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Trabalhadores da AkzoNobel aprovam benefício


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

01/11/2011 | 07:00


Após seis dias de paralisação, ontem, em assembleia, os funcionários da empresa química AkzoNobel, de São Bernardo, conhecida como Tintas Ipiranga, voltaram atrás e aprovaram o Programa de Participação nos Resultados (o mesmo que participação nos lucros) no valor de R$ 2.600. Inicialmente, os 420 trabalhadores reivindicavam PPR de R$ 2.800.

"Para recebermos os R$ 200 a mais a empresa estipulava algumas metas de produção. No fim das contas, não iríamos saber o quanto a classe trabalhista ganharia. Então, optamos pelos R$ 2.600 fixos, independente de metas cumpridas ou não. É um valor considerado aceitável pelos trabalhadores", explica o diretor do Sindicato dos Químicos do ABC, Sergio Carasso.

A proposta aceita é 13% maior do que o PPR de 2010. Além da quantia a ser paga em parcela única no fim de janeiro, a categoria garantiu o abono das horas paradas e a concessão de 60 dias de estabilidade para todos os funcionários. "Mais importante do que conquistarmos um PPR de R$ 2.600, foi mostrar para a empresa o poder de organização dos trabalhadores. A categoria está de parabéns pela mobilização", conta o dirigente sindical.

Segundo ele, após a assembleia, todos os funcionários voltaram de imediato aos seus postos de trabalho.

O PPR é um acordo feito na empresa, que possui unidades em Santo André e Mauá - a negociação é feita separadamente - e é definido como parte da convenção coletiva dos químicos. O mínimo a ser concedido de PPR é R$ 660 no ramo químico.

HISTÓRICO - Durante os dias parados, os trabalhadores realizaram alguns protestos - chegaram a almoçar em frente à fábrica e foram para suas casas por conta da falta de oferta da companhia.

 

 



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