com o Palmeiras por mais duas temporadas. Neste ano vai investir R$ 72 milhões e em 2018 o valor vai saltar para R$ 78 milhões.

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