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Assassinato é percebido somente na autópsia


Evandro De Marco
Do Diário do Grande ABC

26/12/2008 | 07:01


Antonio Evandro Silva, 39 anos, foi encontrado morto em cima da cama em seu quarto na noite de anteontem. A família ligou para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e para a Polícia Militar, que foram ao local e se certificaram da morte do vigia, mas sem causa aparente de violência.

O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo como morte natural e, somente na manhã seguinte, a polícia soube que Silva havia sido assassinado.

Durante a autópsia, o médico-legista percebeu a perfuração na região acima da cintura. A bala perfurou vários órgão vitais e se alojou no ombro esquerdo de Silva, mas não provocou sangramento.

Para o delegado Neliton Cabral, o fato de a vítima vestir uma camiseta azul marinho teria dificultado a percepção dos policiais e dos funcionários do Samu. "Disseram que foi morte natural. A gente acredita e não envia perícia ao local porque não houve violência."

Acompanhado de outro delegado, Giuliano de Migueli, Cabral chegou ao assassino.

Antonio Inácio da Silva, 42, primo da vítima, foi preso em casa, no Jardim Calux, e confessou o crime.



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Assassinato é percebido somente na autópsia

Evandro De Marco
Do Diário do Grande ABC

26/12/2008 | 07:01


Antonio Evandro Silva, 39 anos, foi encontrado morto em cima da cama em seu quarto na noite de anteontem. A família ligou para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e para a Polícia Militar, que foram ao local e se certificaram da morte do vigia, mas sem causa aparente de violência.

O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo como morte natural e, somente na manhã seguinte, a polícia soube que Silva havia sido assassinado.

Durante a autópsia, o médico-legista percebeu a perfuração na região acima da cintura. A bala perfurou vários órgão vitais e se alojou no ombro esquerdo de Silva, mas não provocou sangramento.

Para o delegado Neliton Cabral, o fato de a vítima vestir uma camiseta azul marinho teria dificultado a percepção dos policiais e dos funcionários do Samu. "Disseram que foi morte natural. A gente acredita e não envia perícia ao local porque não houve violência."

Acompanhado de outro delegado, Giuliano de Migueli, Cabral chegou ao assassino.

Antonio Inácio da Silva, 42, primo da vítima, foi preso em casa, no Jardim Calux, e confessou o crime.

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