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Esvaziado, Mundial do Japão sofre com a NBA


Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

18/08/2006 | 08:39


O Brasil encara a Austrália na madrugada de amanhã, à 1h30 (de Brasília), em Hamamatsu (Japão), no Mundial de Basquete Masculino enfraquecido pela NBA. Além dos australianos, os adversários da seleção no Grupo C serão o Catar, Turquia, Grécia e a Lituânia. Apesar da principal liga mundial de basquete reiniciar as atividades apenas em outubro, muitos astros preferiram jogar competições preparatórias nos Estados Unidos ou descansar a viajar ao Oriente. A partida será transmitida pela ESPN Brasil e Sportv.

Os norte-americanos serão os mais prejudicados com as ausências. Apesar de contar com estrelas emergentes da NBA, com LeBron James e Dwyane Wade, a equipe não terá nomes como Kobe Bryant (cirurgia no joelho), Paul Pierce (operação no cotovelo), Shawn Marion (contundiu-se na preparação), entre outros. Os demais jogadores simplesmente declinaram do convite de defender o país no Mundial, como Tim Duncan e Shaquille O’Neal.

Uma das causas dos desfalques na competição é o desejo de se estabelecer na liga norte-americana, a principal do planeta. Nela, jogadores que ainda têm muito o que provar preferem participar das Ligas de Verão, competições amistosas em que os times testam novos atletas, e contratam os que mais lhe agradam.

Este é o caso do japonês Yuta Tabuse. Ele é o primeiro nativo do país, sede do Mundial, a se firmar na NBA. Embora seja o principal ídolo da torcida, Tabuse preferiu ficar nos Estados Unidos e alimentar o sonho de se estabelecer na terra do Tio Sam. Outros jogadores, recém-contratados, não têm condições de se ausentar das equipes. Quem se enquadra nesta categoria é o brasileiro Rafael Araújo, o Baby. Depois de passar uma temporada ruim no Toronto Raptors, o atleta resolveu jogar a NBL, a segunda divisão da NBA. Depois, foi recompensado com um contrato com o Utah Jazz. Mas para isso, teve de abrir mão da seleção para seguir treinando com o time neste período e realizar trabalhos específicos.

Desfalque – Nenê Hilário será o outro brasileiro ausente do Mundial. O atleta não se recuperou de uma operação no joelho direito, em que foi submetido em novembro de 2005. Ele preferiu intensificar o trabalho de fisioterapia para começar bem na NBA.

Esta não é a primeira vez que Nenê desfalca a Seleção Brasileira. No ano passado, o pivô boicotou a equipe que participou da Copa América. Disse que só retornaria à seleção “quando as condições do basquete brasileiro estiverem aceitáveis”. “Sem profissionalismo não dá para jogar. A gente tem de estar feliz para jogar. Eu não estava feliz na seleção”, desabafou Nenê, na época. A missão de liderar o Brasil coube a outros dois atletas que fazem sucesso na NBA: o armador Leandrinho, do Phoenix Suns, e Anderson Varejão, do Cleveland Cavaliers, que se recuperou de uma lesão. (com Agências)



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Esvaziado, Mundial do Japão sofre com a NBA

Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

18/08/2006 | 08:39


O Brasil encara a Austrália na madrugada de amanhã, à 1h30 (de Brasília), em Hamamatsu (Japão), no Mundial de Basquete Masculino enfraquecido pela NBA. Além dos australianos, os adversários da seleção no Grupo C serão o Catar, Turquia, Grécia e a Lituânia. Apesar da principal liga mundial de basquete reiniciar as atividades apenas em outubro, muitos astros preferiram jogar competições preparatórias nos Estados Unidos ou descansar a viajar ao Oriente. A partida será transmitida pela ESPN Brasil e Sportv.

Os norte-americanos serão os mais prejudicados com as ausências. Apesar de contar com estrelas emergentes da NBA, com LeBron James e Dwyane Wade, a equipe não terá nomes como Kobe Bryant (cirurgia no joelho), Paul Pierce (operação no cotovelo), Shawn Marion (contundiu-se na preparação), entre outros. Os demais jogadores simplesmente declinaram do convite de defender o país no Mundial, como Tim Duncan e Shaquille O’Neal.

Uma das causas dos desfalques na competição é o desejo de se estabelecer na liga norte-americana, a principal do planeta. Nela, jogadores que ainda têm muito o que provar preferem participar das Ligas de Verão, competições amistosas em que os times testam novos atletas, e contratam os que mais lhe agradam.

Este é o caso do japonês Yuta Tabuse. Ele é o primeiro nativo do país, sede do Mundial, a se firmar na NBA. Embora seja o principal ídolo da torcida, Tabuse preferiu ficar nos Estados Unidos e alimentar o sonho de se estabelecer na terra do Tio Sam. Outros jogadores, recém-contratados, não têm condições de se ausentar das equipes. Quem se enquadra nesta categoria é o brasileiro Rafael Araújo, o Baby. Depois de passar uma temporada ruim no Toronto Raptors, o atleta resolveu jogar a NBL, a segunda divisão da NBA. Depois, foi recompensado com um contrato com o Utah Jazz. Mas para isso, teve de abrir mão da seleção para seguir treinando com o time neste período e realizar trabalhos específicos.

Desfalque – Nenê Hilário será o outro brasileiro ausente do Mundial. O atleta não se recuperou de uma operação no joelho direito, em que foi submetido em novembro de 2005. Ele preferiu intensificar o trabalho de fisioterapia para começar bem na NBA.

Esta não é a primeira vez que Nenê desfalca a Seleção Brasileira. No ano passado, o pivô boicotou a equipe que participou da Copa América. Disse que só retornaria à seleção “quando as condições do basquete brasileiro estiverem aceitáveis”. “Sem profissionalismo não dá para jogar. A gente tem de estar feliz para jogar. Eu não estava feliz na seleção”, desabafou Nenê, na época. A missão de liderar o Brasil coube a outros dois atletas que fazem sucesso na NBA: o armador Leandrinho, do Phoenix Suns, e Anderson Varejão, do Cleveland Cavaliers, que se recuperou de uma lesão. (com Agências)

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