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CPI da Contex descarta possível favorecimento a empresário tucano


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/08/2017 | 07:00


Presidente da CPI da Contex, que investiga contrato do governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), com firma de tucano, o vereador Cicinho (PRB) afirmou ontem ser “difícil” provar que o dono da empresa, Jerri de Souza (PSDB), foi favorecido. O empresário é ligado ao ex-vereador José Dourado (PSDB).

A comissão já havia cogitado arquivar a denúncia por entender que seria inviável provar que os serviços – reforma de telhados de ginásios – não foram executados, já que faz três anos que o acordo foi assinado. A suspeita de que a firma, a Azyal Construções Civis (também conhecida como Contex), fosse fantasma também foi refutada. “Ele (Jerri) confirmou que conhece o Zé Dourado, mas alegou que não tinha vínculo pessoal. Ele pode até ter sido beneficiado, mas a gente não consegue provar isso”, frisou Cicinho, ao emendar que o fato de a mulher de Jerri, Solange Oliveira Souza, ter sido assessora de Zé Dourado na Câmara “não é suficiente” para identificar possível favorecimento – o contrato é de R$ 148 mil, sem licitação.

Jerri prestou ontem depoimento à CPI e negou irregularidades. Também foram ouvidos os ex-secretários de Obras, Márcio da Farmácia (PV, hoje vice-prefeito) e de Esportes, Marquinhos da Liga. Elbio Camillo, que assumiu Obras após saída de Márcio, será convocado. 



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CPI da Contex descarta possível favorecimento a empresário tucano

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/08/2017 | 07:00


Presidente da CPI da Contex, que investiga contrato do governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), com firma de tucano, o vereador Cicinho (PRB) afirmou ontem ser “difícil” provar que o dono da empresa, Jerri de Souza (PSDB), foi favorecido. O empresário é ligado ao ex-vereador José Dourado (PSDB).

A comissão já havia cogitado arquivar a denúncia por entender que seria inviável provar que os serviços – reforma de telhados de ginásios – não foram executados, já que faz três anos que o acordo foi assinado. A suspeita de que a firma, a Azyal Construções Civis (também conhecida como Contex), fosse fantasma também foi refutada. “Ele (Jerri) confirmou que conhece o Zé Dourado, mas alegou que não tinha vínculo pessoal. Ele pode até ter sido beneficiado, mas a gente não consegue provar isso”, frisou Cicinho, ao emendar que o fato de a mulher de Jerri, Solange Oliveira Souza, ter sido assessora de Zé Dourado na Câmara “não é suficiente” para identificar possível favorecimento – o contrato é de R$ 148 mil, sem licitação.

Jerri prestou ontem depoimento à CPI e negou irregularidades. Também foram ouvidos os ex-secretários de Obras, Márcio da Farmácia (PV, hoje vice-prefeito) e de Esportes, Marquinhos da Liga. Elbio Camillo, que assumiu Obras após saída de Márcio, será convocado. 

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