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Capital em movimento


Christiane Ferreira
Enviada ao México

06/11/2008 | 07:04


Capital em Movimento, slogan criado pela Secretaria de Turismo do México, é um título perfeito para traduzir a Cidade do México, também chamada de Distrito Federal.

Se você imagina que o trânsito de São Paulo é caótico, espere para andar por lá. Diariamente 4 milhões de carros circulam pelas ruas, fazendo com que infrações e estresse sejam inevitáveis e uma dose de paciência, fundamental.

No entanto, não se preocupe: até mesmo o tráfego intenso vale a pena. É um momento a mais para desfrutar de todas as belezas que a cidade reserva.
Ao andar de carro pela Avenida Paseo de La Reforma - a principal, com 40 quilômetros de extensão - é possível ver o design de seus bancos diferenciados, em formatos de círculo e de cartas de baralho, entre outros. Há também exposições itinerantes - como os carros alegóricos feitos em papel machê -, ônibus (autobuses) pequenos que tocam músicas mexicanas. É também nos domingos que a avenida ganha um charme a mais: é fechada para que moradores e turistas possam desfrutar de momentos agradáveis em passeios de bicicleta ou a pé.

Andando pela cidade também é possível descobrir que a liberdade de expressão, diferentemente do Brasil, é levada às últimas conseqüências. Um exemplo disso são os ‘descorados', moradores que foram retirados do campo pelo governo e que atualmente fazem manifestações somente com as roupas de baixo e muitas vezes nus.

Construída sobre um lago, a Cidade do México tem 1.600 quilômetros quadrados e está entre as mais populosas do mundo, atrás somente de Japão e China. Possui no total 104 vulcões adormecidos, que às vezes ainda liberam vapores com odor característico.

Entre seus bairros, há muito para se conhecer. Polanco, zona chique onde moram os famosos, os aluguéis podem chegar a US$ 2.000. No local, discotecas e bares fazem a alegria dos jovens. Em Mazaryk, lojas de grifes chiques como Chanel, Cartier, Roberto Cavali, Gucci, além de café e restaurantes proporcionam um toque de glamour.

Nas ruas, a segurança é feita por policiais do sexo feminino, na sua maioria, pois lá acredita-se que as mulheres são menos corrompíveis.

Uma das ótimas opções para circular e conhecer a Cidade do México sozinho é o Turibus, um ônibus turístico que faz diversos circuitos pela cidade e funciona das 9h às 21h. Basta pagar uma vez e não tirar a pulseirinha para subir e descer quantas vezes quiser.

De segunda a sexta o Turibus sai por 100 pesos (cerca de R$ 16); aos sábados, domingos e feriados, 115 pesos (cerca de R$ 19); e crianças de 4 a 12 anos pagam 50 pesos (cerca de R$ 8).

NÚMEROS
Em 2007, o país recebeu a visita de 57 mil brasileiros, que preferem Acapulco, Cabo São Lucas, Cancun e Cozumel. Mas segundo o diretor de marketing do Conselho de Promoção Turística do México, Milko Rivera Hope, o número está crescendo. Somente para 2009, a espera é de 21 milhões de visitantes internacionais, e a intenção é atrair cada vez mais os brasileiros. "A cultura mexicana pode competir com qualquer outra do planeta", enfatiza Milko.

A jornalista viajou a convite do Conselho de Promoção Turística do México e da LAN



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Capital em movimento

Christiane Ferreira
Enviada ao México

06/11/2008 | 07:04


Capital em Movimento, slogan criado pela Secretaria de Turismo do México, é um título perfeito para traduzir a Cidade do México, também chamada de Distrito Federal.

Se você imagina que o trânsito de São Paulo é caótico, espere para andar por lá. Diariamente 4 milhões de carros circulam pelas ruas, fazendo com que infrações e estresse sejam inevitáveis e uma dose de paciência, fundamental.

No entanto, não se preocupe: até mesmo o tráfego intenso vale a pena. É um momento a mais para desfrutar de todas as belezas que a cidade reserva.
Ao andar de carro pela Avenida Paseo de La Reforma - a principal, com 40 quilômetros de extensão - é possível ver o design de seus bancos diferenciados, em formatos de círculo e de cartas de baralho, entre outros. Há também exposições itinerantes - como os carros alegóricos feitos em papel machê -, ônibus (autobuses) pequenos que tocam músicas mexicanas. É também nos domingos que a avenida ganha um charme a mais: é fechada para que moradores e turistas possam desfrutar de momentos agradáveis em passeios de bicicleta ou a pé.

Andando pela cidade também é possível descobrir que a liberdade de expressão, diferentemente do Brasil, é levada às últimas conseqüências. Um exemplo disso são os ‘descorados', moradores que foram retirados do campo pelo governo e que atualmente fazem manifestações somente com as roupas de baixo e muitas vezes nus.

Construída sobre um lago, a Cidade do México tem 1.600 quilômetros quadrados e está entre as mais populosas do mundo, atrás somente de Japão e China. Possui no total 104 vulcões adormecidos, que às vezes ainda liberam vapores com odor característico.

Entre seus bairros, há muito para se conhecer. Polanco, zona chique onde moram os famosos, os aluguéis podem chegar a US$ 2.000. No local, discotecas e bares fazem a alegria dos jovens. Em Mazaryk, lojas de grifes chiques como Chanel, Cartier, Roberto Cavali, Gucci, além de café e restaurantes proporcionam um toque de glamour.

Nas ruas, a segurança é feita por policiais do sexo feminino, na sua maioria, pois lá acredita-se que as mulheres são menos corrompíveis.

Uma das ótimas opções para circular e conhecer a Cidade do México sozinho é o Turibus, um ônibus turístico que faz diversos circuitos pela cidade e funciona das 9h às 21h. Basta pagar uma vez e não tirar a pulseirinha para subir e descer quantas vezes quiser.

De segunda a sexta o Turibus sai por 100 pesos (cerca de R$ 16); aos sábados, domingos e feriados, 115 pesos (cerca de R$ 19); e crianças de 4 a 12 anos pagam 50 pesos (cerca de R$ 8).

NÚMEROS
Em 2007, o país recebeu a visita de 57 mil brasileiros, que preferem Acapulco, Cabo São Lucas, Cancun e Cozumel. Mas segundo o diretor de marketing do Conselho de Promoção Turística do México, Milko Rivera Hope, o número está crescendo. Somente para 2009, a espera é de 21 milhões de visitantes internacionais, e a intenção é atrair cada vez mais os brasileiros. "A cultura mexicana pode competir com qualquer outra do planeta", enfatiza Milko.

A jornalista viajou a convite do Conselho de Promoção Turística do México e da LAN

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