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Nanorobôs irão revolucionar a medicina, prevê pesquisador


Beno Suckeveris
Especial para o Diário

14/09/2004 | 13:27


Na próxima década, os nanorrobôs vão ser de grande utilidade, principalmente, para a medicina. A previsão é de Adriano Cavalcanti, um dos maiores especialistas de Nanorrobótica do país. Orientado pelo professor Luiz Carlos Kretly, o aluno de doutorado da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da Unicamp desenvolveu um software chamado NCD (Nanorobot Control Design). Trata-se de um simulador em 3D utilizado para monitorar níveis nutricionais e, conforme a necessidade, os nanorrobôs capturam e manipulam biomoléculas em nutrientes que, posteriormente, serão injetadas em áreas preestabelecidas de acordo com a ordem de demanda.

Adriano trabalha com um modelo de nanorrobô do tamanho de 1 mil nanômetros ou 1 micrômetro. Para se ter uma idéia desta grandeza, um glóbulo vermelho tem tamanho de 6 mil nanômetros ou 6 micrômetro de diâmetro. O modelo é projetado para se movimentar em líquidos viscosos e quimicamente agressivos, desviar de obstáculos e evitar um ataque do sistema imunológico do corpo humano.

A pesquisa tem várias vertentes. Uma delas, em conjunto com um cientista da Califórnia, trabalha na construção de nanorrobôs aplicados ao combate de diabetes. Outro projeto em parceria com a Universidade de TelAviv, de Israel, visa a aplicação de nanorrobôs na resolução de problemas cardiovasculares.



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Nanorobôs irão revolucionar a medicina, prevê pesquisador

Beno Suckeveris
Especial para o Diário

14/09/2004 | 13:27


Na próxima década, os nanorrobôs vão ser de grande utilidade, principalmente, para a medicina. A previsão é de Adriano Cavalcanti, um dos maiores especialistas de Nanorrobótica do país. Orientado pelo professor Luiz Carlos Kretly, o aluno de doutorado da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da Unicamp desenvolveu um software chamado NCD (Nanorobot Control Design). Trata-se de um simulador em 3D utilizado para monitorar níveis nutricionais e, conforme a necessidade, os nanorrobôs capturam e manipulam biomoléculas em nutrientes que, posteriormente, serão injetadas em áreas preestabelecidas de acordo com a ordem de demanda.

Adriano trabalha com um modelo de nanorrobô do tamanho de 1 mil nanômetros ou 1 micrômetro. Para se ter uma idéia desta grandeza, um glóbulo vermelho tem tamanho de 6 mil nanômetros ou 6 micrômetro de diâmetro. O modelo é projetado para se movimentar em líquidos viscosos e quimicamente agressivos, desviar de obstáculos e evitar um ataque do sistema imunológico do corpo humano.

A pesquisa tem várias vertentes. Uma delas, em conjunto com um cientista da Califórnia, trabalha na construção de nanorrobôs aplicados ao combate de diabetes. Outro projeto em parceria com a Universidade de TelAviv, de Israel, visa a aplicação de nanorrobôs na resolução de problemas cardiovasculares.

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