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O seu equilíbrio perfeito


Do Diário do Grande ABC

12/09/2018 | 12:48


Vivemos numa época de fórmulas prontas e de padrões que ditam como deve ser o caminho para o sucesso e para a sobrevivência no mundo organizacional, que exige cada vez mais energia e, principalmente, tempo. Com certeza você já deve ter ouvido por aí, por exemplo, inúmeras dicas de como administrar a carreira e a vida pessoal. Mas você já parou para pensar que pode não existir esse equilíbrio perfeito tão prometido?

Isso porque vivemos a falsa ilusão de que devemos equilibrar todos os pratos (carreira, família, amigos, saúde etc.) ao mesmo tempo. E em muitos períodos da vida pode se tornar impossível. Neste momento, algum cairá no chão e fatalmente quebrará. E não há culpa nenhuma nisso. É preciso aprender a conviver com essa realidade porque a vida é feita de escolhas e todas elas têm consequências.

Mas você pode estar se perguntando como manter o equilíbrio daquilo que você considera fundamental. Aqui é importante notar que ‘equilíbrio’ é algo muito pessoal, pois tudo depende do que você valoriza nesta determinada fase da sua vida.

Por exemplo, se você gosta de trabalhar mais de oito horas por dia, se vive bem com isso e a sua rede de apoio, família e filhos, entende que isso é importante para você, não há problema algum. Esse é ponto importante: o seu companheiro (a) deve estar em sintonia com os mesmos valores que você, pois se ele (a) faz questão de jantar com toda a família junta às 7h da noite e você nunca está lá, certamente os conflitos surgirão. É preciso um acordo e um alinhamento dos valores com o parceiro (a) de vida para que todos saiam satisfeitos.

Se você lembrar das aulas de história, no mundo da manufatura, antes da revolução industrial, quando a produção era realizada de forma muito simples, um sapateiro e seus dois ajudantes, por exemplo, não precisavam se equilibrar entre trabalho e vida pessoal. Porque era tudo a mesma coisa: as pessoas moravam no mesmo local do negócio, ou seja, viviam no trabalho. E ninguém achava estranho, ou seja, era a vida como ela era.

Essa necessidade de equilibrar todas as esferas da vida é recente. Mas é preciso perceber que não há um modelo ideal, ao qual se deva aderir. O ‘dever de casa’ a ser feito é descobrir qual é o seu equilibro pessoal. Algo do tipo: gosto de ficar mergulhado no trabalho ou priorizo mais as relações emocionais? Tendo a consciência de que não há certo ou errado e que, principalmente, não podemos ter tudo. Uma escolha, em muitos casos, fará com que você abra mão de outra. É a vida como ela é.

Então é necessário desenvolver o autoconhecimento, refletindo sobre o que lhe traz o sentido de realização, o que você de fato valoriza no longo prazo, não só quais são as suas necessidades imediatas. A partir daí, você perceberá que pode escolher qual o ‘prato’ que deixará cair, pois diferente do nosso exemplo do sapateiro, você pode escolher.

Eliana Dutra é Master Coach Certified pela ICF.

Palavra do leitor

Bispo

 Mais uma vez o bispo diocesano dom Pedro Carlos Cipollini, este ser humano de especial iluminação, expressa-se não somente aos católicos, nem somente aos cristãos, mas a todos os seres humanos do bem (Política, dia 9). Caberiam inúmeros comentários sobre cada frase vertida por ele, e deveriam chegar a todos os lares brasileiros, como chamado à coerência, ao patriotismo e ao amor pelo futuro do povo brasileiro, em jogo na próxima eleição nacional. Seu raciocínio caminha entre a constatação da desagregação que prevalece na política, a fadiga do povo perante esta, o necessário espírito de serviço que deve possuir quem deseja governar, a consequência e a necessidade de votar e não se omitir com votos em branco ou nulos, as divisões cruéis entre o povo, os interesses particulares para manutenção de privilégios, a educação como indispensável prioridade, o equívoco da ditadura e da violência etc. Poderíamos resumir o apelo aos políticos elegíveis e aos eleitores com uma das mais claras e tocantes frases políticas do momento trazida pelo bispo: “O que falta é unidade em torno de projetos inteligentes e capacidade de levar avante esses projeto”. Que Deus nos ajude.

Ruben J. Moreira

São Caetano

Ditadura

 Vivi muito pouco nessa época tão falada e comentada, mas pelas conversas com meu querido pai (saudades) era ruim para pessoas ‘vagabundas’, ladrões, bandidos e todo aquele que se opunha a trabalhar honestamente. E, o mais importante, pessoas ligadas ao mundo ‘artístico’ viviam dizendo que eram perseguidas – pelo menos agora esses ‘perseguidos’ estão numa ‘boa’. Morô? (Assim era como se dizia antigamente, sem metáfora com um digníssimo juiz lá de Curitiba.)

Breno Reginaldo Silva

Santo André

Tucanos

 Beto Richa, do PSDB , ex-governador do Paraná, um dos irmãos siameses do PT, foi fazer companhia para o Lula e ocupar uma das suítes na prisão de Curitiba, administrada com competência pelo gerente Sérgio Moro. Porém, é notório que ainda há várias outras unidades desocupadas e prontas para receber os seus colegas: Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin, Aloysio Nunes e até FHC, se as investigações da Lava Jato retroagirem e alcançarem o projeto reeleição.

Benone Augusto de Paiva

Capital

Samu

 Eu, meus irmãos Vera Lucia e Orival e meus cunhados Cesar e Ana Paula agradecemos de coração às equipes do Samu, bem como médicos e demais pessoas da emergência do PS Central pelo profissionalismo, dedicação e respeito que dispensaram à nossa mãe Clementina Rocha Mendes, falecida dia 8. Que Deus abençoe a todos.

Nelson Mendes

São Bernardo

Entulhos?

 Santo André tem alguns pontos de descarte de entulhos, como restos de construção, madeiras, plásticos, papelão e outros itens. Esse é ótimo serviço prestado pela Prefeitura em conjunto com o Semasa, visando zelar e cuidar da limpeza da cidade. Junto com esses materiais sempre tem algum objeto, utensílio ou algo em bom estado que ainda pode ser reutilizado por alguém que necessite e não tem condições para comprar. Por exemplo: cadeira, banco de madeira, prateleira e outras coisas mais. Um desses locais fica na Avenida Prestes Maia, que eu utilizo sempre que preciso descartar algo. O que está ocorrendo é que, quando existem objetos aproveitáveis, como os mencionados ou algum outro qualquer, os funcionários não estão autorizados a doar a quem necessita. Acredito que essa decisão deveria ser revista pelas autoridades competentes, pois podem ajudar aqueles que mais precisam, inclusive restaurando e dando vida nova a determinados materiais descartados. Fica a sugestão. 

Mauri Fontes

 Santo André



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