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Ministro classifica de tragédia morte de dentista em SP


Do Diário OnLine

10/02/2004 | 17:00


O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, classificou nesta terça-feira como "tragédia" o assassinato do dentista Flávio Sant’Ana, morto no início deste mês após ter sido confundido com um assaltante em São Paulo. "(O crime é) profundamente deplorável se for provado que os policiais militares o mataram por racismo", declarou o ministro. Cinco policiais militares foram detidos acusados da morte.

Ele deixou claro que o os elementos iniciais disponíveis levam a crer que há a presença do preconceito racial no crime. "É um caso muito triste, os elementos sensíveis e exteriores mostram uma presença do preconceito, daquele conceito de que o negro é sempre suspeito", lamentou Bastos.

Em audiência sofre a reforma do Judiciário no Senado Federal, o ministro disse que a solução para estes casos é o fortalecimento das corregedorias das polícias.

O caso aconteceu no dia 3 deste mês, quando o comerciante apontou o dentista como o suposto assaltante. Flávio, que voltava do aeroporto de Cumbica, onde havia deixado a namorada suíça, foi abordado por seis policiais na zona Norte de São Paulo, e morto com dois tiros. Ao ver o corpo, porém, Antônio dos Anjos percebeu que havia denunciado a pessoa errada.

Na delegacia, os policiais militares contaram que o dentista estava armado e que acabou sendo morto em confronto. Na ocasião, o comerciante confirmou tal versão, mas dias depois decidiu retificar o depoimento e relatou uma outra história: segundo Anjos, a vítima não esboçou qualquer reação.

Unaí - Sobre o assassinato de três fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho, em Unaí (Minas Gerais), Thomaz Bastos, informou que a Polícia Federal está trabalhando para esclarecer o crime. "Acredito que o desvendamento desse crime, que é um ponto de honra para o governo, não vai demorar para se dar."



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Ministro classifica de tragédia morte de dentista em SP

Do Diário OnLine

10/02/2004 | 17:00


O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, classificou nesta terça-feira como "tragédia" o assassinato do dentista Flávio Sant’Ana, morto no início deste mês após ter sido confundido com um assaltante em São Paulo. "(O crime é) profundamente deplorável se for provado que os policiais militares o mataram por racismo", declarou o ministro. Cinco policiais militares foram detidos acusados da morte.

Ele deixou claro que o os elementos iniciais disponíveis levam a crer que há a presença do preconceito racial no crime. "É um caso muito triste, os elementos sensíveis e exteriores mostram uma presença do preconceito, daquele conceito de que o negro é sempre suspeito", lamentou Bastos.

Em audiência sofre a reforma do Judiciário no Senado Federal, o ministro disse que a solução para estes casos é o fortalecimento das corregedorias das polícias.

O caso aconteceu no dia 3 deste mês, quando o comerciante apontou o dentista como o suposto assaltante. Flávio, que voltava do aeroporto de Cumbica, onde havia deixado a namorada suíça, foi abordado por seis policiais na zona Norte de São Paulo, e morto com dois tiros. Ao ver o corpo, porém, Antônio dos Anjos percebeu que havia denunciado a pessoa errada.

Na delegacia, os policiais militares contaram que o dentista estava armado e que acabou sendo morto em confronto. Na ocasião, o comerciante confirmou tal versão, mas dias depois decidiu retificar o depoimento e relatou uma outra história: segundo Anjos, a vítima não esboçou qualquer reação.

Unaí - Sobre o assassinato de três fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho, em Unaí (Minas Gerais), Thomaz Bastos, informou que a Polícia Federal está trabalhando para esclarecer o crime. "Acredito que o desvendamento desse crime, que é um ponto de honra para o governo, não vai demorar para se dar."

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