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Construtora responde de maneira vaga à Prefeitura

Marinho envia caso da empresa que tinha eletricista desempregado como sócio ao Cade


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

30/11/2013 | 07:11


A Construções e Incorporações CEI, responsável pela construção do Museu do Trabalho e do Trabalhador, respondeu de maneira vaga à notificação encaminhada pela Prefeitura de São Bernardo, solicitando esclarecimento pelo fato de um dos sócios da empresa ser um eletricista desempregado e morador de Diadema. A denúncia foi apresentada pelo Diário em setembro.


A empresa alegou ao Paço que seus sócios são de responsabilidade jurídica dela mesma. O caso foi encaminhado à Procuradoria-Geral do Município. O governo Luiz Marinho (PT) também apresentou representação ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para averiguar se há outras irregularidades cometidas pela construtora.


Após a denúncia, Erisson Saroa, que mora de aluguel no Jardim Campanário e não tem emprego fixo, foi retirado da sociedade na empreiteira. O desligamento foi oficializado na Junta Comercial 11 dias após a denúncia do Diário, a qual mostrava que ele possuía capital de R$ 10,4 milhões em participação na CEI, dividindo a direção da empresa com Elvio José Marussi, que continua à frente da construtora. O capital total da companhia é de R$ 20,8 milhões.


Erisson foi substituído por Carlos Alves Pinheiro, que investiu a mesma quantia de R$ 10,4 milhões declarada anteriormente pelo ex-sócio.


Considerado um dos principais projetos de Marinho, para exaltar as lutas trabalhistas no Grande ABC e, consequentemente, líderes sindicais como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a construção do museu é alvo de investigação do MP (Ministério Público).


Inquérito civil foi instaurado na Promotoria de São Bernardo. O MPF (Ministério Público Federal) abriu procedimento preparatório para averiguar a CEI e também arrolou Marinho, Elvio, Erisson e as construtoras Cronacon e Engeplan, subcontratadas pela responsável pela obra.


A investigação foi adotado após representação do munícipe Marcelo Sarti. Se avançarem, os inquéritos podem resultar em ação civil pública de improbidade administrativa.
 



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Construtora responde de maneira vaga à Prefeitura

Marinho envia caso da empresa que tinha eletricista desempregado como sócio ao Cade

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

30/11/2013 | 07:11


A Construções e Incorporações CEI, responsável pela construção do Museu do Trabalho e do Trabalhador, respondeu de maneira vaga à notificação encaminhada pela Prefeitura de São Bernardo, solicitando esclarecimento pelo fato de um dos sócios da empresa ser um eletricista desempregado e morador de Diadema. A denúncia foi apresentada pelo Diário em setembro.


A empresa alegou ao Paço que seus sócios são de responsabilidade jurídica dela mesma. O caso foi encaminhado à Procuradoria-Geral do Município. O governo Luiz Marinho (PT) também apresentou representação ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para averiguar se há outras irregularidades cometidas pela construtora.


Após a denúncia, Erisson Saroa, que mora de aluguel no Jardim Campanário e não tem emprego fixo, foi retirado da sociedade na empreiteira. O desligamento foi oficializado na Junta Comercial 11 dias após a denúncia do Diário, a qual mostrava que ele possuía capital de R$ 10,4 milhões em participação na CEI, dividindo a direção da empresa com Elvio José Marussi, que continua à frente da construtora. O capital total da companhia é de R$ 20,8 milhões.


Erisson foi substituído por Carlos Alves Pinheiro, que investiu a mesma quantia de R$ 10,4 milhões declarada anteriormente pelo ex-sócio.


Considerado um dos principais projetos de Marinho, para exaltar as lutas trabalhistas no Grande ABC e, consequentemente, líderes sindicais como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a construção do museu é alvo de investigação do MP (Ministério Público).


Inquérito civil foi instaurado na Promotoria de São Bernardo. O MPF (Ministério Público Federal) abriu procedimento preparatório para averiguar a CEI e também arrolou Marinho, Elvio, Erisson e as construtoras Cronacon e Engeplan, subcontratadas pela responsável pela obra.


A investigação foi adotado após representação do munícipe Marcelo Sarti. Se avançarem, os inquéritos podem resultar em ação civil pública de improbidade administrativa.
 

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