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Santo André já sonha alto depois da 'síndrome do rebaixamento'


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

18/08/2006 | 08:32


Depois de superar a ‘síndrome do rebaixamento’, o Santo André sonha alto na seqüência da Série B do Campeonato Brasileiro. Às vésperas de enfrentar o América-RN, às 16h de amanhã, no Bruno Daniel, o técnico Ruy Scarpino voltou a lançar um alerta aos jogadores. Segundo ele, é fundamental que todos encarem cada rodada como se fossem disputar uma decisão. “Antes, brigávamos para não cair. Agora, mudamos o alvo. Queremos o acesso. Não podemos relaxar. Caso contrário, a gente põe tudo a perder de uma hora para outra”, disse Scarpino, que comemora o 11º lugar do time na tabela – 24 pontos, a seis ou sete dos primeiros colocados. O líder Náutico soma 31 e o Avaí (2º) tem 30.

Mais do que nunca, Scarpino e os dirigentes curtem o alto-astral que tomou conta do ambiente. Nem a imprevisível derrota diante do CRB (3 a 0 no campo do rival) abalou o clima no grupo. Em seguida, a equipe se reabilitou nos 4 a 1 sobre o São Raimundo no Grande ABC. Scarpino permanece atento aos eventuais descuidos. “Perdemos uma e reagimos logo em seguida”, lembra o treinador.

O diretor de futebol Sérgio do Prado aposta na manutenção da atual regularidade. Ele cita números definidos que, em tese, iriam garantir os pés do time na elite nacional. “Chegaremos lá se ganharmos um total de 60 pontos. Não é uma suposição. É a metemática mais realista que carrego comigo”, supõe.

Prado lembra que o Santo André já supunha que a renovação do elenco traria algum risco – as últimas posições no começo da Série B. Foram oito reposições. De repente, a casa passou a balançar. Aos poucos, porém, a equipe retomou o discurso das vitórias. O trauma das derrotas logo desapareceu. “Desde o início, sabíamos que não éramos inferiores a ninguém. Era só uma questão de tempo. De se entrosar, de buscar o equilíbrio, de recuperar a confiança. Enfim, me refiro a essas coisas que te ajudam a sair da má fase”, observa o goleiro Marcelo Bonan, que sempre acreditou na reviravolta. “Atualmente, vivemos um momento legal, mas não vamos desligar a nossa antena”, aconselha Bonan.

No coletivo de ontem, Scarpino recorreu à formação que vai usar contra o América-RN. Ozéia e Luiz Henrique retornam à zaga e Pará à lateral-esquerda. Da Guia e Galiardo deixam o setor. O volante Emerson cumpre suspensão. Os meias-atacantes Deni e Anaílson, contundidos, estão fora de cena.


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Santo André já sonha alto depois da 'síndrome do rebaixamento'

Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

18/08/2006 | 08:32


Depois de superar a ‘síndrome do rebaixamento’, o Santo André sonha alto na seqüência da Série B do Campeonato Brasileiro. Às vésperas de enfrentar o América-RN, às 16h de amanhã, no Bruno Daniel, o técnico Ruy Scarpino voltou a lançar um alerta aos jogadores. Segundo ele, é fundamental que todos encarem cada rodada como se fossem disputar uma decisão. “Antes, brigávamos para não cair. Agora, mudamos o alvo. Queremos o acesso. Não podemos relaxar. Caso contrário, a gente põe tudo a perder de uma hora para outra”, disse Scarpino, que comemora o 11º lugar do time na tabela – 24 pontos, a seis ou sete dos primeiros colocados. O líder Náutico soma 31 e o Avaí (2º) tem 30.

Mais do que nunca, Scarpino e os dirigentes curtem o alto-astral que tomou conta do ambiente. Nem a imprevisível derrota diante do CRB (3 a 0 no campo do rival) abalou o clima no grupo. Em seguida, a equipe se reabilitou nos 4 a 1 sobre o São Raimundo no Grande ABC. Scarpino permanece atento aos eventuais descuidos. “Perdemos uma e reagimos logo em seguida”, lembra o treinador.

O diretor de futebol Sérgio do Prado aposta na manutenção da atual regularidade. Ele cita números definidos que, em tese, iriam garantir os pés do time na elite nacional. “Chegaremos lá se ganharmos um total de 60 pontos. Não é uma suposição. É a metemática mais realista que carrego comigo”, supõe.

Prado lembra que o Santo André já supunha que a renovação do elenco traria algum risco – as últimas posições no começo da Série B. Foram oito reposições. De repente, a casa passou a balançar. Aos poucos, porém, a equipe retomou o discurso das vitórias. O trauma das derrotas logo desapareceu. “Desde o início, sabíamos que não éramos inferiores a ninguém. Era só uma questão de tempo. De se entrosar, de buscar o equilíbrio, de recuperar a confiança. Enfim, me refiro a essas coisas que te ajudam a sair da má fase”, observa o goleiro Marcelo Bonan, que sempre acreditou na reviravolta. “Atualmente, vivemos um momento legal, mas não vamos desligar a nossa antena”, aconselha Bonan.

No coletivo de ontem, Scarpino recorreu à formação que vai usar contra o América-RN. Ozéia e Luiz Henrique retornam à zaga e Pará à lateral-esquerda. Da Guia e Galiardo deixam o setor. O volante Emerson cumpre suspensão. Os meias-atacantes Deni e Anaílson, contundidos, estão fora de cena.

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