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Necessidade de reformas domina G-20 e China sugere ferramenta que avalia países



26/02/2016 | 01:32


As reformas estruturais dominaram a primeira manhã da reunião financeira das 20 maiores potências do mundo, o G-20. No "Seminário de Alto Nível sobre Reforma Estrutural", autoridades como o ministro de Finanças da China, Jiwei Lou, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, exaltaram a necessidade de reformas. Lou sugeriu a criação de uma ferramenta que permita avaliar o avanço do tema em cada país. Na plateia, um dos presentes era o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

"O crescimento da economia depende de reformas estruturais e esse crescimento está relacionado com fatores como a produtividade", disse o ministro de Finanças da China no primeiro painel do G-20 na China. A uma plateia composta por ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais das 20 maiores economias do mundo, o anfitrião exaltou o grupo a se comprometer a acelerar as reformas necessárias para todo o grupo.

Entre os temas que precisam de reformas estruturais, o ministro da China citou como exemplo a reforma do mercado de trabalho com a redução de barreiras na relação entre empregado e empregador, a reforma da previdência social e também medidas para fortalecer a estabilidade financeira.

Apesar de cobrar ação do grupo, Jiwei Lou citou como exemplos positivos as reforças executadas pela Alemanha no passado recente. Irlanda e Espanha também foram elogiadas pelo esforço após a crise financeira de 2008.

No mesmo painel, a diretora-gerente do FMI reforçou o discurso ao citar que a atual situação econômica global aumenta a urgência sobre o tema. "Há crescimento modesto das economias desenvolvidas e alguns dos grandes emergentes têm sinais de estresse. Reformas permitem a retomada do crescimento sustentável e inclusivo", disse Lagarde.

O ministro da China sugeriu que, diante da agenda de reformas e do comprometimento dos países em executar as políticas, poderia ser criada uma ferramenta para "avaliar efetivamente como andam as reformas" nos vários países do grupo.

Por enquanto, o grupo tem como principal meta uma grande lista com 800 compromissos estabelecidos em 2014 na reunião do G-20 em Brisbane, na Austrália.

Na ocasião, o grupo se comprometeu com medidas e reformas para permitir a aceleração do crescimento econômico global 2 pontos porcentuais em horizonte de cinco anos.



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Necessidade de reformas domina G-20 e China sugere ferramenta que avalia países


26/02/2016 | 01:32


As reformas estruturais dominaram a primeira manhã da reunião financeira das 20 maiores potências do mundo, o G-20. No "Seminário de Alto Nível sobre Reforma Estrutural", autoridades como o ministro de Finanças da China, Jiwei Lou, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, exaltaram a necessidade de reformas. Lou sugeriu a criação de uma ferramenta que permita avaliar o avanço do tema em cada país. Na plateia, um dos presentes era o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

"O crescimento da economia depende de reformas estruturais e esse crescimento está relacionado com fatores como a produtividade", disse o ministro de Finanças da China no primeiro painel do G-20 na China. A uma plateia composta por ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais das 20 maiores economias do mundo, o anfitrião exaltou o grupo a se comprometer a acelerar as reformas necessárias para todo o grupo.

Entre os temas que precisam de reformas estruturais, o ministro da China citou como exemplo a reforma do mercado de trabalho com a redução de barreiras na relação entre empregado e empregador, a reforma da previdência social e também medidas para fortalecer a estabilidade financeira.

Apesar de cobrar ação do grupo, Jiwei Lou citou como exemplos positivos as reforças executadas pela Alemanha no passado recente. Irlanda e Espanha também foram elogiadas pelo esforço após a crise financeira de 2008.

No mesmo painel, a diretora-gerente do FMI reforçou o discurso ao citar que a atual situação econômica global aumenta a urgência sobre o tema. "Há crescimento modesto das economias desenvolvidas e alguns dos grandes emergentes têm sinais de estresse. Reformas permitem a retomada do crescimento sustentável e inclusivo", disse Lagarde.

O ministro da China sugeriu que, diante da agenda de reformas e do comprometimento dos países em executar as políticas, poderia ser criada uma ferramenta para "avaliar efetivamente como andam as reformas" nos vários países do grupo.

Por enquanto, o grupo tem como principal meta uma grande lista com 800 compromissos estabelecidos em 2014 na reunião do G-20 em Brisbane, na Austrália.

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