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Moradores da Vl.Pires capinam calçadas

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mato alto no entorno da Escola Estadual Sérgio Milliet servia de esconderijo para bandidos


Bia Moço
Especial para o Diário

01/05/2018 | 07:00


 Moradores da Vila Pires, em Santo André, se juntaram no domingo para limpar as calçadas do entorno da Escola Estadual Sérgio Milliet, que ocupa um quarteirão – ruas Jurubatuba, Alba Frota, Senador Rui Carneiro e Coimbra. O mato, que já alcançava cerca de dois metros de altura, além de dificultar a passagem, causava insegurança na população, pois foram vários os relatos de assaltos realizados por indivíduos que se escondiam no local.

Moradores das quatro ruas que formam o quarteirão da unidade disseram que protocolaram pedidos de capinagem na Prefeitura. No entanto, não obtiveram retorno e, por esse motivo, decidiram fazer o serviço.

Para o músico Ademilton de Almeida Prado, 36 anos, o bairro enfrenta dois graves problemas: sujeira e insegurança. Ele mora com o pai na Rua Senador Rui Carneiro, há cinco anos, e relata que do meio do ano passado para cá a área está abandonada.

“Estava cansado de olhar para o matagal que tinha aqui. Além de sujeira e muito lixo, estava com cheiro ruim e ratos. Chamei meu pai e disse que teríamos de fazer algo, então pegamos uma enxada e começamos a capinar. Os vizinhos viram e se juntaram e, em seis horas, praticamente finalizamos o trabalho.”

Na calçada da Rua Coimbra é possível ver montanhas de mato que eles juntaram. De acordo com Edna Lúcio, 64, não há como recolher toda a quantidade, motivo pelo qual fizeram montes e solicitaram a retirada ao Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) . “Tiramos daqui dois sacos de lixo gigantes cheios de latas de cerveja e garrafas. Agora o mato não conseguimos ensacar, tem muito.”

A atendente de pizzaria chega em casa todos os dias de madrugada e diz que agora talvez seja mais tranquilo entrar na garagem. “Só em fevereiro houve cinco assaltos aqui. A molecada se esconde no mato e quando chegamos ou saímos de casa, nos assaltam.”

Questionada, a Prefeitura informou que, por se tratar de equipamento estadual, cabe ao governo do Estado a manutenção, tanto da escola quanto do entorno.  



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Moradores da Vl.Pires capinam calçadas

Mato alto no entorno da Escola Estadual Sérgio Milliet servia de esconderijo para bandidos

Bia Moço
Especial para o Diário

01/05/2018 | 07:00


 Moradores da Vila Pires, em Santo André, se juntaram no domingo para limpar as calçadas do entorno da Escola Estadual Sérgio Milliet, que ocupa um quarteirão – ruas Jurubatuba, Alba Frota, Senador Rui Carneiro e Coimbra. O mato, que já alcançava cerca de dois metros de altura, além de dificultar a passagem, causava insegurança na população, pois foram vários os relatos de assaltos realizados por indivíduos que se escondiam no local.

Moradores das quatro ruas que formam o quarteirão da unidade disseram que protocolaram pedidos de capinagem na Prefeitura. No entanto, não obtiveram retorno e, por esse motivo, decidiram fazer o serviço.

Para o músico Ademilton de Almeida Prado, 36 anos, o bairro enfrenta dois graves problemas: sujeira e insegurança. Ele mora com o pai na Rua Senador Rui Carneiro, há cinco anos, e relata que do meio do ano passado para cá a área está abandonada.

“Estava cansado de olhar para o matagal que tinha aqui. Além de sujeira e muito lixo, estava com cheiro ruim e ratos. Chamei meu pai e disse que teríamos de fazer algo, então pegamos uma enxada e começamos a capinar. Os vizinhos viram e se juntaram e, em seis horas, praticamente finalizamos o trabalho.”

Na calçada da Rua Coimbra é possível ver montanhas de mato que eles juntaram. De acordo com Edna Lúcio, 64, não há como recolher toda a quantidade, motivo pelo qual fizeram montes e solicitaram a retirada ao Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) . “Tiramos daqui dois sacos de lixo gigantes cheios de latas de cerveja e garrafas. Agora o mato não conseguimos ensacar, tem muito.”

A atendente de pizzaria chega em casa todos os dias de madrugada e diz que agora talvez seja mais tranquilo entrar na garagem. “Só em fevereiro houve cinco assaltos aqui. A molecada se esconde no mato e quando chegamos ou saímos de casa, nos assaltam.”

Questionada, a Prefeitura informou que, por se tratar de equipamento estadual, cabe ao governo do Estado a manutenção, tanto da escola quanto do entorno.  

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