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Servidores de Diadema pedem 10% de reajuste salarial

No ano passado, Sindema conviveu com aumento zero ao funcionalismo


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

20/02/2018 | 07:00


No mesmo dia em que promoveu protestos em Diadema contra a reforma da Previdência, servidores públicos do município aprovaram ontem a pauta de reivindicações na qual o principal pleito é o reajuste salarial de 10% para a categoria neste ano. A proposta foi avalizada em assembleia na sede do Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema).

O índice pleiteado, segundo o Sindema, refere-se ao acúmulo dos indicadores da inflação de 2017 (4,48%) e 2018 (que deve ficar em aproximadamente 3%), somado a cerca de 2% de ganho real “por conta da não aplicação da inflação no ano passado”. “Vamos protocolar a pauta provavelmente amanhã (hoje) e iniciaremos as negociações num cenário em que a Prefeitura está numa melhor situação financeira do que em 2017. Vamos reivindicar aquilo que é direito, principalmente a reposição da inflação, que não abrimos mão”, explicou o presidente do Sindema, José Aparecido da Silva, o Neno.

No ano passado, servidores diademenses conviveram com aumento zero oferecido pelo Paço. Apesar de a direção do Sindema estender a negociação com o governo Lauro Michels (PV), a data-base da categoria (março) ficou prejudicada. Em meados de outubro, a gestão verde encaminhou à Câmara, na surdina, projeto que pretendia restringir o acesso a diversos direitos históricos do funcionalismo no estatuto dos servidores. Essa tentativa tomou o calendário da categoria, que se mobilizou e conseguiu ver a medida ser engavetada.

Neste ano, porém, o Sindema acredita ser possível emplacar as reivindicações por acreditar que a “situação financeira da Prefeitura está melhor que no ano passado”. O sindicato vai se apegar aos números publicados pelo próprio Paço no fim de janeiro que revelam a redução do índice de gastos com pessoal, que havia chegado aos 58% – acima do teto permitido da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

PROTESTOS
No início da manhã, os servidores se uniram a outros trabalhadores de diversas categorias e promoverem protestos contra a reforma da Previdência. Localizada ao lado do prédio do Sindema, a sede do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em Diadema chegou a ser ocupada pela categoria por cerca de 40 minutos.

Munidos de placas contra a reforma e apitos, dirigentes do Sindema criticaram possíveis mudanças na Previdência. Mais tarde, porém, o governo federal admitiu que suspenderia a tramitação do projeto. 



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Servidores de Diadema pedem 10% de reajuste salarial

No ano passado, Sindema conviveu com aumento zero ao funcionalismo

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

20/02/2018 | 07:00


No mesmo dia em que promoveu protestos em Diadema contra a reforma da Previdência, servidores públicos do município aprovaram ontem a pauta de reivindicações na qual o principal pleito é o reajuste salarial de 10% para a categoria neste ano. A proposta foi avalizada em assembleia na sede do Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema).

O índice pleiteado, segundo o Sindema, refere-se ao acúmulo dos indicadores da inflação de 2017 (4,48%) e 2018 (que deve ficar em aproximadamente 3%), somado a cerca de 2% de ganho real “por conta da não aplicação da inflação no ano passado”. “Vamos protocolar a pauta provavelmente amanhã (hoje) e iniciaremos as negociações num cenário em que a Prefeitura está numa melhor situação financeira do que em 2017. Vamos reivindicar aquilo que é direito, principalmente a reposição da inflação, que não abrimos mão”, explicou o presidente do Sindema, José Aparecido da Silva, o Neno.

No ano passado, servidores diademenses conviveram com aumento zero oferecido pelo Paço. Apesar de a direção do Sindema estender a negociação com o governo Lauro Michels (PV), a data-base da categoria (março) ficou prejudicada. Em meados de outubro, a gestão verde encaminhou à Câmara, na surdina, projeto que pretendia restringir o acesso a diversos direitos históricos do funcionalismo no estatuto dos servidores. Essa tentativa tomou o calendário da categoria, que se mobilizou e conseguiu ver a medida ser engavetada.

Neste ano, porém, o Sindema acredita ser possível emplacar as reivindicações por acreditar que a “situação financeira da Prefeitura está melhor que no ano passado”. O sindicato vai se apegar aos números publicados pelo próprio Paço no fim de janeiro que revelam a redução do índice de gastos com pessoal, que havia chegado aos 58% – acima do teto permitido da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

PROTESTOS
No início da manhã, os servidores se uniram a outros trabalhadores de diversas categorias e promoverem protestos contra a reforma da Previdência. Localizada ao lado do prédio do Sindema, a sede do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em Diadema chegou a ser ocupada pela categoria por cerca de 40 minutos.

Munidos de placas contra a reforma e apitos, dirigentes do Sindema criticaram possíveis mudanças na Previdência. Mais tarde, porém, o governo federal admitiu que suspenderia a tramitação do projeto. 

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