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Discoteca será reaberta com cópias digitais de discos 78 rpm


Do Diário do Grande ABC

14/09/2004 | 13:27


A partir desta sexta-feira, o público poderá ter acesso às novas instalações e serviços da Discoteca Oneyda Alvarenga, no CCSP (Centro Cultural São Paulo). O espaço ganhou mobiliário, equipamentos de som e cinco cabines acústicas para audição e pesquisa de registros sonoros, uma delas adaptada para portadores de deficiência física. Mas a grande novidade é a digitalização e informatização do acervo.

O processo, iniciado em 2003, preserva mais de um século de produção musical popular e erudita do país. Coleções de discos 78 rpm e partituras brasileiras foram digitalizadas e catalogadas em um banco de dados informatizado. São mais de 30 mil fonogramas (cerca de 15 mil discos) - as primeiras gravações de Roberto Carlos e João Gilberto, por exemplo - e 10 mil partituras.

“A informatização é essencial para proteger o acervo”, disse Francisco Coelho, coordenador do projeto patrocinado pela Petrobras. Com as partituras e fonogramas armazenados em computadores (e com cópias em CDs), a perda ou dano de um exemplar original não acarretará em depredação ou desaparecimento de uma obra.

Os trabalhos de digitalização e equalização dos discos 78 rpm foram realizados em uma estação, que reuniu hardwares e softwares. O áudio foi tratado de tal forma que fossem eliminados arranhões, chiados e outras anomalias. Agora, os fonogramas poderão ser ouvidos em CDs e no formato MP3 em computadores equipados com placas de som.



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Discoteca será reaberta com cópias digitais de discos 78 rpm

Do Diário do Grande ABC

14/09/2004 | 13:27


A partir desta sexta-feira, o público poderá ter acesso às novas instalações e serviços da Discoteca Oneyda Alvarenga, no CCSP (Centro Cultural São Paulo). O espaço ganhou mobiliário, equipamentos de som e cinco cabines acústicas para audição e pesquisa de registros sonoros, uma delas adaptada para portadores de deficiência física. Mas a grande novidade é a digitalização e informatização do acervo.

O processo, iniciado em 2003, preserva mais de um século de produção musical popular e erudita do país. Coleções de discos 78 rpm e partituras brasileiras foram digitalizadas e catalogadas em um banco de dados informatizado. São mais de 30 mil fonogramas (cerca de 15 mil discos) - as primeiras gravações de Roberto Carlos e João Gilberto, por exemplo - e 10 mil partituras.

“A informatização é essencial para proteger o acervo”, disse Francisco Coelho, coordenador do projeto patrocinado pela Petrobras. Com as partituras e fonogramas armazenados em computadores (e com cópias em CDs), a perda ou dano de um exemplar original não acarretará em depredação ou desaparecimento de uma obra.

Os trabalhos de digitalização e equalização dos discos 78 rpm foram realizados em uma estação, que reuniu hardwares e softwares. O áudio foi tratado de tal forma que fossem eliminados arranhões, chiados e outras anomalias. Agora, os fonogramas poderão ser ouvidos em CDs e no formato MP3 em computadores equipados com placas de som.

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