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Bolsas da Europa fecham em alta, com noticiário de coronavírus e estímulos



09/04/2020 | 14:09


As bolsas europeias avançaram nesta quinta-feira, 9, com investidores atentos aos números da pandemia de coronavírus e a possíveis sinais positivos para a reabertura da economia mais adiante. Além disso, o noticiário apoiou ações de petroleiras, embora sem sinal único, com foco em um potencial acordo para conter a oferta, e a reunião de ministros das Finanças da zona do euro gerou expectativa por mais apoio, em dia também em geral positivo para ações de bancos.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,57%, em 331,80 pontos. Como os mercados estarão fechados pelo feriado na sexta, o ganho desta semana do índice foi de 7,36%.

A disseminação do coronavírus continua a ser uma preocupação, claro, mas investidores estiveram atentos à reunião virtual dos ministros das Finanças da zona do euro, o chamado Eurogrupo, que poderia chegar a um acordo sobre apoio econômico conjunto. Até o fechamento europeu, o encontro não havia sido finalizado. O ING avalia que falta uma "reação fiscal pan-Europeia", diante da crise atual, apesar de apontar em relatório que os governos e bancos centrais "já fizeram muito para enfrentar a piora econômica com a covid-19".

A reunião virtual da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados igualmente chamou a atenção, diante da possibilidade de um corte importante na oferta. Também sem anúncio oficial até o fechamento europeu, essa questão impulsionou o petróleo e, consequentemente, várias ações relacionadas. No setor de energia, Iberdrola ganhou 2,08% em Madri e E.ON avançou 2,27% em Frankfurt, enquanto ENI ganhou 0,14% em Milão. BP, porém, caiu 1,25% em Londres e Total teve baixa de 0,75% em Paris.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) anunciou que financiará o Tesouro temporariamente por causa dos gastos extraordinários para lidar com a pandemia. A polícia local, além disso, informou que usará medidas mais extremas para garantir a quarentena, com possibilidade de que o confinamento possa ser estendido até maio no país.

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 2,90%, em 5.842,66 pontos, na máxima do dia. Nesta semana, o índice avançou 7,89%. Os bancos se saíram bem hoje, com Barclays em alta de 5,32% e Lloyds, de 4,80%.

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 2,24%, a 10.564,74 pontos, com ganho de 10,91% ao longo da semana. Entre os papéis mais negociados hoje, Deutsche Bank subiu 1,49% e Commerzbank, 1,19%.

O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, fechou com ganho de 1,44%, em 4.506,85 pontos, com alta de 8,48% nesta semana. Crédit Agricole teve alta de 3,84%.

Em Milão, o índice FTSE MIB avançou 1,39%, a 17.621,62 pontos, com alta de 7,55% ao longo desta semana. Banco BPM subiu 2,78% e UniCredit, 1,68%, mas Intesa Sanpaolo recuou 0,29%.

Em Madri, o IBEX 35 avançou 1,71%, a 7.070,60 pontos, com ganho de 7,43% nesta semana. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI 20 subiu 3,07%, a 4.196,31 pontos, com avanço de 5,63% na semana.



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Bolsas da Europa fecham em alta, com noticiário de coronavírus e estímulos


09/04/2020 | 14:09


As bolsas europeias avançaram nesta quinta-feira, 9, com investidores atentos aos números da pandemia de coronavírus e a possíveis sinais positivos para a reabertura da economia mais adiante. Além disso, o noticiário apoiou ações de petroleiras, embora sem sinal único, com foco em um potencial acordo para conter a oferta, e a reunião de ministros das Finanças da zona do euro gerou expectativa por mais apoio, em dia também em geral positivo para ações de bancos.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,57%, em 331,80 pontos. Como os mercados estarão fechados pelo feriado na sexta, o ganho desta semana do índice foi de 7,36%.

A disseminação do coronavírus continua a ser uma preocupação, claro, mas investidores estiveram atentos à reunião virtual dos ministros das Finanças da zona do euro, o chamado Eurogrupo, que poderia chegar a um acordo sobre apoio econômico conjunto. Até o fechamento europeu, o encontro não havia sido finalizado. O ING avalia que falta uma "reação fiscal pan-Europeia", diante da crise atual, apesar de apontar em relatório que os governos e bancos centrais "já fizeram muito para enfrentar a piora econômica com a covid-19".

A reunião virtual da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados igualmente chamou a atenção, diante da possibilidade de um corte importante na oferta. Também sem anúncio oficial até o fechamento europeu, essa questão impulsionou o petróleo e, consequentemente, várias ações relacionadas. No setor de energia, Iberdrola ganhou 2,08% em Madri e E.ON avançou 2,27% em Frankfurt, enquanto ENI ganhou 0,14% em Milão. BP, porém, caiu 1,25% em Londres e Total teve baixa de 0,75% em Paris.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) anunciou que financiará o Tesouro temporariamente por causa dos gastos extraordinários para lidar com a pandemia. A polícia local, além disso, informou que usará medidas mais extremas para garantir a quarentena, com possibilidade de que o confinamento possa ser estendido até maio no país.

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 2,90%, em 5.842,66 pontos, na máxima do dia. Nesta semana, o índice avançou 7,89%. Os bancos se saíram bem hoje, com Barclays em alta de 5,32% e Lloyds, de 4,80%.

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 2,24%, a 10.564,74 pontos, com ganho de 10,91% ao longo da semana. Entre os papéis mais negociados hoje, Deutsche Bank subiu 1,49% e Commerzbank, 1,19%.

O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, fechou com ganho de 1,44%, em 4.506,85 pontos, com alta de 8,48% nesta semana. Crédit Agricole teve alta de 3,84%.

Em Milão, o índice FTSE MIB avançou 1,39%, a 17.621,62 pontos, com alta de 7,55% ao longo desta semana. Banco BPM subiu 2,78% e UniCredit, 1,68%, mas Intesa Sanpaolo recuou 0,29%.

Em Madri, o IBEX 35 avançou 1,71%, a 7.070,60 pontos, com ganho de 7,43% nesta semana. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI 20 subiu 3,07%, a 4.196,31 pontos, com avanço de 5,63% na semana.

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