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Bovespa tomba com China, Nova York e IOF



20/10/2010 | 07:18


A Bovespa seguiu o mercado norte-americano e ampliou na última hora de negócios a já expressiva queda determinada desde cedo pela alta dos juros na China. Fechou em baixa de 2,61%, aos 69.863,58 pontos, com apenas cinco ações em alta. O motivo da aceleração de perdas na reta final foi a divulgação da notícia de que dois grandes fundos de investimento, o Pimco e o BlackRock, e o Federal Reserve de Nova York estão tentando forçar o Bank of America a recomprar hipotecas problemáticas.

Desde cedo, a alta dos juros chineses colocou as Bolsas no vermelho. A leitura dos analistas foi que a medida deve reduzir o rápido crescimento da economia do país e por tabela desacelerar a recuperação global. Como a elevação do juro chinês aponta para redução da demanda de matérias-primas, a Bovespa viu as ações de empresas ligadas a commodities, como Petrobras, OGX, Vale e siderúrgicas, caírem.

A desvalorização do Ibovespa, maior que as das Bolsas em Nova York, foi turbinada por fatores internos: novo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre capital externo, desta vez de 4% para 6%, e a elevação do IOF nos depósitos de garantia nas operações de mercado futuro de 0,38% para 6% prejudicaram ações do setor financeiro. Em consequência, a ação ON da BM&FBovespa deu continuidade ao movimento da véspera e caiu 3,17%.

Além dos efeitos do aumento da taxa de juro na China e da pressão de fundos sobre o BofA, as Bolsas norte-americanas reagiram a balanços corporativos divulgados. Os resultados financeiros anunciados por três grandes bancos norte-americanos pela manhã - BofA, Bank of New York Mellon e Goldman Sachs - foram positivos, mas insuficientes para impedir expressiva queda dos índices acionários em Nova York.

CÂMBIO
Pressionado pelo avanço externo do dólar após a China elevar juros e a nova alta do IOF a estrangeiros no Brasil, a moeda norte-americana subiu 1,32%, a R$ 1,68.



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Bovespa tomba com China, Nova York e IOF


20/10/2010 | 07:18


A Bovespa seguiu o mercado norte-americano e ampliou na última hora de negócios a já expressiva queda determinada desde cedo pela alta dos juros na China. Fechou em baixa de 2,61%, aos 69.863,58 pontos, com apenas cinco ações em alta. O motivo da aceleração de perdas na reta final foi a divulgação da notícia de que dois grandes fundos de investimento, o Pimco e o BlackRock, e o Federal Reserve de Nova York estão tentando forçar o Bank of America a recomprar hipotecas problemáticas.

Desde cedo, a alta dos juros chineses colocou as Bolsas no vermelho. A leitura dos analistas foi que a medida deve reduzir o rápido crescimento da economia do país e por tabela desacelerar a recuperação global. Como a elevação do juro chinês aponta para redução da demanda de matérias-primas, a Bovespa viu as ações de empresas ligadas a commodities, como Petrobras, OGX, Vale e siderúrgicas, caírem.

A desvalorização do Ibovespa, maior que as das Bolsas em Nova York, foi turbinada por fatores internos: novo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre capital externo, desta vez de 4% para 6%, e a elevação do IOF nos depósitos de garantia nas operações de mercado futuro de 0,38% para 6% prejudicaram ações do setor financeiro. Em consequência, a ação ON da BM&FBovespa deu continuidade ao movimento da véspera e caiu 3,17%.

Além dos efeitos do aumento da taxa de juro na China e da pressão de fundos sobre o BofA, as Bolsas norte-americanas reagiram a balanços corporativos divulgados. Os resultados financeiros anunciados por três grandes bancos norte-americanos pela manhã - BofA, Bank of New York Mellon e Goldman Sachs - foram positivos, mas insuficientes para impedir expressiva queda dos índices acionários em Nova York.

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Pressionado pelo avanço externo do dólar após a China elevar juros e a nova alta do IOF a estrangeiros no Brasil, a moeda norte-americana subiu 1,32%, a R$ 1,68.

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