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Emprego industrial cresceu 0,4% em setembro


Do Diário OnLine

14/11/2006 | 11:58


O nível de emprego na indústria em setembro registrou crescimento de 0,4% em relação a agosto, revertendo um quadro de queda apurado no último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a setembro de 2005, o cenário foi de estabilidade (alta de apenas 0,1%). Já no acumulado deste ano, a taxa está negativa em 0,3%.

Na comparação com setembro do ano passado, oito das 14 áreas pesquisadas e dez dos 18 setores aumentaram o contingente de trabalhadores. As regiões Norte e Centro-Oeste (10,1%), seguidas pelo Nordeste (1,7%) e São Paulo (0,5%) exerceram as pressões mais relevantes para o resultado geral. Já as principais influências negativas vieram do Rio Grande do Sul (-8,7%), Minas Gerais (-1,3%) e Paraná (-1,5%).

Em nível nacional, os ramos que contribuíram com os maiores impactos positivos foram Alimentos e Bebidas (7,0%), Refino de Petróleo e Produção de Álcool (16,6%) e Meios de Transporte (2,4%). Em sentido contrário, influenciaram negativamente Calçados e Artigos de Couro (-13,6%), Vestuário (-7,8%) e Máquinas e Equipamentos (-4,3%).

Horas pagas - Em setembro, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria aumentou 0,6% em relação a agosto, com ajuste sazonal. No confronto com setembro de 2005, também houve aumento, de 0,3%.

Ainda em relação a setembro do ano passado, os ramos que melhor pagaram foram Alimentos e Bebidas (5,6%), Refino de Petróleo e Produção de Álcool (17,1%) e Máquinas, Aparelhos Eletroeletrônicos e de Comunicações (6,7%). Já as atividades de Vestuário (-8,5%) e Calçados e Artigos de Couro (-8,2%) exerceram as principais pressões negativas.

Folha de pagamento - Em setembro, o valor real da folha de pagamento apresentou ligeira variação positiva (0,1%) em relação ao mês imediatamente anterior, após crescer 1% entre julho e agosto. Em comparação com setembro de 2005, o crescimento foi de 1,8%.


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Emprego industrial cresceu 0,4% em setembro

Do Diário OnLine

14/11/2006 | 11:58


O nível de emprego na indústria em setembro registrou crescimento de 0,4% em relação a agosto, revertendo um quadro de queda apurado no último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a setembro de 2005, o cenário foi de estabilidade (alta de apenas 0,1%). Já no acumulado deste ano, a taxa está negativa em 0,3%.

Na comparação com setembro do ano passado, oito das 14 áreas pesquisadas e dez dos 18 setores aumentaram o contingente de trabalhadores. As regiões Norte e Centro-Oeste (10,1%), seguidas pelo Nordeste (1,7%) e São Paulo (0,5%) exerceram as pressões mais relevantes para o resultado geral. Já as principais influências negativas vieram do Rio Grande do Sul (-8,7%), Minas Gerais (-1,3%) e Paraná (-1,5%).

Em nível nacional, os ramos que contribuíram com os maiores impactos positivos foram Alimentos e Bebidas (7,0%), Refino de Petróleo e Produção de Álcool (16,6%) e Meios de Transporte (2,4%). Em sentido contrário, influenciaram negativamente Calçados e Artigos de Couro (-13,6%), Vestuário (-7,8%) e Máquinas e Equipamentos (-4,3%).

Horas pagas - Em setembro, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria aumentou 0,6% em relação a agosto, com ajuste sazonal. No confronto com setembro de 2005, também houve aumento, de 0,3%.

Ainda em relação a setembro do ano passado, os ramos que melhor pagaram foram Alimentos e Bebidas (5,6%), Refino de Petróleo e Produção de Álcool (17,1%) e Máquinas, Aparelhos Eletroeletrônicos e de Comunicações (6,7%). Já as atividades de Vestuário (-8,5%) e Calçados e Artigos de Couro (-8,2%) exerceram as principais pressões negativas.

Folha de pagamento - Em setembro, o valor real da folha de pagamento apresentou ligeira variação positiva (0,1%) em relação ao mês imediatamente anterior, após crescer 1% entre julho e agosto. Em comparação com setembro de 2005, o crescimento foi de 1,8%.

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