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Carteira de crédito em agosto deve subir 11,6% ante um ano, prevê Febraban



25/09/2020 | 13:10


O saldo consolidado do crédito em agosto deverá apresentar alta mensal de 1,5%, e de 11,6% na relação anual, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 25, pela Federação Brasileira dos Bancos, a Febraban. Se os dados forem confirmados pelos números oficiais do Banco Central (BC), que serão divulgados na próxima segunda-feira, dia 28, essa será a maior taxa desde novembro de 2014 (11,7%), reforçando os sinais de retomada da economia.

"As estimativas de nossa pesquisa, se confirmadas, mostrarão uma retomada mais consistente da atividade econômica e do consumo das famílias. Também reforçam mais uma vez o papel que o sistema financeiro tem desempenhado durante a crise da Covid-19, sempre buscando mitigar os impactos negativos da pandemia", afirma o presidente da Febraban, Isaac Sidney, em nota.

Segundo a Febraban, o saldo total de crédito deve seguir com a expansão de dois dígitos pelo segundo mês consecutivo, mostrando aceleração em relação ao crescimento registrado em julho (11,3%).

O levantamento mostra que em volume, o estoque de crédito deve subir para R$ 3,72 trilhões, equivalente a cerca de 52% do PIB, maior proporção em relação ao Produto Interno Bruto brasileiro desde o primeiro semestre de 2016.



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Carteira de crédito em agosto deve subir 11,6% ante um ano, prevê Febraban


25/09/2020 | 13:10


O saldo consolidado do crédito em agosto deverá apresentar alta mensal de 1,5%, e de 11,6% na relação anual, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 25, pela Federação Brasileira dos Bancos, a Febraban. Se os dados forem confirmados pelos números oficiais do Banco Central (BC), que serão divulgados na próxima segunda-feira, dia 28, essa será a maior taxa desde novembro de 2014 (11,7%), reforçando os sinais de retomada da economia.

"As estimativas de nossa pesquisa, se confirmadas, mostrarão uma retomada mais consistente da atividade econômica e do consumo das famílias. Também reforçam mais uma vez o papel que o sistema financeiro tem desempenhado durante a crise da Covid-19, sempre buscando mitigar os impactos negativos da pandemia", afirma o presidente da Febraban, Isaac Sidney, em nota.

Segundo a Febraban, o saldo total de crédito deve seguir com a expansão de dois dígitos pelo segundo mês consecutivo, mostrando aceleração em relação ao crescimento registrado em julho (11,3%).

O levantamento mostra que em volume, o estoque de crédito deve subir para R$ 3,72 trilhões, equivalente a cerca de 52% do PIB, maior proporção em relação ao Produto Interno Bruto brasileiro desde o primeiro semestre de 2016.

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