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Fiesp cobra atitude do governo



06/12/2008 | 07:00


O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, cobrou do governo medidas para que os bancos liberem mais crédito para a economia.

Skaf apontou que o principal problema da economia do País neste momento é a falta de crédito e seu custo elevado. "Seria o caso de liberação de novos compulsórios? Eu diria que, antes disso, o que precisa é pegar os recursos que já estão nos bancos", defendeu.

Em sua avaliação, as instituições financeiras têm recursos disponíveis, mas, diante da situação de crise, estão mais cautelosas e exigentes. "A verdade é que o crédito não aparece", criticou.

Segundo Skaf, não se trata de liberar mais recursos aos bancos, e sim fazer com que esses bancos liberem os seus recursos disponíveis e irriguem a economia. "Creio que com um pouco de criatividade e competência não falta aos homens do Banco Central e do Ministério da Fazenda. Eles sabem como tomar providências que devolvam esses recursos e que baixem os juros."

Skaf reconheceu que a situação começou a melhorar nos bancos oficiais, mas avaliou que a economia precisa de mais recursos. "O crédito sumiu no início de outubro", apontou, destacando que foi nesse momento que a crise financeira internacional começou a ser realmente sentida no País.

Ele vê uma retomada no crédito, mas destacou que depois que as fontes externas de financiamento secaram e o crédito interno não aumentou para acompanhar a demanda a situação de diversas empresas foi prejudicada.

O presidente da Fiesp reclamou do "altíssimo custo" do crédito e pediu uma queda das taxas de juros. Outra sugestão de Skaf é de adotar uma forma de controle de algumas importações, em especial de manufaturados, que concorram com a produção local. "Quando você importa um produto sem a extrema necessidade para o País, você está exportando dólares e empregos do Brasil", avaliou.



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Fiesp cobra atitude do governo


06/12/2008 | 07:00


O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, cobrou do governo medidas para que os bancos liberem mais crédito para a economia.

Skaf apontou que o principal problema da economia do País neste momento é a falta de crédito e seu custo elevado. "Seria o caso de liberação de novos compulsórios? Eu diria que, antes disso, o que precisa é pegar os recursos que já estão nos bancos", defendeu.

Em sua avaliação, as instituições financeiras têm recursos disponíveis, mas, diante da situação de crise, estão mais cautelosas e exigentes. "A verdade é que o crédito não aparece", criticou.

Segundo Skaf, não se trata de liberar mais recursos aos bancos, e sim fazer com que esses bancos liberem os seus recursos disponíveis e irriguem a economia. "Creio que com um pouco de criatividade e competência não falta aos homens do Banco Central e do Ministério da Fazenda. Eles sabem como tomar providências que devolvam esses recursos e que baixem os juros."

Skaf reconheceu que a situação começou a melhorar nos bancos oficiais, mas avaliou que a economia precisa de mais recursos. "O crédito sumiu no início de outubro", apontou, destacando que foi nesse momento que a crise financeira internacional começou a ser realmente sentida no País.

Ele vê uma retomada no crédito, mas destacou que depois que as fontes externas de financiamento secaram e o crédito interno não aumentou para acompanhar a demanda a situação de diversas empresas foi prejudicada.

O presidente da Fiesp reclamou do "altíssimo custo" do crédito e pediu uma queda das taxas de juros. Outra sugestão de Skaf é de adotar uma forma de controle de algumas importações, em especial de manufaturados, que concorram com a produção local. "Quando você importa um produto sem a extrema necessidade para o País, você está exportando dólares e empregos do Brasil", avaliou.

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