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Desertor da KGB se considera abandonado


Das Agências

02/01/2001 | 14:10


Um ex-espiao da KGB (serviço secreto soviético) refugiado na Gra-Bretanha depois de ter colaborado com o serviço secreto desse país acusou o Governo britânico de tê-lo abandonado à própria sorte em um estado de pobreza, informou nesta terça-feira a imprensa britânica.

Um porta-voz do Ministério britânico do Interior se negou a confirmar sua existência, alegando que nao comenta ''os casos individuais''. Viktor Makarov, de 45 anos, um ex-membro da seçao 16 da KGB, afirma ter processado o Governo britânico e se queixado à rainha da Inglaterra, em relaçao com o que lhe aconteceu desde sua chegada à Gra-Bretanha em 1993.

''Prometeram-me uma qualidade de vida média o que era suficiente para mim. Mas passei estes últimos sete anos em pequenos quartos mobiliados. Nunca tive um alojamento seguro. Nao cumpriram suas promessas'', queixou-se o ex-espiao, citado pelo jornal Daily Telegraph.

Segundo o jornal, o Ministério britânico do Interior considerou que as informaçoes fornecidas por Makarov nos anos 80 nao eram suficientes para justificar um tratamento de favor.

Makarov alega que decifrava e traduzia as comunicaçoes de embaixadas estrangeiras em Moscou e informava aos serviços secretos britânicos sobre os métodos utilizados com esse fim pela KGB.



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Desertor da KGB se considera abandonado

Das Agências

02/01/2001 | 14:10


Um ex-espiao da KGB (serviço secreto soviético) refugiado na Gra-Bretanha depois de ter colaborado com o serviço secreto desse país acusou o Governo britânico de tê-lo abandonado à própria sorte em um estado de pobreza, informou nesta terça-feira a imprensa britânica.

Um porta-voz do Ministério britânico do Interior se negou a confirmar sua existência, alegando que nao comenta ''os casos individuais''. Viktor Makarov, de 45 anos, um ex-membro da seçao 16 da KGB, afirma ter processado o Governo britânico e se queixado à rainha da Inglaterra, em relaçao com o que lhe aconteceu desde sua chegada à Gra-Bretanha em 1993.

''Prometeram-me uma qualidade de vida média o que era suficiente para mim. Mas passei estes últimos sete anos em pequenos quartos mobiliados. Nunca tive um alojamento seguro. Nao cumpriram suas promessas'', queixou-se o ex-espiao, citado pelo jornal Daily Telegraph.

Segundo o jornal, o Ministério britânico do Interior considerou que as informaçoes fornecidas por Makarov nos anos 80 nao eram suficientes para justificar um tratamento de favor.

Makarov alega que decifrava e traduzia as comunicaçoes de embaixadas estrangeiras em Moscou e informava aos serviços secretos britânicos sobre os métodos utilizados com esse fim pela KGB.

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