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Reflexão

Felipão recentemente disparou farpas contra os repórteres. Ele disse que muitas vezes os colegas são inconvenientes


Especial para o Diário

20/08/2010 | 00:00


Felipão recentemente disparou farpas contra os repórteres. Ele disse que muitas vezes os colegas são inconvenientes, colocam agressivamente os microfones em sua boca e fazem perguntas despropositadas.

O técnico do Palmeiras citou Emerson Leão, que recentemente teve entrevero com repórter baiano.

A relação entre repórteres e treinadores já foi melhor. Hoje ficou burocrática. Ambos os lados têm culpa nos excessos e para se chegar à solução agradável o melhor é reflexão.

Confesso que cometi muitos desatinos nos meus tempos de repórter. E tenho arrependimento disso. Já cheguei a me desculpar com alguns personagens que considerei ofendidos por minhas palavras e atitudes.

Compreendo as duas partes e cada qual tem suas razões. Realmente há treinadores que dão preferências para alguns colegas mais amigos. E tem colegas que passam dos limites.

O comportamento das partes é uma linha muita tênue para chegar ao bom-senso. Mas há a necessidade de se buscar entendimento permanentemente.

As perguntas normalmente são duras e indiscretas. Essa é a missão do jornalista. Às vezes, acuado e nervoso, o técnico responde de forma áspera e muitas vezes cria clima desagradável.

As entrevistas coletivas tornaram-se burocráticas. Pouco informam ou ajudam o torcedor a formar opinião.

Melhor de tudo é que cada um compreendesse mais civilizadamente o outro lado. Mas aí, na hora do sufoco, já é querer demais.

MUDANÇAS NAS REGRAS
Joseph Blatter confessou que a Fifa estuda acabar com os empates nas partidas de primeira fase da Copa do Mundo. Fala-se em prorrogação e depois pênaltis, se for o caso. Será um Deus nos acuda. Ninguém vai aguentar.

A solução seria diminuir o número de seleções na Copa. Aumentaria a qualidade técnica.

INTERNACIONAL É BI DA LIBERTADORES
"Glória do desporto nacional, oh, Internacional, que eu vivo a exaltar. Levas a plagas distantes feitos relevantes, vives a brilhar... Vibra o Brasil inteiro com o clube do povo do Rio Grande do Sul".

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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Reflexão

Felipão recentemente disparou farpas contra os repórteres. Ele disse que muitas vezes os colegas são inconvenientes

Especial para o Diário

20/08/2010 | 00:00


Felipão recentemente disparou farpas contra os repórteres. Ele disse que muitas vezes os colegas são inconvenientes, colocam agressivamente os microfones em sua boca e fazem perguntas despropositadas.

O técnico do Palmeiras citou Emerson Leão, que recentemente teve entrevero com repórter baiano.

A relação entre repórteres e treinadores já foi melhor. Hoje ficou burocrática. Ambos os lados têm culpa nos excessos e para se chegar à solução agradável o melhor é reflexão.

Confesso que cometi muitos desatinos nos meus tempos de repórter. E tenho arrependimento disso. Já cheguei a me desculpar com alguns personagens que considerei ofendidos por minhas palavras e atitudes.

Compreendo as duas partes e cada qual tem suas razões. Realmente há treinadores que dão preferências para alguns colegas mais amigos. E tem colegas que passam dos limites.

O comportamento das partes é uma linha muita tênue para chegar ao bom-senso. Mas há a necessidade de se buscar entendimento permanentemente.

As perguntas normalmente são duras e indiscretas. Essa é a missão do jornalista. Às vezes, acuado e nervoso, o técnico responde de forma áspera e muitas vezes cria clima desagradável.

As entrevistas coletivas tornaram-se burocráticas. Pouco informam ou ajudam o torcedor a formar opinião.

Melhor de tudo é que cada um compreendesse mais civilizadamente o outro lado. Mas aí, na hora do sufoco, já é querer demais.

MUDANÇAS NAS REGRAS
Joseph Blatter confessou que a Fifa estuda acabar com os empates nas partidas de primeira fase da Copa do Mundo. Fala-se em prorrogação e depois pênaltis, se for o caso. Será um Deus nos acuda. Ninguém vai aguentar.

A solução seria diminuir o número de seleções na Copa. Aumentaria a qualidade técnica.

INTERNACIONAL É BI DA LIBERTADORES
"Glória do desporto nacional, oh, Internacional, que eu vivo a exaltar. Levas a plagas distantes feitos relevantes, vives a brilhar... Vibra o Brasil inteiro com o clube do povo do Rio Grande do Sul".

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br

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