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Vereadores de Mauá são a favor de manter abono


Juliana Finardi
Do Diário do Grande ABC

14/01/2005 | 15:14


Os servidores de Mauá podem esperar o abono de R$ 150 no fim do mês. Isso porque o projeto que mantém o benefício vai ser enviado pelo prefeito interino, Diniz Lopes (PL), à Câmara e já tem votos suficientes para ser aprovado. O ofício pedindo a suspensão do recesso deve chegar ao Legislativo na sexta-feira da semana que vem, e a primeira sessão deverá ser realizada já na segunda-feira seguinte.

Para se certificar de que os vereadores aprovarão a proposta, Diniz os convidou para um almoço na quinta-feira. Compareceram ao encontro Alberto Betão Pereira Justino (PTB), Altino Moreira dos Santos (PL), Carlos Polisel (PSDB), Cincinato Freire (PSDC), Edgard Grecco Filho (PSDB), Eugênio Rufino (PTB), Luiz Alfredo dos Santos Simão (PSDC), Manoel Lopes (PFL), Ivan Estela (PSB), Ozelito José Benedito (PSDC) e Vanessa Damo (PV). “Foi uma reunião cordial. Comuniquei que vamos levantar o recesso para votar o abono dos servidores e a revogação da taxa de iluminação, e eles disseram que vão avaliar”, afirmou Diniz, que também ressaltou o fato de que os que faltaram enviaram justificativas para a ausência.

Com a redução do número de vereadores na cidade para 17 cadeiras, a maioria simples passa a ser 9, quantia de votos necessários para a aprovação de projetos como os que o prefeito promete enviar na semana que vem. Entrevistados pelo Diário, pelo menos 9 parlamentares se declararam favoráveis às matérias.

Átila Jacomussi (PPS) é um dos que vão votar a favor do abono aos servidores e também pretende apresentar emenda para tentar garantir reajuste salarial para os funcionários.

O petista José Luiz Cassimiro não participou da reunião com o prefeito porque não estava em Mauá, mas também afirmou ser favorável ao abono. “Sou a favor. Até porque é um projeto do ex-prefeito Oswaldo Dias que só não continuou neste ano porque a Lei de Responsabilidade Fiscal impede que os administradores deixem pendências para o governo seguinte.”

Também afirmaram ser favoráveis à matéria os vereadores Betão, Manoel, Ozelito – que garantiu também o voto dos demais de sua bancada, Simão e Cincinato –, Rufino e Grecco. A petista Cássia Rubinelli disse que ainda não tinha informações a respeito dos projetos e que estava fora da cidade quando a reunião aconteceu.

O ex-prefeito Oswaldo Dias (PT) concedeu aos servidores no ano passado o abono de R$ 150, que só vigorou até o dia 31 de dezembro. A categoria está há oito anos sem reajuste e o sindicato calcula uma perda de 65%.

Suspense – Diniz ainda faz suspense sobre os demais projetos que deverá enviar na suspensão do recesso em Mauá. O prefeito interino diz que prefere aguardar porque são matérias ainda em estudo e também porque quer conversar com os vereadores antes. Uma revisão na PGV (Planta Genérica de Valores), que serve como base de cálculo para o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), além de descontos no imposto são possíveis projetos.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, os vereadores só podem votar na suspensão do recesso os projetos que estão previstos no documento de convocação do prefeito. Por isso, as matérias devem estar definidas antes do fim da semana que vem. O presidente da Casa tem 48 horas após receber o ofício para convocar os vereadores, que não são obrigados a comparecer.



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Vereadores de Mauá são a favor de manter abono

Juliana Finardi
Do Diário do Grande ABC

14/01/2005 | 15:14


Os servidores de Mauá podem esperar o abono de R$ 150 no fim do mês. Isso porque o projeto que mantém o benefício vai ser enviado pelo prefeito interino, Diniz Lopes (PL), à Câmara e já tem votos suficientes para ser aprovado. O ofício pedindo a suspensão do recesso deve chegar ao Legislativo na sexta-feira da semana que vem, e a primeira sessão deverá ser realizada já na segunda-feira seguinte.

Para se certificar de que os vereadores aprovarão a proposta, Diniz os convidou para um almoço na quinta-feira. Compareceram ao encontro Alberto Betão Pereira Justino (PTB), Altino Moreira dos Santos (PL), Carlos Polisel (PSDB), Cincinato Freire (PSDC), Edgard Grecco Filho (PSDB), Eugênio Rufino (PTB), Luiz Alfredo dos Santos Simão (PSDC), Manoel Lopes (PFL), Ivan Estela (PSB), Ozelito José Benedito (PSDC) e Vanessa Damo (PV). “Foi uma reunião cordial. Comuniquei que vamos levantar o recesso para votar o abono dos servidores e a revogação da taxa de iluminação, e eles disseram que vão avaliar”, afirmou Diniz, que também ressaltou o fato de que os que faltaram enviaram justificativas para a ausência.

Com a redução do número de vereadores na cidade para 17 cadeiras, a maioria simples passa a ser 9, quantia de votos necessários para a aprovação de projetos como os que o prefeito promete enviar na semana que vem. Entrevistados pelo Diário, pelo menos 9 parlamentares se declararam favoráveis às matérias.

Átila Jacomussi (PPS) é um dos que vão votar a favor do abono aos servidores e também pretende apresentar emenda para tentar garantir reajuste salarial para os funcionários.

O petista José Luiz Cassimiro não participou da reunião com o prefeito porque não estava em Mauá, mas também afirmou ser favorável ao abono. “Sou a favor. Até porque é um projeto do ex-prefeito Oswaldo Dias que só não continuou neste ano porque a Lei de Responsabilidade Fiscal impede que os administradores deixem pendências para o governo seguinte.”

Também afirmaram ser favoráveis à matéria os vereadores Betão, Manoel, Ozelito – que garantiu também o voto dos demais de sua bancada, Simão e Cincinato –, Rufino e Grecco. A petista Cássia Rubinelli disse que ainda não tinha informações a respeito dos projetos e que estava fora da cidade quando a reunião aconteceu.

O ex-prefeito Oswaldo Dias (PT) concedeu aos servidores no ano passado o abono de R$ 150, que só vigorou até o dia 31 de dezembro. A categoria está há oito anos sem reajuste e o sindicato calcula uma perda de 65%.

Suspense – Diniz ainda faz suspense sobre os demais projetos que deverá enviar na suspensão do recesso em Mauá. O prefeito interino diz que prefere aguardar porque são matérias ainda em estudo e também porque quer conversar com os vereadores antes. Uma revisão na PGV (Planta Genérica de Valores), que serve como base de cálculo para o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), além de descontos no imposto são possíveis projetos.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, os vereadores só podem votar na suspensão do recesso os projetos que estão previstos no documento de convocação do prefeito. Por isso, as matérias devem estar definidas antes do fim da semana que vem. O presidente da Casa tem 48 horas após receber o ofício para convocar os vereadores, que não são obrigados a comparecer.

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