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Concurso em Mauá tem 21 mil inscritos


Do Diário do Grande ABC

17/02/2010 | 07:00


O Concurso Público 02/2009, organizado pela Prefeitura de Mauá, teve 21.673 inscritos, que disputarão 309 postos de trabalho na estrutura do Executivo municipal.

Os números mostram, no entanto, que a distribuição é bem desigual. A área mais procurada foi a de agente administrativo 1: são 148 candidatos para cada vaga. Com salário de R$ 944,99, o cargo será disputado por 8.172 pessoas. A Prefeitura disponibilizou 55 postos de emprego.

Por outro lado, o cargo de Instrutor de ginástica rítmica, com uma única vaga disponibilizada pelo Paço, não terá concorrência, literalmente. Somente uma pessoa se inscreveu para o trabalho, que tem o salário mensal de R$ 1.164,99.

O contraste também ocorre entre os cargos de merendeira 1 e funileiro 1. Enquanto as 50 vagas de merendeira serão postas à prova para 4.504 pessoas, uma média de 90 interessados por posto, o cargo de funileiro só teve três inscrições. O salário é o mesmo em ambos os casos: R$ 944,99. "Há cargos em que cobram experiência técnica e isso pode ter afastado um pouco as inscrições", disse o vereador Manoel Lopes (DEM). "Fazer concurso para só uma vaga é carta marcada ou um meio de arrecadar dinheiro", completou o democrata, um dos principais críticos do governo Oswaldo Dias (PT).

DATAS - As provas ocorrerão nos dois próximos domingos deste mês, dias 21 e 28, em escolas estaduais do município, conforme portaria publicada pelo Executivo. As datas foram divididas por cargo e ordem alfabética dos inscritos no concurso.

Edital das provas apresentou problemas legais

O regulamento do concurso se mostrou uma ferramenta poderosa de críticas por parte dos opositores do prefeito Oswaldo Dias.

O edital das provas, primeiramente, era conflitante com leis municipais no que se referia às condições para que munícipes pudessem se isentar da taxa de inscrição.Enquanto uma lei municipal dispunha sobre a possibilidade de isenção, o edital especificava que só moradores de Mauá que pudessem comprovar que eram eleitores no município - o que não necessariamente comprova renda - e que fossem titulares de contas de luz. A manobra foi considerada como "eleitoreira" pelos vereadores de oposição, como Manoel Lopes (DEM) e Atila Jacomussi (PV).



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