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Minha melhor amiga!

Para alguns jovens, a mãe é a melhor pessoa para confiar, se abrir e até mesmo se divertir


Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

12/05/2013 | 07:00


Claudinei Plaza

Para Marina Andrade, 16 anos, de Mauá, estar entre amigos é uma das coisas mais prazerosas da vida. Mas ela não fica triste quando não pode passear ou trazer a galera para casa. Afinal, sempre há tempo para diversão e bate-papos interessantes com a melhor amiga: Selma de Lourdes Andrade de Oliveira, 49, sua mãe.

"Assistimos à TV, saímos e brincamos. Conversamos sobre tudo. Ela me dá inúmeros conselhos", diz a garota.
As amigas da escola de Marina também adoram papear com Selma. "Acho até que preferem ela a mim. Falam que é engraçada e divertida. E é mesmo." Segundo a mãe, essa proximidade é importante. "Se não abraçarmos nossos filhos, o mundo abraça. Eles precisam de liberdade em casa." Selma garante que Marina ajuda a manter a boa relação. "Ela me respeita e me escuta. É difícil a gente entrar em atrito."

Mas esse tipo de amizade não ocorre só com as garotas. Vinicius Leite dos Santos, 13, de São Bernardo, também considera a mãe, Kátia Rosa Leite da Silveira, 34, sua melhor amiga. "Tudo que preciso, sei que posso contar com ela." E não importa o problema, ela sempre faz de tudo para salvá-lo. "Quando estava entediado, sem ter o que fazer, minha mãe aceitou jogar videogame comigo. Foi uma surpresa, pois ela nunca gostou muito da brincadeira."

Mesmo quando não manja dos assuntos de interesse do filho, Kátia dá um jeitinho de participar da conversa. "Falo sobre meu dia e das coisas que gosto, jogos e filmes. Adoro Star Wars e, às vezes, esqueço que ela não conhece esse mundo fantástico. Mesmo assim, se esforça para entender."

Na opinião da mãe, estar sempre presente na vida de Vinicius é mistura de alegria e alívio. "Fico sabendo tudo o que acontece com ele. Isso me acalma, pois existem casos em que a mãe é a última a saber o que o filho está passando. Não quero isso", afirma. "Só é difícil estar mais próxima porque trabalho fora. Mas ele me ajuda, é atencioso, amigo e carinhoso."



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Minha melhor amiga!

Para alguns jovens, a mãe é a melhor pessoa para confiar, se abrir e até mesmo se divertir

Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

12/05/2013 | 07:00


Claudinei Plaza

Para Marina Andrade, 16 anos, de Mauá, estar entre amigos é uma das coisas mais prazerosas da vida. Mas ela não fica triste quando não pode passear ou trazer a galera para casa. Afinal, sempre há tempo para diversão e bate-papos interessantes com a melhor amiga: Selma de Lourdes Andrade de Oliveira, 49, sua mãe.

"Assistimos à TV, saímos e brincamos. Conversamos sobre tudo. Ela me dá inúmeros conselhos", diz a garota.
As amigas da escola de Marina também adoram papear com Selma. "Acho até que preferem ela a mim. Falam que é engraçada e divertida. E é mesmo." Segundo a mãe, essa proximidade é importante. "Se não abraçarmos nossos filhos, o mundo abraça. Eles precisam de liberdade em casa." Selma garante que Marina ajuda a manter a boa relação. "Ela me respeita e me escuta. É difícil a gente entrar em atrito."

Mas esse tipo de amizade não ocorre só com as garotas. Vinicius Leite dos Santos, 13, de São Bernardo, também considera a mãe, Kátia Rosa Leite da Silveira, 34, sua melhor amiga. "Tudo que preciso, sei que posso contar com ela." E não importa o problema, ela sempre faz de tudo para salvá-lo. "Quando estava entediado, sem ter o que fazer, minha mãe aceitou jogar videogame comigo. Foi uma surpresa, pois ela nunca gostou muito da brincadeira."

Mesmo quando não manja dos assuntos de interesse do filho, Kátia dá um jeitinho de participar da conversa. "Falo sobre meu dia e das coisas que gosto, jogos e filmes. Adoro Star Wars e, às vezes, esqueço que ela não conhece esse mundo fantástico. Mesmo assim, se esforça para entender."

Na opinião da mãe, estar sempre presente na vida de Vinicius é mistura de alegria e alívio. "Fico sabendo tudo o que acontece com ele. Isso me acalma, pois existem casos em que a mãe é a última a saber o que o filho está passando. Não quero isso", afirma. "Só é difícil estar mais próxima porque trabalho fora. Mas ele me ajuda, é atencioso, amigo e carinhoso."

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