Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 17 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Marinho se cala sobre ofício contra empreiteira de museu

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Procurado por 4 vezes, prefeito de S.Bernardo não revela resposta de construtora dirigida por laranja


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

05/11/2013 | 07:26


A Prefeitura de São Bernardo evita divulgar informações sobre desdobramentos do ofício solicitado pelo prefeito Luiz Marinho (PT) à Construções e Incorporações CEI, responsável pela obra do Museu do Trabalho e do Trabalhador e que tinha um laranja como sócio.

O Diário, por quatro vezes, pediu à gestão petista resposta sobre o caso e foi ignorado. A primeira ocorreu no dia 10 de outubro, diretamente a Marinho, que evitou comentar a situação. No dia 11 do mesmo mês e no dia 1º de novembro, a solicitação foi direcionada à Secretaria de Comunicação, que também não retornou os contatos.

Ontem, durante audiência de prestação de contas do PPA (Plano Plurianual) de São Bernardo, Marinho mais uma vez se esquivou para não falar sobre o tema. Após o término da atividade, deixou pela porta dos fundos o Teatro Cacilda Becker, minutos após confraternização com correligionários, sem falar com a equipe do Diário.

Após revelação com exclusividade pelo Diário no dia 29 de setembro da suspeita de irregularidade, Marinho afirmou publicamente que iria cobrar explicações da Construções e Incorporações CEI. Desde então, a única mudança aconteceu no quadro diretivo da empresa.

Erisson Saroa Silva, eletricista desempregado que mora de aluguel em Diadema, deixou a direção da empreiteira, mesmo tendo participação de R$ 10,4 milhões. Foi substituído por Carlos Alves Pinheiro, que também investiu R$ 10,4 milhões – o restante está com Elvio José Marussi.

A obra segue em ritmo acelerado, apesar de a construção estar atrasada em dez meses. Projetado para enaltecer o padrinho político de Marinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empreendimento demandará R$ 18,3 milhões aos cofres públicos, sendo R$ 14,4 milhões do governo federal.

Ministério Público Federal e Promotoria de São Bernardo investigam o caso.
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Marinho se cala sobre ofício contra empreiteira de museu

Procurado por 4 vezes, prefeito de S.Bernardo não revela resposta de construtora dirigida por laranja

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

05/11/2013 | 07:26


A Prefeitura de São Bernardo evita divulgar informações sobre desdobramentos do ofício solicitado pelo prefeito Luiz Marinho (PT) à Construções e Incorporações CEI, responsável pela obra do Museu do Trabalho e do Trabalhador e que tinha um laranja como sócio.

O Diário, por quatro vezes, pediu à gestão petista resposta sobre o caso e foi ignorado. A primeira ocorreu no dia 10 de outubro, diretamente a Marinho, que evitou comentar a situação. No dia 11 do mesmo mês e no dia 1º de novembro, a solicitação foi direcionada à Secretaria de Comunicação, que também não retornou os contatos.

Ontem, durante audiência de prestação de contas do PPA (Plano Plurianual) de São Bernardo, Marinho mais uma vez se esquivou para não falar sobre o tema. Após o término da atividade, deixou pela porta dos fundos o Teatro Cacilda Becker, minutos após confraternização com correligionários, sem falar com a equipe do Diário.

Após revelação com exclusividade pelo Diário no dia 29 de setembro da suspeita de irregularidade, Marinho afirmou publicamente que iria cobrar explicações da Construções e Incorporações CEI. Desde então, a única mudança aconteceu no quadro diretivo da empresa.

Erisson Saroa Silva, eletricista desempregado que mora de aluguel em Diadema, deixou a direção da empreiteira, mesmo tendo participação de R$ 10,4 milhões. Foi substituído por Carlos Alves Pinheiro, que também investiu R$ 10,4 milhões – o restante está com Elvio José Marussi.

A obra segue em ritmo acelerado, apesar de a construção estar atrasada em dez meses. Projetado para enaltecer o padrinho político de Marinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empreendimento demandará R$ 18,3 milhões aos cofres públicos, sendo R$ 14,4 milhões do governo federal.

Ministério Público Federal e Promotoria de São Bernardo investigam o caso.
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;