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Inauguração da UPA de
Ribeirão fica para julho

Entrega é adiada pela Prefeitura pela segunda vez;
a unidade funcionará junto ao complexo hospitalar


Maíra Sanches
Do Diário do Grande ABC

22/05/2012 | 07:00


A primeira UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ribeirão Pires será entregue em julho. A previsão anterior, de inaugurar entre maio e junho, foi adiada pela Prefeitura. O equipamento será responsável pelos atendimentos de urgência e emergência e segue em construção na Estrada da Colônia, localizado entre os bairros Santo Bertoldo e Santa Luzia.

A UPA tipo 2 terá capacidade de atender até 300 pacientes por dia e contará com até 12 leitos. A Prefeitura já recebeu do Ministério da Saúde R$ 1,5 milhão para construção e outros R$ 900 mil para compra de equipamentos e mobílias. Questionado sobre o problema de falta de médicos recorrente em algumas UPAs recém-inauguradas da região, o secretário de Saúde Allan Frazatti reforçou que o investimento na equipe médica é prioridade. Cerca de 90% das vagas abertas para contratação de funcionários já foram preenchidas. "Nossa preocupação é evitar cometer o mesmo erro", destacou.

O Ministério da Saúde estipula que as UPAs tipo 2 tenham, no mínimo, quatro médicos, entre pediatras e clínicos gerais. A Prefeitura informou ontem que prevê funcionamento com até sete médicos.
O Complexo Hospitalar de Ribeirão Pires, que terá 123 leitos, funcionará no mesmo endereço. Inicialmente, a Prefeitura deu prioridade às obras do pronto-atendimento do novo hospital e chegou a anunciar entrega para março.

No entanto, a ajuda no financiamento e custeio da UPA, garantidas pela União, contribuiu para a mudança. A unidade funcionará no mesmo terreno do hospital e será o novo pronto-socorro da cidade. Com isso, o PS do Hospital São Lucas será desativado. A unidade se transformará em modelo de porta-fechada (só receberá pacientes encaminhados). Serão mantidas as internações clínicas e maternidade.

O Grande ABC conta atualmente com 11 UPAs. Outras oito estão em construção, incluindo a de Ribeirão. São três em São Bernardo, duas em Santo André e uma em São Caetano.

ATRASO

A demora na construção do Complexo Hospitalar, iniciada em 2008, foi atribuída pelo secretário de Saúde às inúmeras alterações que o projeto inicial sofreu. "O interesse do governo estadual também contribuiu. O projeto foi ampliado e modificado." Convênio com o Estado já garantiu, ao todo, repasse de R$ 18,1 milhões à Prefeitura.

De acordo com o secretário, o trabalho está 50% concluído. A previsão de entrega continua para 2014. "Construir não é o mais complicado. O problema principal é custear. Por exemplo, se gastarmos R$ 25 milhões nas obras, são quase R$ 50 milhões por ano só para manter aberto."

O hospital contará com laboratório de análises clínicas, atendimento ginecológico, pediátrico e clínico, centro cirúrgico obstétrico, maternidade e ala de internações.



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