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Brincar de super-herói é possível com o cosplay


Adriana Mompean e
João Guimarães
Do Diário do Grande ABC

14/10/2007 | 07:21


Quem nunca pensou em um dia tomar o lugar de seu super-herói favorito? Encarnar suas ações, atos de coragem e poderes especiais. Com a exceção deste último, a situação não é totalmente impossível. A prática do cosplay permite tudo isso e mais um pouco.

Trata-se de um hobby que vem se tornando cada vez mais popular entre os fãs de famosos personagens da TV, histórias em quadrinhos, animes e mangás. Cosplay é uma abreviação das palavras inglesas Costume (traje, fantasia) e play (brincar).

A prática de se caracterizar como um personagem remonta aos anos 50 em convenções de fãs de quadrinhos e séries de TV que ocorriam nos Estados Unidos.

Nos anos de 1970 e 1980, o cosplay começou a ganhar força nas convenções de desenhos animados no Japão. “No Brasil, existiam eventos em pequena escala nos anos de 1980. A partir de 1992, começaram a ocorrer convenções maiores, principalmente em São Paulo. Após 1994, surgiram no mercado as primeiras revistas do tema”, explica Sérgio Peixoto Silva, diretor comercial e um dos criadores da AnimABC, evento realizado semestralmente na região para os aficcionados na temática.

ATUANDO

O cosplay não consiste só em se vestir como os personagens favoritos. Os cosplayers imitam sua personalidade. Para a adepta Maria Carolina Bobadilla Landeau, é uma arte feita com sentimento. “Você utiliza a paixão que tem pelo personagem para representá-lo.”

Ela está em seu décimo cosplay. Mas só utiliza as roupas para ir a eventos. “Não é pra usar como vestimenta do dia-a-dia. Estranho quando vejo alguém fazendo isso”, diz.

O cosplay não é tão fácil de achar. Ao contrário das fantasias comuns, não são fabricadas em grandes escalas. A solução é garimpar alguma costureira que tope o serviço. “Fiz as minhas roupas num ateliê em São Bernardo”, afirma Carolina. Os preços variam. Pode custar R$ 50 ou R$ 1.000.

AMIZADE

Os praticantes também defendem a arte como meio de troca de experiências. As amigas Jessika Kaory Shimzato, Leticia Passoni Caldo e Juliana Souza Farias foram unidas pelo cosplay. Esta última, conheceu o hobby na internet, enquanto Letícia apresentou a arte para Kaory.

As três defendem que é um hobby como qualquer outro. “É muito importante falar que os cosplayers têm vida social”, afirma Letícia que também é escoteira. “Minha mãe gosta e me apóia”, afirma Juliana.

De acordo com Sérgio Peixoto Silva, o cosplay não precisa necessariamente de um desenho japonês, mas acabou se vinculado fortemente com as produções asiáticas. “Cerca de 80% do público que faz cosplay prefere fantasias de desenhos animados, mangá ou videogames de origem japonesa.”


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Brincar de super-herói é possível com o cosplay

Adriana Mompean e
João Guimarães
Do Diário do Grande ABC

14/10/2007 | 07:21


Quem nunca pensou em um dia tomar o lugar de seu super-herói favorito? Encarnar suas ações, atos de coragem e poderes especiais. Com a exceção deste último, a situação não é totalmente impossível. A prática do cosplay permite tudo isso e mais um pouco.

Trata-se de um hobby que vem se tornando cada vez mais popular entre os fãs de famosos personagens da TV, histórias em quadrinhos, animes e mangás. Cosplay é uma abreviação das palavras inglesas Costume (traje, fantasia) e play (brincar).

A prática de se caracterizar como um personagem remonta aos anos 50 em convenções de fãs de quadrinhos e séries de TV que ocorriam nos Estados Unidos.

Nos anos de 1970 e 1980, o cosplay começou a ganhar força nas convenções de desenhos animados no Japão. “No Brasil, existiam eventos em pequena escala nos anos de 1980. A partir de 1992, começaram a ocorrer convenções maiores, principalmente em São Paulo. Após 1994, surgiram no mercado as primeiras revistas do tema”, explica Sérgio Peixoto Silva, diretor comercial e um dos criadores da AnimABC, evento realizado semestralmente na região para os aficcionados na temática.

ATUANDO

O cosplay não consiste só em se vestir como os personagens favoritos. Os cosplayers imitam sua personalidade. Para a adepta Maria Carolina Bobadilla Landeau, é uma arte feita com sentimento. “Você utiliza a paixão que tem pelo personagem para representá-lo.”

Ela está em seu décimo cosplay. Mas só utiliza as roupas para ir a eventos. “Não é pra usar como vestimenta do dia-a-dia. Estranho quando vejo alguém fazendo isso”, diz.

O cosplay não é tão fácil de achar. Ao contrário das fantasias comuns, não são fabricadas em grandes escalas. A solução é garimpar alguma costureira que tope o serviço. “Fiz as minhas roupas num ateliê em São Bernardo”, afirma Carolina. Os preços variam. Pode custar R$ 50 ou R$ 1.000.

AMIZADE

Os praticantes também defendem a arte como meio de troca de experiências. As amigas Jessika Kaory Shimzato, Leticia Passoni Caldo e Juliana Souza Farias foram unidas pelo cosplay. Esta última, conheceu o hobby na internet, enquanto Letícia apresentou a arte para Kaory.

As três defendem que é um hobby como qualquer outro. “É muito importante falar que os cosplayers têm vida social”, afirma Letícia que também é escoteira. “Minha mãe gosta e me apóia”, afirma Juliana.

De acordo com Sérgio Peixoto Silva, o cosplay não precisa necessariamente de um desenho japonês, mas acabou se vinculado fortemente com as produções asiáticas. “Cerca de 80% do público que faz cosplay prefere fantasias de desenhos animados, mangá ou videogames de origem japonesa.”

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