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Tufão deixa mais de 200 mortos nas Coréias


Da AFP

03/09/2002 | 09:09


O tufão Russa, que afetou sexta e sábado passados a península coreana, provocou cerca de 200 mortos no Sul e dezenas no Norte, onde a catástrofe deve agravar a falta crônica de alimentos.

No Norte, foram assinalados "dezenas de mortos e numerosos feridos e desaparecidos", anunciou nesta terça-feira a agência oficial KCNA.

Os órgãos de ajuda internacional e os diplomáticos informaram de Pequim que centenas de pessoas foram deslocadas na Coréia do Norte devido ao tufão.

Quatro ou cinco distritos norte-coreanos foram afetados pelo ciclone, segundo a agência na Coréia do Norte da Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Meia Lua Vermelha.

Entretanto, foi a Coréia do Sul a mais afetada por este tufão, que atravessou a península a partir do Sul para sair pelo Noroeste e desaparecer no mar do Japão.

O Governo de Seul se dispunha a declarar estado de catástrofe natural nas cidades de Ganneung e Gimhae e nos condados de Hancheon e Haman.

Nestes quatro setores, cerca de 600.000 pessoas careciam de água potável, energia elétrica e gás há quatro dias.

As operações de socorro se concentraram na cidade portuária de Gangneung e na província de Gagwon, onde caíram mais de 890 mm de água de chuvas.

Também no Sul, a Agência Governamental de Catástrofes Naturais informou que Russa provocou 200 mortos, destruiu milhares de casas e paralisou os transportes.

O tufão destruiu 522 pontes e estradas e 3.816 imóveis, sendo que 10.000 moradias ainda estão inundadas e o número de desabrigados é de 27.470.

Finalmente, o tufão provocou um atraso nas conversações entre as duas Coréias em relação a uma próxima reunião de famílias separadas desde o término da guerra há 50 anos.



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Tufão deixa mais de 200 mortos nas Coréias

Da AFP

03/09/2002 | 09:09


O tufão Russa, que afetou sexta e sábado passados a península coreana, provocou cerca de 200 mortos no Sul e dezenas no Norte, onde a catástrofe deve agravar a falta crônica de alimentos.

No Norte, foram assinalados "dezenas de mortos e numerosos feridos e desaparecidos", anunciou nesta terça-feira a agência oficial KCNA.

Os órgãos de ajuda internacional e os diplomáticos informaram de Pequim que centenas de pessoas foram deslocadas na Coréia do Norte devido ao tufão.

Quatro ou cinco distritos norte-coreanos foram afetados pelo ciclone, segundo a agência na Coréia do Norte da Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Meia Lua Vermelha.

Entretanto, foi a Coréia do Sul a mais afetada por este tufão, que atravessou a península a partir do Sul para sair pelo Noroeste e desaparecer no mar do Japão.

O Governo de Seul se dispunha a declarar estado de catástrofe natural nas cidades de Ganneung e Gimhae e nos condados de Hancheon e Haman.

Nestes quatro setores, cerca de 600.000 pessoas careciam de água potável, energia elétrica e gás há quatro dias.

As operações de socorro se concentraram na cidade portuária de Gangneung e na província de Gagwon, onde caíram mais de 890 mm de água de chuvas.

Também no Sul, a Agência Governamental de Catástrofes Naturais informou que Russa provocou 200 mortos, destruiu milhares de casas e paralisou os transportes.

O tufão destruiu 522 pontes e estradas e 3.816 imóveis, sendo que 10.000 moradias ainda estão inundadas e o número de desabrigados é de 27.470.

Finalmente, o tufão provocou um atraso nas conversações entre as duas Coréias em relação a uma próxima reunião de famílias separadas desde o término da guerra há 50 anos.

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