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Leeds reaparece com vontade de rock

Renan Facciolo/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após hiato de quase um ano, banda de Santo André volta aos palcos com novas faixas


Vinícius Castelli

01/05/2018 | 07:00


Banda que cativou fãs com discos como Geração Roubada e o que dá nome ao grupo, a Leeds está de volta. A ausência dos palcos durou cerca de um ano, mas agora, o trio roqueiro, independente e andreense retoma os shows e ressurge com novidades. Formada por Renan Paiva (guitarra e voz), Willian Paiva (bateria e backing vocal) e Leandro Sant’Ana (contrabaixo, teclado e sintetizador), a banda toca sexta-feira, no Cactus Grill & Music, em Santo André, a partir das 21h. O grupo Black Old Shirt se encarrega da abertura.

Nome que tocou em projetos como Estúdio 7 Cidades, no Sesc Santo André, e passou também no Festival de Cultura e Arte do Grande ABC, promovido pelo Diário, a banda aproveita a oportunidade para mostrar ao público um pouco de suas novas composições, que estarão presentes no terceiro disco, previsto para sair nos próximos meses.

Segundo Sant’Ana, as músicas foram compostas nesses meses em que a banda ficou longe dos palcos. “Todo esse período foi um grande laboratório”, explica. Ele diz que pausa foi processo natural para o grupo. Havia shows para fazer, porém, optaram por continuar trabalhando em estúdio, compondo e desenvolvendo o conceito que há em mente sobre a direção do novo disco. Se tratará de álbum aberto a interpretações, pois há momentos instrumentais que também evocam sensações. As letras falam do ser humano atual e suas mazelas.

Para quem espera o rock ácido de praxe do trio, há mais que isso. O contrabaixista explica que a receita musical da Leeds mudou do último disco para cá. “Além do contrabaixo, toco teclado e sintetizador nas novas músicas, e isso trouxe uma textura diferente para nosso som. Há bastante ‘luz e sombra’, momentos de tensão e leveza. Não é um som processado de efeitos que parece uma grande massa sonora. É um som ao vivo, gravado ao vivo e executado com o coração, de seres humanos para outros seres humanos.”

Leeds – Música. No Cactus Grill & Music – Rua Abolição, 387. Santo André. Sexta-feira, a partir das 21h. Ingr.: R$ 10. 



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Leeds reaparece com vontade de rock

Após hiato de quase um ano, banda de Santo André volta aos palcos com novas faixas

Vinícius Castelli

01/05/2018 | 07:00


Banda que cativou fãs com discos como Geração Roubada e o que dá nome ao grupo, a Leeds está de volta. A ausência dos palcos durou cerca de um ano, mas agora, o trio roqueiro, independente e andreense retoma os shows e ressurge com novidades. Formada por Renan Paiva (guitarra e voz), Willian Paiva (bateria e backing vocal) e Leandro Sant’Ana (contrabaixo, teclado e sintetizador), a banda toca sexta-feira, no Cactus Grill & Music, em Santo André, a partir das 21h. O grupo Black Old Shirt se encarrega da abertura.

Nome que tocou em projetos como Estúdio 7 Cidades, no Sesc Santo André, e passou também no Festival de Cultura e Arte do Grande ABC, promovido pelo Diário, a banda aproveita a oportunidade para mostrar ao público um pouco de suas novas composições, que estarão presentes no terceiro disco, previsto para sair nos próximos meses.

Segundo Sant’Ana, as músicas foram compostas nesses meses em que a banda ficou longe dos palcos. “Todo esse período foi um grande laboratório”, explica. Ele diz que pausa foi processo natural para o grupo. Havia shows para fazer, porém, optaram por continuar trabalhando em estúdio, compondo e desenvolvendo o conceito que há em mente sobre a direção do novo disco. Se tratará de álbum aberto a interpretações, pois há momentos instrumentais que também evocam sensações. As letras falam do ser humano atual e suas mazelas.

Para quem espera o rock ácido de praxe do trio, há mais que isso. O contrabaixista explica que a receita musical da Leeds mudou do último disco para cá. “Além do contrabaixo, toco teclado e sintetizador nas novas músicas, e isso trouxe uma textura diferente para nosso som. Há bastante ‘luz e sombra’, momentos de tensão e leveza. Não é um som processado de efeitos que parece uma grande massa sonora. É um som ao vivo, gravado ao vivo e executado com o coração, de seres humanos para outros seres humanos.”

Leeds – Música. No Cactus Grill & Music – Rua Abolição, 387. Santo André. Sexta-feira, a partir das 21h. Ingr.: R$ 10. 

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